Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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A extinção

Há uma riqueza imensurável que se perde a cada geração que passa:
o valor pela vida e pelas vidas.
O amor ao próximo, à natureza e aos seres vivos.

Vivemos a desconexão, o desligamento da existência humana em relação ao planeta e a todo o ecossistema que proporciona a vida. É ele quem cria e mantém o ambiente em perfeita harmonia, proporcionando as condições necessárias para que a vida cresça e se adapte.

Mas nós, os seres “racionais”, somos a causa dos males e da destruição desse ambiente rico e valioso do qual dependemos. E não existe outro recurso, outro lugar viável para a vida fora daqui.

A ignorância, a soberba e a avareza são as armas de destruição em massa que consomem sem limites o planeta. Assim, provocam não só a destruição, mas a extinção — não só das espécies pacíficas, necessárias e vivas, mas a nossa própria extinção.

Fica a pergunta:
Qual o propósito de destruir o mundo, o planeta, por algo que só pode existir se a vida permanecer?

A extinção
Por Marcio Melo
Ativista pela vida

Há milagres que nascem muito antes de serem vistos. Enquanto o coração aprende a esperar, Deus já prepara caminhos que os olhos ainda não conseguem enxergar. Nenhuma oração sincera se perde, nenhum silêncio passa despercebido. Quem confia no tempo do Senhor descobre que o impossível é apenas o começo daquilo que Sua graça é capaz de realizar.

Saber é um movimento importante de adquirir, resgatar e guardar as informações, fundamentos e hábitos.

Não há nada bom nem mau, mas os lados o desenham assim.
O bem e mau são umas qualidades intocáveis, nem umas imparáveis.
O bem é uma qualidade clara e nova.
O mal é uma qualidade escura e velha.
Logo, o bem e mal merecem uns significados das meras qualidades.

“Toda grande mudança começa com uma decisão pequena,enquanto houver boa vontade e disciplina haverá transformação.

Não há dor capaz de deter uma alma que descobriu o sentido de sua caminhada.

Sejam independentes, se possível. Há quem nunca tenha tido essa oportunidade.

Há olhares que atravessam o tempo. Entre um piscar e outro, cabe uma eternidade.
Vilma Martins

No tribunal da verdade , prevalece a justiça, onde nada se esconde que não há de se revelar , pois Deus oferece muitas oportunidades para que a libertação seja alcançada através do arrependimento.
João Batista Barbosa

Há uma verdade que poucas pessoas têm coragem de aceitar: nem sempre deixamos de amar. Às vezes, apenas deixamos que o medo fale mais alto do que o sentimento.


É curioso perceber como alguém pode amar intensamente e, ao mesmo tempo, se convencer de que ir embora é a melhor escolha. Não porque o amor acabou, mas porque as dúvidas cresceram mais rápido do que a confiança. Porque pessoas de fora deram opiniões sobre uma história que nunca viveram. Porque o orgulho fez parecer fraqueza aquilo que, na verdade, era coragem: permanecer.


O ser humano possui um hábito silencioso de acreditar mais nas próprias inseguranças do que nas demonstrações de carinho que recebe. Uma palavra negativa pesa mais do que cem gestos de amor. Uma desconfiança pode destruir em minutos aquilo que levou anos para ser construído.


E então a distância começa.


Primeiro diminuem as mensagens. Depois desaparecem as ligações. Os "eu te amo" se transformam em silêncio. Até que um dia dois corações que ainda se amam passam a viver como completos estranhos.


O mais triste é que, muitas vezes, ninguém traiu, ninguém deixou de sentir. Apenas deixaram de conversar. Deixaram que o orgulho respondesse no lugar do coração. Deixaram que outras pessoas escrevessem o final de uma história que só pertencia aos dois.


O tempo passa, e a vida continua. Mas há sentimentos que não obedecem ao relógio. Existem pessoas que seguimos amando em silêncio, mesmo depois de meses ou anos. Não porque esperamos que voltem, mas porque certos sentimentos não desaparecem; eles apenas aprendem a existir em um lugar onde já não fazem barulho.


Talvez o maior erro do ser humano seja imaginar que sempre haverá tempo para voltar atrás. Que um pedido de desculpas pode esperar. Que um abraço pode ser dado amanhã. Que quem ama estará ali para sempre.


Mas a verdade é que o tempo nunca promete outro encontro. Existem despedidas que acontecem sem que ninguém perceba. O último abraço nem sempre parece o último. A última conversa quase nunca tem cara de despedida.


E quando entendemos isso, resta apenas o peso de uma pergunta que ecoa dentro da alma:


**"Será que eu perdi essa pessoa porque ela deixou de me amar... ou porque deixei minhas dúvidas falarem mais alto do que o amor que ela me oferecia?"**


Algumas respostas chegam tarde demais. E, quando chegam, já não servem para mudar a história. Servem apenas para ensinar que o amor raramente acaba de uma vez. Na maioria das vezes, ele é sufocado, pouco a pouco, pelas palavras que nunca foram ditas, pelos medos que nunca foram enfrentados e pelas pessoas que jamais deveriam ter tido voz dentro de uma relação construída por dois corações.

RUÍNAS


Caminho entre os restos do que um dia fui.
Não há mapa para quem precisa reaprender a existir.
O silêncio pesa, como se o mundo inteiro tivesse sido deixado sobre o meu peito.
Mesmo assim, algo pequeno insiste. Uma luz quase tímida entre as rachaduras da alma.
Ela não grita, não exige... Apenas lembra, paciente, que até as ruínas guardam espaço para um novo começo.


>•< IANI MELO

''Não há como sultão marroquino na Arabia,Arabia Saudita.''

UTI da alma.
Tem gente em terapia há anos tratando "relacionamento que não deu certo".
Quando devia tá na delegacia tratando estelionato emocional.

Van Escher

Há pessoas que se embrulham no próprio orgulho, como se ele pudesse blindar suas vidas.
Esse é, talvez, o retrato mais claro da ingratidão pela própria existência.
Falta-lhes a consciência do que a vida representa, diante da espiritualidade e da força silenciosa da humildade.
A vida é um milagre. E é na modéstia que encontramos a chance de renascer das próprias cinzas.


Otávio Mariano

“Há sorrisos que contagiam. Outros ferem.
Há os que nascem do amor… e os que servem à conveniência.”
“Nem todo sorriso é luz.
Alguns são disfarces bem treinados.”


Otávio Mariano

Quando o amor pede um lugar


Há quem entregue o melhor de si sem medir esforços, sem economizar carinho, sem calcular a intensidade.
Ama com presença, com cuidado, com vontade de construir.
E, ainda assim, guarda no peito um desejo simples:
não ser um segredo.
Não por vaidade, nem por aplausos, mas porque todo amor merece um lugar ao sol.
Há uma paz diferente em saber que alguém não tem medo de caminhar ao seu lado.
No fim, não é sobre aparecer.
É sobre pertencer.
Sobre sentir que o amor, quando é verdadeiro, não precisa se esconder para existir.

A crença existe onde não há certeza absoluta.

Não há cristianismo sem sangue, pois não há salvação
sem a vida do Cordeiro entregue em nosso lugar.

O medo te aponta onde falta confiança. O apego mostra onde há escassez dentro de você.

Há um tipo de solidão que não tem barulho que distraia.
Ela aparece no meio da multidão, quando tudo está cheio por fora e vazio por dentro. Quando há vozes, notificações, compromissos, rostos... mas nenhum lugar onde a alma realmente repousa.
E é ai que o coração começa a lembrar.
Lembrar de um tempo em que a vida não precisava ser provada o tempo inteiro. Em que havia simplicidade na fé, descanso na entrega, e uma paz que não dependia de performance, nem de aprovação.
Uma paz que vinha de estar em Yeshua não como ideia distante, mas como presença viva que acolhe até o que você não sabe explicar:
Porque a solidão mais profunda não é estar sozinho.
É estar desconectado do que te sustenta por dentro.
O aos poucos o orgulho vai tentando convencer que dá pra seguir assim mesmo. Que não precisa voltar. Que já passou. Que tanto faz.
Mas o ego, por mais alto que fale, nunca consegue curar o vazio-que ele mesmo ajudou a criar.
Há um chamado mais baixo que o orgulho. Mais suave que a culpa.
Mais firme que a confusão.
um chamado que não força convida.
Não acusa restaura. Não expõe cobre com paz.
Voltar não é sobre se diminuir. E sobre se alinhar.
É reconhecer que existe um lugar de descanso onde o peso não precisa ser carregado sozinho. Onde o coração não precisa performar força o tempo inteiro. Onde você pode simplesmente ser sem máscara, sem defesa, sem guerra interna.
Yeshua não chama pelo seu desempenho. Ele chama pelo seu nome quando ninguém mais conseque te alcançar por dentro.
E talvez o primeiro passo não seja grandioso. Talvez seja simples como parar de fugir de si mesmo. Respirar com honestidade.
Admitir o cansaco. Permitir-se voltar ao básico da alma humildade.
Porque a humildade não é se diminuir. É se posicionar no lugar certo da vida.
E nesse lugar, o orgulho perde peso. O ego perde voz. E a paz volta a ter espaço.
Voltar é isso-quebrar a ilusão de que você precisa se bastar sozinho.
E descansar outra vez na verdade de que existe um amor que não se afasta quando você se perde-ele te espera até você lembrar de onde veio a sua paz.
E existe algo que o orgulho tenta esconder, mas que a verdade insiste em revelar com delicadeza - você não é o único que erra.
Todos erram. Todos falham. Todos, em algum momento, se perdem de si mesmos, dizem o que não queriam, se afastam do que sabiam ser certo, se confundem no caminho, se cansam da própria tentativa de acertar.
A humanidade não é feita de perfeitos é feita de pessoas em processo.
E por isso a graça existe.
Em Veshua, isso não é teoria bonita, é fundamento vivo não é sobre nunca falhar, é sobre não ser definido pela falha. É sobre entender que o erro não tem a palavra final sobre quem você é. Existe perdão. Existe recomeço. Existe restauração. o talvez o passo mais dificil não seja pedir perdão aos outros mas permitur-se receber o perdão que já foi oferecido e estendê-lo a si mesmo.
Você está perdoado.
Não como uma ideia distante. Mas como uma verdade que pode ser acolhida agora, se você parar de lutar contra si mesmo por tempo suficiente para ouvir.
Liberar perdão para si mesmo é quebrar correntes invisíveis. E parar de carregar um peso que não foi feito para ser permanente. E sair do ciclo onde você se acusa por dentro-enquanto tenta seguir por fora.