Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
No Limiar dos Dias
Aprendemos que a vida não é um carnaval contínuo.
Há horas em que o corpo se ergue como trincheira,
as pernas inquietas tecem labirintos sem chão,
e os pensamentos, cavalos desgovernados,
rasgam a madrugada com cascadas de talvez.
Então, o mundo se cinde:
de um lado, o véu da fantasia,
onde os desejos são sussurros em chamas, do outro, o chão da realidade, cujas raízes sangram números, horas, cicatrizes.
A conta chega não em moedas, mas em peso.
E se você não se posiciona, o tempo se pociona por você, assim como rio que não retrocede, esculpe suas margens em seu lugar.
Não há escapatória:
é preciso largar a pedra que carrega, aquela que entala o peito e finge ser abrigo,
e seguir com o rio, entregar-se à correnteza que arrasta
até o mar, onde o sal dissolve certezas e o infinito é um útero de recomeços.
Pois só quem solta o lastro do controle descobre que navegar
é também ser navegado pela força que move planetas e ciclos: a arte sagrada de fluir.
Há algo errado quando você sabe tudo sobre quem aparece nas telas, mas quase nada sobre Aquele que sustenta a sua vida todos os dias.
Há pessoas que serão profundamente amadas no discurso de despedida, mas invisíveis durante a própria vida.
Querer é bom
Mas nada é
Pois no querer só há vontade
Como uma faísca da ação
Porém o querer
Acompanhado com a ação
De fato é
Pois te tira dos bastidores
Te empurra dos mundos dos sonhos
E te leva aos métodos
Para a sua concretização.
A vida tem constantes surpresas. Agradáveis ou não, todas elas servem de aprendizado a nós. Não há como se moldar um caráter se não houver fricção.
AC Lopes
"Há pessoas que envelhecem porque o tempo passa. Outras amadurecem porque o tempo ensina. As primeiras contam anos, enquanto as segundas acumulam significado. A verdadeira juventude não consiste em conservar a aparência da primavera, mas em preservar a capacidade de florescer em todas as estações da vida."
As pessoas do mundo te elogia,
porque no coração há falsidade,
os cristãos te alerta,
porque conhecem a verdade!
"Há aniversários que celebram apenas a passagem dos anos. Outros celebram a presença de uma pessoa cuja existência se converteu em bênção para os que a cercam. Nesses casos, não é o tempo que está sendo homenageado, mas a vida bem vivida. E uma vida bem vivida é aquela que, ao passar, deixa mais luz do que encontrou."
“Há momentos em que a maior sensatez da vida é permitir-se uma pequena e necessária insensatez.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há mais verdade em um riso espontâneo do que em muitos discursos impecavelmente sensatos.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há mais beleza em existir sem filtros do que em posar para uma perfeição que ninguém sustenta.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há pessoas que calculam tanto o caminho que nunca chegam a caminhar.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há dores femininas que não aparecem nos documentos, mas permanecem escritas no silêncio das gerações.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há pessoas que funcionam por fora enquanto desmoronam silenciosamente por dentro.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há uma crueldade social em chamar de força aquilo que, muitas vezes, é abandono institucional.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A moxa lembra que há dores que pedem calor, mas todo calor precisa de discernimento para não virar excesso.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há prisões que não parecem prisões, porque foram construídas com elogios, deveres, sacrifícios e falsas virtudes.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há pessoas que não sentem pouco ou muito; sentem em abismos, como se cada emoção pudesse derrubar o chão inteiro.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há palavras que não curam pela magia, mas pelo sentido que oferecem à dor quando o corpo já não consegue explicar sozinho.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
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