Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Ela é linda,
tem um brilho sincero
no olhar,
um sorriso com sabor de infância,
de quem não deixou
de se deslumbrar
com a simplicidade da vida,
onde o amor é uma constância,
apesar de já ter sido ferida, não perdeu a esperança,
portanto, conquistá-la
é uma grande conquista
e amá-la é cultivar
agradáveis lembranças.
Diz o ditado: quem não se arrisca não petisca. E quem se arrisca por demais, pode acabar com as mãos e com o coração vazios.
Alguns sentimentos não cabem em palavras. Apenas apertam o peito e nos fazem ansiar pelo incontrolável. Caminhamos assim, meio inteiros, meio devorados por aquilo que não sabemos nomear.
Insistimos no que não vale a pena até nos ferirmos por sentimentos e ilusões que criamos. A vida, porém, sempre acerta as contas: geralmente com algo que dói, mas que também abre os olhos.
Perdão… Não Significa Aceitação.
O Fato De Perdoar, Não Significa Prisão… Ou Ter Que Estar Junto Ou Conviver No Mesmo Espaço. Perdoar é Saber… Ter Convicção., e Não Sofrer Com Os Feitos Alheios.!
Não confie nos pensamentos que você tem em meio a turbulência dos sentimentos.
Até a água reflete melhor quando está calma e parada.
Não é tão fácil esquecer. Não foi um sentimento tão descartável que me fez desejar estar sempre ao lado dela.
(Hatsuharu)
O Primeiro Beijo
Não me lembro bem do primeiro.
Foi rápido e inesperado!
O segundo foi de tremer as pernas.
O último teve gosto de lágrimas;
E todos os outros, foram um começo . . .
Tinham gosto de nós.
Para cada escolha, muitas renúncias. Infelizmente nessa vida não podemos ter tudo que queremos, por isso somos obrigados a ter prioridades
O narcisista que parece santo, mas não é!!!
Sam Vaknin, especialista em narcisismo, descreve o “narcisista comunal” como um subtipo específico de narcisista, que busca suprir suas necessidades egoístas por meio de comportamentos aparentemente altruístas, empáticos e morais.
O que realmente me assusta nessa engrenagem religiosa não é o eco cansativo da palavra 'submissão'. O que me revira o estômago é o silêncio cirúrgico que vem depois. Há um arsenal de versículos prontos para moldar o corpo, o tom de voz e o tamanho da saia da mulher. Mas quando essa mesma fiel senta no banco do templo com a alma em frangalhos — ou com manchas roxas que o casaco comprido tenta sufocar —, a teologia deles convenientemente perde a voz.
Não existe um sermão de domingo contra o terrorismo doméstico praticado por maridos que, do lado de fora, simulam santidade. Não há clamor no altar contra o homem que usa as Escrituras como mordaça e o lar como cativeiro. Ao empurrarem a obediência cega e ignorarem o espancamento e a tortura psicológica, essas instituições não estão salvando casamentos; estão blindando criminosos. A igreja, que deveria ser o refúgio, escolhe ser o biombo que esconde o monstro.
Há uma pressa vergonhosa em exigir o perdão da agredida, obrigando-a a engolir o próprio choro para manter as aparências de uma 'família tradicional'. Mas na hora de estender a mão para arrancá-la daquele inferno, o discurso muda: dizem para ela orar mais, aguentar mais, carregar a cruz. Esse abandono não é apenas covardia, é cumplicidade de púlpito. A lição urgente que essas lideranças precisam aprender é que Deus não habita onde a violência é acobertada. Se a sua fé serve para controlar a vida de uma mulher, mas falha miseravelmente na hora de salvá-la da morte dentro de casa, ela não é religião; é apenas um pacto de silêncio mascarado de santidade.
Chore sempre que sentir vontade.
Chorar não é sinal de fraqueza e muito menos algo vergonhoso. Colocar pra fora o que está machucando é normal e muito necessário.
Permita-se chorar algumas vezes, as lágrimas irão levar com elas a dor que está apertando o peito. Elas são as palavras que foram engolidas ao invés de serem ditas. Mas lembre-se que nem todos tem o direito de te ver chorando, pois é seu lado humano mais vulnerável e a sua essência nem todos podem ter acesso.
