Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
Há algum tempo eu tento entender o significado desta expressão: "borboletas no estômago". Estes dias estava lendo um texto lindo quando a autora falou sobre as tais borboletas no estômago, aí o texto perdeu a graça para mim, pois aquilo não fazia sentido algum. Então decidi procurar o significado. Mas continuava sem fazer sentido algum. Mas nestes últimos dias, eu descobri o porquê de nada fazer sentido. Borboletas no estômago não se explica, se sente! Pois é, a vida tratou de me dar o verdadeiro significado e realmente é inexplicável. Acho que talvez essas borboletas se mostram de uma forma diferente para cada um de nós. Então não se pode definir em uma única forma. Mas uma coisa eu sei, uma coisa em comum todos têm: o sentimento. É preciso estar amando verdadeiramente para sentir as borboletas no estômago. É preciso estar amando para elas "voarem" dentro de ti. E quer saber de uma coisa? Não tenha pressa em senti-las. Quando for verdadeiro, elas vão acordar dentro de ti e te farão sentir náuseas, inquietação, nervosismo. Te farão sentir frágil, feliz e viva!
A sabedoria grita "precisamos descobrir quando as estações mudam em nossas vidas". Há tempos diferentes para propósitos diferentes.
“Pegue, se pegue, corra, seja exclusivo, tenha em mente que com exclusividade há também a imensa necessidade, esta que um dia o fará falta quando abrir os olhos e avistar que não estou mais a seu bem estar. Falo com palavras sensatas, límpidas e contidas, haja vista que não tenho em seu retorno o que mais espero, aliás, tenho sim, cada sorriso teu a minha direção, me faz acelerar a pulsação, me faz crer em o quanto eu quero você, seja exclusivo, corra, se apegue, pegue.”
Há luz que nos banha com seus raios coloridos, nos unem e nos aproxima cada vez mais do elemento exencial para vida, a alegria.
A objetividade, então, surge porque há uma percepção de que os fatos são subjetivos, ou seja, construídos a partir da mediação de um indivíduo, que tem preconceitos, ideologias, carências, interesses pessoais ou organizacionais e outras idiossincrasias. E como elas não deixarão de existir, vamos tratar de amenizar sua influência no relato dos acontecimentos. Vamos criar uma metodologia de trabalho.
Relacionamentos sâo contratos de riscos. Nâo há garantia na paixâo e no amor. Cada um sabe por quem deve lutar e quem é digno da conquista.
E há sempre algo em nós que apenas não conseguimos dominar. Digo isto porque esta é a mais pura realidade. Desde que o mundo é mundo, e nele há vida, isto é um fato verídico. Pensamentos, vontades, desejos mais insaciáveis, ações repentinas e palavras inoportunas. Não conseguimos dominar certas ações e emoções apenas pelo fato delas ser o que mais queremos. Pensem comigo; todos nós temos dois lados instintivos, pelo qual podemos chamá-los de razão e emoção. Há aqueles que sempre seguem o lado emotivo, dizem “ouvir” e “seguir” os “mandamentos” do coração, pois afirmam que a vida é realmente isto, o ato de arriscar, de acertar, e se errar é conseqüência, e com o erro aprenderemos. Há aqueles, portanto, que sempre seguem a razão para realizar determinada ação, dizem ser esta a forma mais correta de analisarmos fatos para que a teoria não falhe, e, portanto, não sofra danos irreparáveis, como por exemplo, um projeto mal resolvido, uma viajem fracassada, ou até mesmo um coração partido. Mas por que não conseguimos dominar nossos pensamentos e/ou emoções? A resposta para esta pergunta é muito simples. Basta pensarmos um pouco. O que acontece é que, razão e emoção jamais andam juntos. Isto aprendemos em filosofia no Ensino Médio, ou mesmo com a vida desde crianças. Acontece que, determinados acontecimentos pedem resoluções rápidas e drásticas. E, grande maioria das vezes, a melhor decisão a ser tomada é justamente aquilo que menos gostaríamos de fazer. Cada problema possui em si uma incógnita, uma letra com valor desconhecido para que possamos calcular e resolver determinado problema rapidamente. Para calcularmos podemos usar métodos direto ou indireto que facilite ou prolongue a operação sendo feita, do resultado final. E assim não deixa de ser a vida e todas as realizações da mesma. Não conseguimos conciliar razão e emoção, fazer com que ambos andem juntos, trazendo a todos então uma sensação de saciedade e prazer espiritual. Somos seres masoquistas. Gostamos do que é mau. Do que machuca. Do que demonstra mistério, segredo. Gostamos do que não se pode desvendar. Do que é errado. Do que nos aproxima do “inferno” desde que nos leve ao “paraíso”. Isto é que nos fascina. A busca pelo novo, pelo diferente, pelo proibido. E assim, na sede de vivermos o proibido, o que nos proporcione aventura e faça com que o grau de adrenalina aumente em nosso corpo, vamos remediando, pressupondo que seja algo efêmero, e que por si só seja resolvido ou “desmanchado”. Pelo fato da razão dizer “não, pare, isto não é o melhor para você”, mas a emoção dizer “continue, isto te faz bem, quem sabe não dará certo”, deixamos de pensar a longo prazo e passamos a ser imediatistas, vivendo imensamente e insanamente o que é momentâneo. Nosso lado egocêntrico é traidor. Ele faz com que atiremo-nos em um precipício sem saída. O precipício da loucura em busca de satisfazermos nossos luxos da vaidade. Nosso senso de “altruísmo por si próprio” vai se desfigurando. Enfim, esta é a lei da existência. Querermos o que não nos pertence; continuar com o que não é recomendável; viver o que é insensato. Cair, machucar, sangrar, mas mesmo assim, sabendo de todos os riscos e conseqüências, levantar, prosseguir e se necessário, fazer tudo novamente. Aliás, de que adianta viver sem antes termos cometido loucuras paranormais?
Acreditar naquele que diz a verdade é como acreditar em si mesmo quando não ha intenção de mentir, mas a pior parte é quando se deixa levar pela mentira dos outros e acaba mentindo junto também, então a melhor coisa seja justamente não mentir, pois a verdade dói, mas ela Liberta...
Tudo isso que há dentro de mim não é algo que posso interpretar com algumas palavras, e pior, nem gestos. Por mais que diga que faço tudo pra te ver bem, nada que faço é algo comparado ao que sinto por você. É algo tão intenso que nada nesse mundo pode ser comparado a tamanha grandeza, e afinal, você sabe. Tudo que eu te digo não é uma simples ilusão ou meros poemas, é uma das formas de demonstrar todo o meu amor.
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