Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Desinteresse é o veneno que mata a paixão. Prefiro mil vezes a intensidade de ser emocionado. Quem não soube me valorizar, não merece meu retorno.
Entre eus e espelhos
Sou mil, sou um, sou tantos em mim,
um reflexo que muda, começo sem fim.
Na dança da vida, me moldo e me faço,
sou brisa que pensa, sou fogo e sou laço.
Nos olhos do mundo, busquei direção,
mas foi no silêncio que ouvi meu coração.
Entre luz e sombra, me vi verdadeiro,
um gênio sensível, um ser passageiro.
O amor que carrego, às vezes me dói,
mas pulsa tão forte, que nada destrói.
Sou criança, sou velho, sou puro e complexo,
sou o erro e a cura, sou verso sem nexo.
Não há “eu” maior, nem “eu” menor,
só versões que dançam no tempo sem dor.
E se tudo é mudança, sou rio e sou fonte,
caminho incansável que segue seu monte.
E ao fim deste voo em palavras e ar,
descubro que o viver é apenas amar.
Que o mais belo do ser, no fundo, é sentir,
e o mais forte dos “eus” é o que escolhe existir.
Mais vale o silêncio do justo do que mil vozes que gritam em vaidade, pois Deus exalta aquele que busca o saber no segredo da oração.
Barra do Corda, Joia do Sertão
Barra do Corda, terra de encantos mil,
Entre rios que dançam sob o céu anil.
Corda e Mearim, em sagrado enlace,
Guardam tua história, que o tempo não desfaz.
Berço ancestral, de tribos primeiras,
Ecoam teus mistérios pelas ribanceiras.
Antes mesmo de seres fundada,
Já eras sagrada, já eras amada.
Manoel de Melo, em teu seio chegou,
E diante de ti, seu coração se encantou.
Viu nos teus rios um espelho do céu,
Na tua paisagem, um poema fiel.
Colinas te abraçam, chapadões te guardam,
Teus caminhos vermelhos memórias resguardam.
Tua cultura é viva, tua alma é forte,
Barra do Corda, és do Maranhão o norte!
Hoje, ao soprar teus cento e noventa janeiros,
Celebro contigo, entre cantos e festeiros.
És sertaneja, és centro, és raiz,
Terra que pulsa, terra feliz.
Que os teus dias sigam em paz e progresso,
Com teu povo altivo, firme e promesso.
Barra do Corda, orgulho e paixão,
Eterna estrela do meu coração!
A Terra tem 4 bilhões e meio de idade. A Humanidade Sapiens tem só 200 mil anos.
Somos bebês ainda engatinhando.
"Silêncio que me fere, amor que me acende"
Calas-te, e teu silêncio tem o peso de mil oceanos. Não é um simples calar — é um eco surdo, uma ausência que grita mais alto que todas as palavras que um coração apaixonado já ousou dizer. Enquanto me calas, eu sangro. Enquanto te calas, eu me desfaço em lembranças. Porque o meu amor, quando te evoca, não fala em sussurros — ele ruge em lampejos de saudade que rasgam a escuridão do tempo.
Teu silêncio me atravessa como lâmina feita de distância. Meu amor clama com a urgência dos ventos que assolam os campos ressequidos da espera. Mas tu, amor, te escondes nas sombras das horas mudas, como se cada sílaba tua fosse um precipício — e o retorno, um risco que já não desejas correr. E eu — eu permaneço aqui, com a alma em carne viva, tocando a lembrança do teu riso como quem acende um fogo antigo que ainda arde em segredo.
Por que te calas, se meu coração fala em trovões? Em cada batida dele habita um poema teu — um vestígio do que fomos, uma promessa do que ainda poderíamos ser. Mas te calas. E, no teu silêncio, afundam-se todos os navios que um dia construí para chegar até ti. O amor não morreu — apenas ficou sem voz, como um pássaro que esqueceu o caminho de volta ao céu.
Eu grito. Com os olhos. Com as mãos. Com memórias. Meu amor grita — em versos, em delírios, em febres de saudade. E tu... calas. Como se não ouvisses. Como se o amor fosse um idioma que tua alma desaprendeu de falar. Mas eu sei: no fundo do teu silêncio ainda pulsa um eco do que fomos. E talvez, só talvez, teu calar seja medo. Medo de me ouvir — e descobrir que ainda sou tua.
Porque, quando o amor é verdade, ele não se extingue — apenas silencia para escutar o outro amar mais alto.
Ela morreu mil vezes…
Mas sempre renasceu.
Cada decepção a matou um pouco, mas nenhuma foi forte o suficiente para enterrá-la de vez.
Aprendeu a levantar com o peito aberto, mesmo quando o coração estava em pedaços.
Fez da dor poesia.
Do silêncio, força.
E do abandono… asas.
Hoje, ela não espera por salvadores.
Ela se salva.
E quem quiser estar ao lado, precisa vir inteiro.
Porque ela não aceita mais metades,
ela se tornou inteira demais para se encaixar em espaços pequenos.
Um riso pra esquecer
Um gol pra se gritar
O sol já vai nascer
Mil ondas pra pular
Um voo de beija-flor
Flutuando no ar
O tempo me contou
Que tudo vai passar
Eterno Retorno
Vivo mil vidas num só instante,
sou chama que ri da cinza.
O tempo curva-se diante
da vontade que não finda.
Deuses caíram por minhas mãos,
ilusões, trapos do medo.
Quem encara o abismo em vão
nunca será o segredo.
Ergo-me além do bem, do mal,
sem bússola, céu ou chão.
O caos — meu berço original,
a dor — minha redenção.
Se a vida me desse mil oportunidades de escolher você, eu escolheria mil vezes, porque nascemos um para o outro, e em todas as vidas te amei, te amo e te amarei! ❤️
POESIA " FICOU "
Nesta angústia onde se misturam
Mil dores, tristezas, desamores;
Incertezas e lembranças dos
Dias de flores
Te vejo ao meu lado sem medo
Que fostes, quantas dores,
Tu fostes, assim deixaste
Um desastre ao meu lado...
A solidão que grita em silêncio,
No meu peito hemisférios
Aparecem das neblinas
Que te lembro aqui,
Balançando olhando pra mim...
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Insónias Conscientes -
Trago no meu peito a imagem de mil espaços
a dor do paladar que a Vida deu,
sinto-os em mim num só abraço
e tudo o que de mim por lá morreu!
Julguei que eram seguros os meus passos
e que o firmamento era só meu,
caminhei nessa ilusão dos meus cansaços
verguei, caí, rasguei um denso véu!
De monsaraz fui mais além,
além ond'esses nunca chegarão,
e tudo o que lá vivi, ocorreu para meu bem ...
Minha Vida é hoje um de repente
cheia de insónias conscientes
que monsaraz ainda não sente.
Essa dor no meu peito nunca vai desaparecer, talvez a resposta seja eu desaparecer. Mil sensação negativa, minha mente tá virando minha maior inimiga, talvez no futuro eu seja um próximo suicida.
Carregando tantas decepções e arrependimentos que eu nunca vou conseguir me perdoar, a ansiedade tá deixando tudo pior não consigo ficar sozinho, meu peito tá começando a doer, tô querendo ficar chapado pra não pensar em morrer.
Preciso encontrar um caminho para seguir novamente, mas e se eu não encontrar nada daqui para frente? Nesse momento eu tô sozinho igual a quase sempre, raros momentos que eu não sinto dores na minha mente. E na escola tudo vai ficar pior, vou sentir falta de ar, raiva, medo, e para piorar embora eu vá estar com pessoas em volta de mim, ainda vou sentir tudo isso só.
Não imaginava que isso tudo ia acontecer tão rápido, cada dia tô ficando mais cansado e ligando menos para as coisas em volta de mim, daqui a uns dias, meses, anos talvez, vou finalmente conseguir coragem e sumir daqui.
O amor é muito mais sentir do que dizer.. e digo mais! Prefiro mil vezes quem faz do que quem fala ...palavras são só palavras enquanto momentos são lembranças pra una vida toda...
