Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Eu não era nem o melhor do mundo nem uma das piores contratações da história do Real Madrid. Eu era um filho de Deus. Minha identidade estava na fé. Deus me amava em qualquer situação.
As vezes parece que existe uma parede de vidro na frente dos nossos objetivos, você os ve, mas não consegue alcança-los, é dificil quebrar essa barreira, mas não impossível, nada é impossível, ainda mais quando a sorte e a força de vontade são maiores do que qualquer outra coisa. É uma questão de coragem para se jogar nesse mundo misterioso e complicado no qual vivemos
OUSADIA
No meu intimo, uma desnecessidade se aguça.
Creio descomplexa, de não ter nada a desdizer.
Já me levo inteiro de indagações a juntar atalhos,
De quem bem sabe o quanto custa o desviver.
Mas não existo o bastante para deixar de aspirar.
Espio manhãs. Não graduo conjuras.
Apraz-me compreender que uma reta contém variáveis.
Meus poros se aguçam de humana estatura.
Minhas inquietações desfiam-se visíveis.
Confesso-me indisciplinado com as formalidades do risco.
Em quase tudo me arde, o que suponho merecer.
E se não o sentir, não me impele o florescer.
Tenho dificuldades com prognósticos do viver pré-definido.
Não uso decifrador de tempo, para embeber-me do instante.
Declaro-me avesso em não desfrutar o que o momento instaura.
E quando me chega, pousa em minhas mãos, como se vindo da alma.
Carlos Daniel Dojja
Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.
A genética é uma fdp* sanguinária e sociopata, que não tem a menor cerimônia em transformar a vida de muitos num terror desde o primeiro dia de suas existências,
MAS... vamos ser gratos.
Já disse uma certa Martha Medeiros: Solidão não se cura com o amor dos outros. Se cura com amor próprio."
Muita gente deve concordar com a idéia, é por isso que o mundo está cheio de gente solitária se amando. Não sabem de nada. Antes bem acompanhado do que só!
O Coelho que Não Sabia Perder
Era uma vez um coelhinho chamado Tico. Ele era o mais veloz da floresta e adorava competir. Corria com os esquilos, pulava com os sapos e até apostava quem conseguia comer mais cenouras com os outros coelhos. Mas havia um problema: Tico não sabia perder.
Quando ganhava, ele pulava de alegria e gritava:
— Eu sou o melhor! Ninguém me vence!
Mas quando perdia, ficava emburrado, cruzava os braços e dizia:
— Isso não valeu! Vamos jogar de novo!
Certo dia, os animais da floresta organizaram uma grande corrida. Todos estavam animados, e Tico tinha certeza de que venceria. Mas, para sua surpresa, um tatu chamado Tutu ganhou a corrida!
Tico ficou tão bravo que não quis cumprimentar Tutu e foi embora pisando forte. Sentou-se debaixo de uma árvore e resmungou:
— Isso não é justo! Eu sempre ganho!
Foi então que a coruja Sabiá pousou ao seu lado e disse:
— Tico, ganhar é bom, mas perder também ensina algo importante.
— Ensina o quê? — resmungou o coelhinho.
— Ensina que nem sempre podemos ser os melhores em tudo, e que parabenizar os amigos quando eles vencem nos torna grandes de verdade.
Tico pensou por um momento e percebeu que, enquanto estava ali emburrado, os outros animais estavam felizes comemorando juntos.
No dia seguinte, ele procurou Tutu e disse:
— Parabéns pela corrida! Você foi incrível!
Tutu sorriu e respondeu:
— Obrigado, Tico! E você corre muito rápido! Quem sabe na próxima corrida você ganha?
A partir daquele dia, Tico aprendeu que o importante não era só ganhar, mas também se divertir e torcer pelos amigos. E assim, a floresta ficou ainda mais alegre, com brincadeiras onde todos saíam ganhando, no coração.
Fim.
É uma imensa loucura
O meu corpo querer
Se entrelaçar
No seu
Não querer mais te soltar
E aprender
A te desejar com
O profundo da alma
Queima a contradição
Em meu ser
Uma hora eu quero
Outra hora não quero
Pensamentos confusos
Que se perdem no meio do medo
De querer te sentir
De ti ter grudadinho em mim
E me deleitar nos teus beijos
Enfim não quero me apaixonar por você
O pecado não tratado se torna uma sombra sobre a mesa da comunhão. Ele apaga a alegria do pão e esvazia o sentido do cálice. Não por causa do pecado em si, mas por causa do orgulho que se recusa a trazê-lo à luz.
A comunhão verdadeira só é possível onde há luz. E a luz, quando chega, expõe, mas também cura.
E quando escrevo, não sou eu a escrever, mas uma parte do meu ser que até eu mesma desconheço.
Enquanto a tinta se derrama, é outra parte de mim que se inflama, buscando, talvez, o meu próprio endereço.
Que não nos falte serenidade e uma boa dose de coragem para sair dos lugares onde o coração nos diz que não consegue mais ficar, pois aquilo que o movia deixou de fazer sentido.
Não se engane com minha melancolia
Ela é uma parte de mim que me renova
E eu não quero evitá-la
Ou fingir que não existe.
Somos um amor não testado?
Uma coleção de perguntas sem resposta?
Um sem-fim de começos não vividos?
Não apresse seu destino pra não ter complicações futuras.
A vida é uma ótima escola e o tempo é um excelente professor
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