Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Mapa da felicidade
A vida é cheia de chances, de oportunidades, de recomeços. Há o tempo da vida, o tempo de Deus (para os que acreditam) e o tempo do próprio tempo. Não há como saber ou dizer ao certo, seria sabedoria demais em um mundo onde somos parte pequena, ínfima, de um todo, mas sabemos que há muito mais do que conseguimos entender ou dizer.
As vezes é difícil imaginar anos como dias, como uma pausa entre algo que momentaneamente deu errado, mas poderia ter dado certo. As vezes é complicado aceitar que aquele tempo era necessário, importante para que as pessoas pudessem perceber a importância de uma e da outra na vida um do outro. Mas, de toda forma, esse tempo ensina e, com outras vivências, mostra como cada experiência possui seu valor, mesmo sendo algo ruim.
Coincidências são meros presentes do destino, são orientações do mapa da vida que tenta, insistentemente, nos levar até a felicidade. Vale seguir esse gps sentimental e, daí, chegar na tal felicidade maravilhosa! Vale cada segundo, cada sorriso, cada abraço, cada troca de olhares que vem cheia de carinho, desses sentimentos que são raros no tempo das relações superficiais. Por isso, vale tentar sem medo para que, quem sabe, o desfecho seja o tal final feliz. A vida é feita de oportunidades e, em alguns casos, essas surgem após momentos de turbulência, de sofrimento, que apenas abriu caminho para algo mil vezes melhor e mais sincero.
Apesar da discreta tristeza, há explicitamente calado um sonho que suplica por voz. Um projeto de vida que é diariamente construído, hora a hora alimentado. Uma causa nobre é o que dá forças a essa tão distinta mulher. Ela é decidida, persistente, dura na queda. Ela, incrivelmente, consegue ser ao mesmo tempo séria e engraçada. Onde chega é o centro das atenções, não só e simplesmente devido à beleza; sobretudo destaca-se seu caráter, seu jeito de ser mulher. Seus discursos optativos são sinceros, os abraços são verdadeiros e as intenções sempre as melhores.
Há aquela velha e boa fábula que conta a história do menino que sempre alarmava um falso ataque do lobo às brancas indefesas ovelhas. O Pastor, prestativo e atento, sempre acreditava nos falsos avisos do garoto. Quase sempre, um dia o Pastor se cansou. Justamente no dia em que o ataque era verdadeiro. O menino desesperado gritava pela ajuda do Pastor enquanto as ovelhas eram mortas.
Outra versão da fábula, mas com o mesmo efeito moralizante, é a do beija-flor que sempre dava enganosos alertas de incêndio na floresta. A inconsequente ave divertia-se ao ver toda a fauna mobilizar-se a fim apagar o que nunca existiu. Até que um certo dia... todos sabemos o que aconteceu.
Transpondo a fábula à realidade, apesar de não ser o garoto ou o beija-flor, por muito tempo emiti falsos sinais. Distribuí indícios e promessas de algo grandioso. Expressei, amiúde, (com uma dissimulação de fazer inveja a Capitu) sentimentos de bem-querer. Manifestei e fiz transparecer um amor sem começo nem fim.
Tal como o beija-flor ou o garoto, talvez tenha agido com o intuito de suprimir a pungente pequenez a que estava fadado. Fomos, eu e meus personagens, por muito tempo o centro das atenções. Nos divertíamos às custas da credulidade alheia. Crédulos que, por inocência ou ignorância, sempre guardavam na memória lembranças daquilo que, de fato, nunca existiu. Exceto em sonhos.
Hoje, por ironia do destino, minha história vai terminando como a de meus caros companheiros, o garoto e o beija-flor. Somos iguais em descrédito e desgraça. Hodiernamente, por mais sinceras e eloquentes sejam nossas palavras, ninguém mais dá ouvidos a elas. Eu não matei nenhuma ovelha. Quero, assim como o Pastor, cuidar do meu rebanho de um só exemplar. O que, no entanto e infelizmente, é impossível. Transformei-me no Lobo da história.
Eu tampouco quero apagar essa chama que sempre fantasiei ter, mas que só agora a conheço verdadeiramente. [Almejos sem meios. (Sonhos vãos). Não voltam.] O beija-flor que sempre fui, apesar de ter experimentado tantas rosas, apaixonou-se por uma flor intocável. Delicada demais para um lobo; grande demais para um pequeno e dissimulado beija-flor.
E o final dessa história... eu quero mudá-lo.
Nem todas as flores têm a mesma sorte: umas nascem para enfeitar a vida; outras, a morte.
SILÊNCIO!
Há o silêncio que cala, há o silêncio que fala,
E quando o silêncio predomina parecendo ilusão de um sono de paz,
Ele muito fala,
Ele grita...
Como num pesadelo, que espera a voz do outro que se faz mudo,
é como quando gritamos e nada se ouve,
é como gritar embaixo d’água,
é como o silêncio reclama na paixão,
pela ausência,
pela decência que esperamos do nosso amor, que muito fale, e não que se cale.
Faz a saudade virar desespero,
Faz silêncio gritar por inteiro,
Faz amor virar dor,
Esperando que me diga “Te amo! Meu amor!”
Por isso,
Por favor, não se cale....
...somente fale, nem que seja em silêncio!
Moacir Portolan
O brilho
dos seus olhos...
Há de me iluminar,
por todos os cantos
que eu passar.
Sei!
Eles jamais
me deixarão
na escuridão.
Nessa solidão
que por fim...
Teve fim!
Prazo de validade
Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar
Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.
Ivan Martins para Rev.Época
Há quem mire, através da conquista ou do domínio, construir relações pessoais de monopólio; isso não é necessariamente bom ou ruim, certo ou errado. Todavia, é ruim e errado obrigar a que todos pensem, falem e façam do mesmo modo.
A vida é um oceano, onde há ilhas de sofrimento e abismos de dor, entretanto a sua essência, ás suas águas, são feitas de amor.
Há um temporal em mim,
que desbota a minha cor,
mas que mata a minha sede...
Há um vendaval em ti,
que assopra os teus segredos
mas não dispersa os teus medos...
Somos Éolo, somos tempestade
somos a vontade aparente do que queremos ser...
somos safra de uma diversidade
somos flor com espinhos, somos bem querer!
Em um PDCA, a Engenharia planeja, a Produção executa, a Qualidade checa e, quando há um problema, todos agem.
Toda Justiça precisa ser imparcial; toda injustiça deve ser reprimida; julgo que neste país, há injustiça por toda parte e a Justiça está toda desacreditada... perante todos.
Eu estava lá na rua olhando as estrelas e pensei comigo: Vai dormir Sandro há ainda um longo dia pela frente para se lamentar
Muitos há conhecem... há quem fale bem, há quem fale mal.
Vai depender da sua capacidade de ser tratado bem por ela. Pense você que ela irá segurar sua língua pra te dizer algumas verdades, não mesmo! Ela é bem afiada e jamais levará desaforo pra casa!
Com a mesma intensidade que ela pode encher a boca e te falar um palavrão, ela pode te olhar nos olhos e te dizer eu te amo. Vai depender do seu humor momentâneo... E por falar em humor, ela é uma geminiana que muda constantemente seu humor e suas opiniões! Hoje ela pode dizer que nunca mais quer te ver e amanha acordar com uma imensa vontade de te ter. O humor e as vontades dela o oscilam diariamente!
Mulher guerreira, não desiste fácil da sua caminhada e bate de frente com quem ousar interferir em seus sonhos! Inteligente, mulher que aprende as coisas com facilidade, mas nem sempre coloca em prática tudo que aprende!
Mulher com um jeitinho pouco meigo, com ela não tem essa de que o homem paga a conta e ela lava a louça... Não! Ela quer fazer tudo sozinha... Quer ir ao mercado comprar a janta, quer preparar, quer colocar a mesa, quer lavar a louça e ainda no final quer inventar uma sobremesa inédita. E pense que isso á incomoda, não! Ela adora fazer tudo e depois ficar recebendo elogios de todos... Mas precisa perder a mania de querer fazer tudo pra todo mundo, nem todos reconhecem, alguns se aproveitam de sua bondade. Há, ela pode mostrar esse jeitão de mulher madura e forte, mas ás vezes ela é bem inocente e se deixa levar por pessoas que não há querem bem, e depois ela quebra a cara e se decepciona e chora e se torna cada dia mais fria, e essa frieza não é por culpa dos outros não, é por culpa dela mesmo pois se mete a besta onde não deve e depois sai por ai chorando as pitangas. Mas tudo bem, ela tem uma facilidade de esquecer as coisas rápido, e de se desapegar então...
E você que chegou pra ela com mil juras de amor e esbanjando riqueza, à viu de novo? Não né! Pois pra ela o amor não vem dos bens materiais, e você jamais verá esta Mulher as custas de algum Homem. Ela adora ser independente, pois isso mantém sua liberdade, e como ama a liberdade... Ela é como as borboletas, gosta de voar por ai esbanjando beleza e atraindo olhares por onde passa. Prefere a comunicação com os olhos e não dispensa um flerte. Alguns homens não suportam esse seu jeito de olhar os outros, mas fique ciente que ela nunca deixará de estar com você e admirar a beleza de outros homens ao seu redor.
O que os outros dizem?! Ela nunca se importou com isso, pois só ela sabe o que já viveu o que já passou, pois ser quem ela é, não é papel fácil pra qualquer um não! E tem total ciência de que assuntos interessantes são discutidos com frequência entre as pessoas. E por falar em interessante, que jeitinho misterioso que esta mulher tem não?! Ela intriga com seu jeito, mas ninguém consegue saber o que se passa na sua cabeça né? Quem dirá em seu coração. E não pense você que ela quer ser desvendada, não mesmo, ela não suporta a ideia de alguém invadir seus pensamentos e desvendar seus mistérios. Ela prefere continuar causando duvidas por onde passa. Agora, se quiser realmente conquista-la, saiba impressiona-la com a simplicidade. E se você começar a contar vantagem achando que vai impressiona-la, esqueça meu amigo, ela vai fingir que está interessada no assunto e quando virar as costas você já perdeu todo o encanto aos olhos dela. E então ela partirá pra outra sem ao menos te dar explicações.
Ela tem lá seus defeitos, mas sabe da sua capacidade e garra de conseguir o que quer, ela se adapta com facilidade em qualquer ambiente e conversa com qualquer pessoa. Ela vai fofocar com suas amigas, ela vai jogar bilhar com seus amigos, vai falar de futebol com você e depois brincar de boneca com as crianças. Você vai acha-la incrível. Se você fizer com que a vida dela se torne uma rotina, a mesmice de sempre, você terá uma mulher amarga, rabugenta e briguenta ao seu lado... Agora, se você não interferir em seu panapaná e deixa-la sempre ai seu lado, porém livre pra bater suas asas, além de ter a borboleta mais bela, terá uma companheira, amiga, fiel e carinhosa pro resto de sua vida. Pois pra ela, antes de te amar, ela quer ser sua amiga e ter certeza que com você ela poderá sempre desabafar... O homem que à te-la em seus braços, não tenho duvidas que será o mais feliz do mundo.
Essa é a Marcelle Figueiredo.
Há tanta propaganda de remédio nos canais da televisão aberta - principalmente nos finais de semana - que chego a ter vontade de ter gripe, verrugas ou hemorróidas para me tornar consumidor dos produtos que ela oferece!
Quando o Nó Se faz Necessário!
Há "nós"
que são
necessários
serem dados.
Um deles,
é o nó da
indiferença.
Travando-a
no interior
escuro de nós...
Para que ela
não ultrapasse
o nosso coração,
e venha manchar
a nossa essência!
Venho, há muitos anos, querendo apenas o que cabe no meu bolso e no meu coração e, hoje, já consigo viver com pouca coisa, com o que necessito no dia a dia. Vem dando certo! Estou me sentindo mais leve pois as minhas energias estão sendo canalizadas para o "ser"
