Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
Há tempos, quando a educação era respeitada, os professores eram rígidos e até cruéis; no entanto, aluno algum ousava zombar deles, agora ainda o são, mas uns com os outros, e ninguém respeita a escola.
Há os que me chamam de velho gagá, zombam de meu magistério, da minha aula, da minha autoridade. Sou um profeta Eliseu sem Deus e sem ursas!
Especulações em torno da palavra homem
Mas que coisa é homem,
que há sob o nome:
uma geografia?
um ser metafísico?
uma fábula sem
signo que a desmonte?
Como pode o homem
sentir-se a si mesmo,
quando o mundo some?
Como vai o homem
junto de outro homem,
sem perder o nome?
E não perde o nome
e o sal que ele come
nada lhe acrescenta
nem lhe subtrai
da doação do pai?
Como se faz um homem?
Apenas deitar,
copular, à espera
de que do abdômen
brote a flor do homem?
Como se fazer
a si mesmo, antes
de fazer o homem?
Fabricar o pai
e o pai e outro pai
e um pai mais remoto
que o primeiro homem?
Quanto vale o homem?
Menos, mais que o peso?
Hoje mais que ontem?
Vale menos, velho?
Vale menos, morto?
Menos um que outro,
se o valor do homem
é medida de homem?
Como morre o homem,
como começa a?
Sua morte é fome
que a si mesma come?
Morre a cada passo?
Quando dorme, morre?
Quando morre, morre?
A morte do homem
consemelha a goma
que ele masca, ponche
que ele sorve, sono
que ele brinca, incerto
de estar perto, longe?
Morre, sonha o homem?
Por que morre o homem?
Campeia outra forma
de existir sem vida?
Fareja outra vida
não já repetida,
em doido horizonte?
Indaga outro homem?
Por que morte e homem
andam de mãos dadas
e são tão engraçadas
as horas do homem?
Mas que coisa é homem?
Tem medo de morte,
mata-se, sem medo?
Ou medo é que o mata
com punhal de prata,
laço de gravata,
pulo sobre a ponte?
Por que vive o homem?
Quem o força a isso,
prisioneiro insonte?
Como vive o homem,
se é certo que vive?
Que oculta na fronte?
E por que não conta
seu todo segredo
mesmo em tom esconso?
Por que mente o homem?
mente mente mente
desesperadamente?
Por que não se cala,
se a mentira fala,
em tudo que sente?
Por que chora o homem?
Que choro compensa
o mal de ser homem?
Mas que dor é homem?
Homem como pode
descobrir que dói?
Há alma no homem?
E quem pôs na alma
algo que a destrói?
Como sabe o homem
o que é sua alma
e o que é alma anônima?
Para que serve o homem?
para estrumar flores,
para tecer contos?
Para servir o homem?
Para criar Deus?
Sabe Deus do homem?
E sabe o demônio?
Como quer o homem
ser destino, fonte?
Que milagre é o homem?
Que sonho, que sombra?
Mas existe o homem?
FUGA
.
Há quem diga que a fuga é ato de covardia...
Pois digo que não, é um ato de cautela.
Covardia é um ataque impiedoso
a um ser indefeso.
" Há muitas igrejas.Mas,só uma pedra viva.Há muitas injunções de nobreza.Mas,só um príncipe da paz".
Obediência forçada não é virtude! Quanto mais leis, mais transgressão. "Só há amor quando não existe nenhuma autoridade." (Raul Seixas). Alunos não respeitam suas aulas e professores porque gostam de ser mal amados. Acostumados escravos não sabem o que fazer com a liberdade.
Há uma voz na esquina que não pára de cantar
Voz doce, afinada, feminina, macia
Mãos delicadas que não param de tocar
E tocam as cordas de seu violão
Corta o silêncio da noite como se fosse a única proprietária
Mas, enfeita como se fosse a mais brilhante estrela
E ensaia
É pura imaginação
Quarto de menina moça
Uma mistura de gostos para quem não tem uma idade
Esta é minha vizinha, prima que ainda cresce.
Há risco mesmo quando decidimos ficar parados. A sensação de que existe uma neblina a nossa frente não vai passar se não a invadirmos. É respirar fundo e saber que não estamos presos ao ponto de partida para o qual podemos retornar. Há o momento de seguir. Taquicardia. O estômago que embrulha. Suor. Boca seca. Incerteza. É uma corda bamba. Um caminho que se encerra no final de uma batalha para um novo trilhar. Podemos, agora, até voar. E quem pensou que a palavra seria descansar?
Há dias de sol
Um brilho no olhar
Sentimos novos
Pessoas tão iguais
Multiplicam-se os sorrisos
Esperanças novas querem brotar
Uma calmaria não mais distante
O infinito no olhar
Abrem-se janelas
Dobram-se cortinas
Envergam-se corpos
É um novo despertar
Lembranças tristes são costuradas
Dobradas
Não esquecidas
Mas o novo é sonhar
Há certas pessoas que teimam em permanecer mascaradas. Se resolverem tirar o disfarce, nem mesmo elas se reconhecerão.
Há pais que transferem a educação dos valores éticos e morais dos filhos para os professores. É certo que a escola deve colaborar na difusão desses valores, mas essa inversão de papéis revela uma sociedade em que muitas famílias estão desestruturadas.
Amor, há o amor, quando chega na vida de um pessoa, esse e o período mais marcante da história de um ser apaixonado é lindo e enebriante , o amor transforma, você pode se achar o mais indiguino e inferior das criaturas de Deus más, quem te amar, para ela você vai ser perfeito!!!
Se há uma coisa que, quanto mais você perde, menos sente falta dela, é a inteligência. Uso a palavra não no sentido vulgar de habilidadezinhas mensuráveis, mas no de percepção da realidade.
Quanto menos você percebe, menos percebe que não percebe. Quase que invariavelmente, a perda vem por isso acompanhada de um sentimento de plenitude, de segurança, quase de infalibilidade. É claro: quanto mais burro você fica, menos atina com as contradições e dificuldades, e tudo lhe parece explicável em meia dúzia de palavras.
Para um futuro incerto, vazio, não há plano perfeito que o preencha.Que é planejamento, se a vida é sem sentido?
Fala a loucura: “... dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. (Elogio da Loucura)
Sobre o telefone entre nós.
Há um tempo, nos comunicavamos por mensagens, enquanto não definiamos o que havia entre nós, nossos amigos já sabiam o que estava acontecendo, se divertiam com minhas saídas pela tangente e suas caras de bobo.
Eram espectadores das divergências constantes, das perseguições da sua parte, dos meus estresses que me tiravam do sério e eu sempre ia embora.
Era óbvio que havia algo fora do normal, só nós não aceitavamos que toda aquela chateação disfarçava outro sentimento.
Isso aconteceu até o ciúme nos entregar, cada um de nós buscava a mesma conexão noutros possíveis amores mais fáceis, mas esse relacionanento tão intrigante não saia de nossas cabeças duras.
Eu me lembro de uma declaração que você me disse por telefone, com a sua voz trêmula, "não quero mais brigar, não quero mais repelir você, nunca ouvi uma voz igual a sua, nem alguém dizer as coisas como você diz, mas eu vou te magoar, eu não sou o cara que você merece.
Só que você é a mulher que vai me dar pelo menos cinco filhos, você é a última namorada da minha vida, eu amo você, mas você vai me deixar, eu não quero viver sem você, mas também não quero te perder.
Eu vou tentar ser o príncipe que você merece, mesmo que acabe magoando seu coração, eu vou me esforçar exatamente por você merecer, então para de me mandar embora, aceita logo namorar comigo e vamos nos casar o mais depressa possível, não vou te dar o tempo de enjoar de mim e me deixar, só tenho essa chance.
Você é a mulher que eu sonhei me casar um dia, mesmo sem eu te merecer, me perdoa por te irritar, eu estava com ciúmes, você não queria me dar nenhuma oportunidade, eu gosto de falar com você, gosto de você me dando bronca mesmo, eu morro de rir da minha menina certinha.
Deixa eu ir até sua casa, pedi-la em namoro logo de uma vez, pois estou pensando na nossa casa e me casar com você na sua sala, na igreja, no cartório, na floresta, na praia, na Praça, aonde você decidir.
Você não quer tentar ser feliz comigo? Não posso te perder, branquinha. Hoje eu vi um casal na igreja, bem velhinhos e ela colocava a cabeça no ombro dele, lembrei de nós dois, eu trouxe uma flor do Jardim de lá e quero te dar. Deixa, vai?"
Foi assim que nossa história começou e mudou nossas vidas, ouvindo sua declaração por telefone, sai de casa do jeito que eu estava, falando com você, pedindo pra você vir ao meu encontro, nosso primeiro como um casal de apaixonados, foi o mais lindo de todos os encontros que vivemos juntos.
Há sempre alguém no meio de todos que precisará ouvir outra versão além da verdade que conhece sobre o amor.
Talvez, por essa razão sejamos feitos pra dividir nossos caminhos e reproduzir o sentimento da solidariedade. Compartilhamos o amor que conhecemos!
Fala a loucura: “Se, portanto, concordais em que não há nada mais precioso do que a juventude e mais detestável do que a velhice, posso concluir que reconheceis a dívida que tendes para comigo, sim, para comigo, pois que, para vos tornar felizes, sei prolongar tamanho bem e retardar um mal tão grande”. (Elogio da Loucura)
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