Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Não há amizade, por mais profunda que seja, que resista a uma série de canalhices.

Não há uma estrada real para a felicidade, mas sim caminhos diferentes. Há quem seja feliz sem coisa nenhuma, enquanto outros são infelizes possuindo tudo.

Não há uma fatalidade exterior. Mas existe uma fatalidade interior: há sempre um minuto em que nos descobrimos vulneráveis; então, os erros atraem-nos como uma vertigem.

Não há alegria pública que valha uma boa alegria particular.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

A mulher ou ama, ou odeia; com ela não há uma terceira hipótese.

Não há ideia nem fato que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.

Não há nada melhor para uma alma do que tornar menos triste outra alma.

A grandeza de uma profissão é talvez, antes de tudo, unir os homens: não há senão um verdadeiro luxo e esse é o das relações humanas.

Só há no mundo uma coisa pior do que ser objecto de falatórios: é não o ser.

Há duas tragédias na vida. Uma é a de não obter tudo o que seu coração deseja. A outra é a de obter.

George Bernard Shaw

Nota: Trecho do livro "Man and Superman", baseado no trecho de Oscar Wilde.

Não há fenômenos morais, mas apenas uma interpretação moral de fenômenos...

Não há quem sustente uma luta mais árdua do que aquele que tenta vencer a si próprio.

Não há nada que um homem não seja capaz de fazer quando uma mulher olha para ele.

Não há absolutamente ninguém que faça um sacrifício sem esperar uma compensação. É tudo uma questão de mercado.

Há uma coisa ainda mais difícil do que seguir um regime; é não o impor aos outros.

A amizade dos livros é uma imitação atenuada da amizade dos homens; não há amigo tão complacente como um livro.

Não há menos tormento no governo de uma família do que no de um Estado inteiro.

Terrível condição do homem! Não há uma das suas felicidades que não provenha de uma ignorância qualquer.

Não há coisa que demonstre de maneira mais decisiva o caráter de um homem ou de uma nação do que a maneira como são tratadas as mulheres.

Há que trabalhar, ainda que não seja por gosto, ao menos por desespero, uma vez que, bem vistas as coisas, trabalhar é menos aborrecido do que divertirmo-nos.