Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
"Sinto que sou uma romântica incurável
Não consigo deixar de me apaixonar
Desejo um amor
Eu quero, tenho uma vontade imensa
Simplesmente não me canso"
Não julgues nada pela pequenez dos começos. Uma vez fizeram-me notar que não se
distinguem pelo tamanho as sementes que darão ervas anuais das que vão produzir
árvores centenárias.
Frustrações da vida
A frustração não é uma opção, é uma emoção compulsória.Uma das formas de aprender a aceitar a frustração é levar em conta que as coisas não são sempre pessoais.
As pessoas têm suas próprias razões para fazer o que fazem, independentemente do que pensam ou sentem por você.
Diminuir o grau de exigência em relação ao próprio desempenho é uma das principais medidas para não supervalorizar uma frustração. Nem sempre é possível acertar. Por isso, um erro, um esquecimento, uma falha que compremeta a performance desejada, não passam de incovenientes. Não há tragédia alguma em errar.
A DOR DE UM AMOR NÃO CORRESPONDIDO...
Uma frustração,
Um tormento...
Essa dor,
Esse sentimento.
Tento evitar...
Pois me causa,
Um grande sofrimento
Por quê?
Por que isso?
Por que comigo?
Qual o motivo?
Não pedi,
Não escolhi...
Mas aconteceu.
E o que faço?
Luto? Fujo?
Escondo? Espalho?
Sinto saudade,
Sinto vontade.
Sei que não posso
Sei que não devo
Será que preciso me afastar?
Será essa a saída?
Será isso uma despedida?
Essa vontade...
Esse medo,
Esse insaciável desejo...
Amo você.
Mais preciso entender,
Que esse é um amor
Que não pode acontecer.
Demonstrei, falei
Lutei, amei
Tudo ao meu
Alcance eu tentei,
Mas... Mas não te ganhei.
Há amo muito,
E por isso
Abro mão de ti
Somente para, te ver feliz...
E eu? Eu... nesse sufoco
Vou seguindo
Todo iludido,
Correndo atrás,
Desse amor
Que não...
Não pode ser correspondido...
Pode não parecer corajoso, mas as vezes evitar o conflito é uma das coisas mais corajosas que alguém pode fazer.
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
Química... Ouvi falar que algumas pessoas a têm. Uma atração que não pode ser quantificada ou explicada. Será a razão por trás disso? Perda de controle. Talvez haja algo que eu possa fazer, para haver um modo de negar o que ela provoca em mim. E agora?
Não se conquista uma mulher com flores, a não ser que elas venham com atitudes verdadeiras. Porque as flores murcham, mas as atitudes ficam para sempre.
Não sei quantas vezes eu fui perdoado
Nem quantas vezes Deus ainda vai me perdoar,
Mas uma coisa eu sei, eu nunca vou desistir,
Sempre vou continuar.
Nem que eu seja o derradeiro a entrar no paraíso.
Suicídio
Já pensou alguma vez em suicídio?
Por favor, não pense mais nisso!
Suicidar é uma péssima solução
Não ajuda, só piora a situação!
Se sua vida está complicada
Esta ideia não resolve nada
O melhor que se tem a fazer
É mudar seu modo de viver!
A vida é um presente divino
Lugar onde fazemos nosso destino
Nós temos uma missão a cumprir
Seria muita covardia desistir!
O suicídio faz as coisas ficarem pior
Na próxima teremos que fazer melhor
A vida desertada gera muitos problemas
O espírito vivenciará graves dilemas!
Mesmo que seja ruim, viver é preciso
Devemos honrar nosso compromisso
Foi apenas um conselho, a opção é sua
Mas lembre-se que a vida continua...
Nós somos humanos e é parte da natureza humana que nós não aprendemos a importância de uma coisa até que seja arrancada das nossas mãos. No Paquistão, quando fomos impedidas de ir à escola é que me dei conta de que a educação é muito importante, e a educação é um poder para as mulheres. E é por isso que os terroristas têm medo da educação. Eles não querem que as mulheres seja educadas porque elas vão se tornar mais poderosas.
Quando uma mulher é Linda, ela só precisa sorrir !
E Quando ela não sabe disso, acha que tem que mostrar o corpo !
Pássaro
Aquilo que ontem cantava
já não canta.
Morreu de uma flor na boca:
não do espinho na garganta.
Ele amava a água sem sede,
e, em verdade,
tendo asas, fitava o tempo,
livre de necessidade.
Não foi desejo ou imprudência:
não foi nada.
E o dia toca em silêncio
a desventura causada.
Se acaso isso é desventura:
ir-se a vida
sobre uma rosa tão bela,
por uma tênue ferida.
Ser homem é ser responsável. É conhecer a humilhação diante de uma miséria que não parecia depender de nós. É orgulhar-se de uma vitória obtida pelos companheiros. É sentir, ao colocar nossa pedra, que contribuímos para a construção do mundo.
