Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Amizade verdadeira é uma preciosidade infinita. Encontramos refúgio, carinho, amor.
E se não cuidarmos de forma adequada, você pode perdê-la para sempre.
Não entendo porque continuo agindo assim
te provoco na esperança vã que receberei uma resposta diferente.
Mas de novo...só o silêncio.
Está na minha hora de calar.
Não se deve confundir liberdade com a falta de respeito. Somos seres individualizados, vivendo uma vida coletiva, numa condição social de amplitude cultural. O respeito é essencial.
Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. Dizem que quem se define se limita, discordo. Quem se define, possui autoconhecimento. Mas me definir eu diria que é uma tarefa difícil, porque as vezes nem eu mesmo me entendo.
Eu insisto no amor porque acredito nele. E não sou pessimista. Me quebrei uma vez, duas, três? Azar. Acredito sempre.
O tempo de uma fotografia
Não era nem ontem, e nós éramos um rostinho inocente posando para um retrato escolar. Olhinhos apertados, espertos, ávidos por ver a vida crescer. Crescemos nós. Já no mundo adulto, aquela foto da escola perdeu-se em alguma caixa parda que guarda fotografias do tempo em que elas eram reveladas. Eram aguardadas no suspense de seu conteúdo. Havia prazer em esperar. Fala-se disso:
_ As fotos ficaram boas? _ Vem aqui em casa pra ver!. Diálogos dos século passado.O mundo adulto, hoje, é cheio de pressa. Nem bem viveu-se algo, e esse algo já foi postado em alguma rede. Desfruta de uns segundos de visibilidade, para depois perder-se, em memórias cibernéticas. Será que as crianças de hoje ainda tiram fotos do tipo grupinho escolar? Todas as carinhas reunidas, professora do lado, e um fotógrafo gorducho mandando fazer xis.Não há muito tempo para esperas e aguardos. Hoje, é tudo para hoje. Será que no meio de tanta aceleração, dá tempo de se perguntar onde estarão aqueles meninos e meninas do nosso retrato escolar? Caminhos que nos engolem enquanto tentamos acrescentar alguns minutos à mais nas nossas horas corridas, e lá se foram os nossos primeiros melhores amigos.
A que se presta esta nostalgia? Serventia prática, nenhuma! Pensamentos miúdos não se prestam. Eles prezam. Prezam alguma coisa de valor que vai se perdendo pra não se perder tempo, e que podia ‘não’.
Podia-se não perder contato com as pessoas queridas.Podia-se responder os e-mails com muito mais palavras.Podia-se telefonar ao invés de encurtar tudo por sms.Podia-se ganhar da preguiça e chamar amigos pra um jantarzinho.Podia-se ultrapassar o tédio e organizar uma viagem.Podia-se fazer mais visitas, pra se ver ao vivo e à cores.Podia-se escrever uma carta, pra lembrar da própria caligrafia.Podia-se largar mão de artificialidades e conversar com mais vontade.Podia-se deixar pra lá a vaidade, e expor os sentimentos com mais verdade.Podia-se deixar o orgulho de lado e procurar reacender os afetos congelados.Podia-se dar um tempo aos formalismos das relações, e sair por aí, abraçando os outros,beijando os outros, olhando nos olhos dos outros…
Podia-se redescobrir aquele amigo, daquele tempo, e surpreender…
Em meio à tantas metas e prazos, a gente sabe que é na companhia do outro, na intenção e na atenção dedicados à amizade e ao encontro que a vida faz sentido. Sem perder tempo com as miudezas que importam, perdemo-nos todos. Perdidos e acelerados, periga que um dia, a gente não se ache mais.
‘Ultimamente têm passado muitos anos.’
Os homens (diz uma antiga máxima grega) são atormentados pelas ideias que têm das coisas, e não pelas próprias coisas. Haveria um grande ponto ganho para o alívio da nossa miserável condição humana se pudéssemos estabelecer essa asserção como totalmente verdadeira. Pois, se os males só entraram em nós pelo nosso julgamento, parece que está em nosso poder desprezá-los ou transformá-los em bem. Se as coisas se entregam à nossa mercê, por que não dispomos delas ou não as moldarmos para vantagem nossa? Se o que denominamos mal e tormento não é nem mal nem tormento por si mesmo, mas somente porque a nossa imaginação lhe dá essa qualidade, está em nós mudá-la. E, tendo essa escolha, se nada nos força, somos extraordinariamente loucos de bandear para o partido que nos é o mais penoso e dar às doenças, à indigência e ao desvalor um gosto acre e mau, se lhes podemos dar um gosto bom e se, a fortuna fornecendo simplesmente a matéria, cabe a nós dar-lhe a forma.
Porém vejamos se é possível sustentar que aquilo que denominamos por mal não o é em si mesmo, ou pelo menos que, seja ele qual for, depende de nós dar-lhe outro sabor e outro aspecto, pois tudo vem a ser a mesma coisa. Se a natureza própria dessas coisas que tememos tivesse o crédito de instalar-se em nós por poder seu, ele se instalaria exactamente da mesma forma em todos; pois os homens são todos de uma só espécie e, excepto por algo a mais ou a menos, acham-se munidos de iguais orgãos e instrumentos para pensar e julgar. Mas a diversidade das ideias que temos sobre essas coisas mostra claramente que elas só entram em nós por mútuo acordo: alguém por acaso coloca-as dentro de si com a sua verdadeira natureza, mas mil outros dão-lhes dentro de si uma natureza nova e contrária.
Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança na mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável.
Não sou do tipo que provoca o homem. Sou uma mulher decidida, porém, brincalhona. Tenho um jeito moleca, mas sou firme na minha postura. Eu me considero uma mulher independente e com foco.
A verdadeira religião não pode ser transformada em prisioneira de uma instituição ou ritual, nem pode distanciar-se por um minuto da ciência ou da filosofia. Ela deve isto sim avançar interdisciplinarmente unida ao livre pensamento.
O caratê não é uma fase. É um estilo de vida. Você pode deixá-lo por um tempo, mas ele nunca deixa você.
Tem a premência de salvar, mas não é uma bóia,
não provoca epifânias, e por isso nem é inspiração.
Não provoca nada.
Sabe aquele tipo de gente que é contrária a tudo e a todos?
Que não aceita um carinho, uma palavra, pra tudo diz não?
Que te suga as energias, te põe pra baixo e ainda acha
que tem razão?
Pois é..
Estou evitando!
O tempo não apaga lembrança. Saudades de uma amizade falante e de um carinho constante. E o sabor dos sentimentos que ficaram guardados.
