Ha como eu Queria q ela Soubesse
Sempre se terá o que se pede, o que se procura e o que se vai ao encontro, na maioria das vezes há decepções por não ter analisado o propósito , o quê significa e o valor.
Dobradiças
A porta está fechada
há muito tempo.
As dobradiças rangem,
longamente.
Chove não tão forte,
mas os pés parecem afogados.
Um ventinho anuncia pausa.
Pingo isolado faz a poça tremer.
Lá dentro está seco.
O tempo deve ter agido,
mas criou mau cheiro no ambiente.
Marcas de total ausência.
O que foi sonho,
foi-se.
Foice.
As marcas estão em tudo.
Era lindo!
Findou-se
e a criação não encanta,
não é mais arte.
Voltar ao trem é inevitável:
- balança, balança, balança
e segue seu caminho, seu fluxo.
As estações se sucedem.
Sigamos.
A vida assim pede.
Ainda chove,
não há enganos.
Tudo está vivo,
só não se expressa.
Tempo
impiedoso, indigesto, implacável.
Nada desfaz, apenas afasta,
lacra e esconde a chave.
O olhar em pântanos
não brilha cintilante.
Nada voltará a ser como antes.
Cegará em instantes.
Em meio aos desafios que a vida nos apresenta, há momentos em que nossos caminhos parecem áridos e desolados. Enfrentar obstáculos, enfrentar dificuldades pode ser uma experiência avassaladora, e é nesses momentos que a empatia emerge como um farol de esperança e conforto.
A empatia, um atributo intrínseco à natureza humana, representa metaforicamente a capacidade de se colocar no lugar do outro, sentir o que ele sente, compreender suas dores e lutas, sem julgamentos. É uma força motriz que nos impulsiona a estender a mão ao próximo quando ele mais precisa, mesmo quando nossa própria jornada parece nublada.
Ao nos conectarmos com a jornada alheia, somos capazes de oferecer apoio genuíno e afetuoso. Ao invés de ignorar as dores do outro ou simplesmente oferecer soluções prontas, a empatia nos convida a ouvir com atenção, a validar as emoções vivenciadas, e a oferecer o nosso acolhimento ao outro.
Estender a mão ao próximo em caminhos áridos não requer grandiosidade ou gestos monumentais. Muitas vezes, é nas pequenas ações cotidianas que a empatia se revela. Um sorriso sincero, um abraço afetuoso, ou até mesmo uma palavra gentil pode se tornar sementes de esperança e renovação para aqueles que atravessam tempos difíceis.
Além disso, a empatia transcende barreiras e nos leva a enxergar além das aparências. Ela nos recorda que cada pessoa tem sua própria história, suas cicatrizes, seus sonhos, e que mesmo diante do deserto árido, todos merecem ser tratados com empatia e compaixão.
Também é importante lembrar que a empatia não se limita apenas a oferecer ajuda aos outros, mas inclui a habilidade de aceitar ajuda quando somos nós que enfrentamos os caminhos árduos. Permitir-se ser vulnerável e aceitar o apoio dos que genuinamente se importam é um ato de coragem e confiança, fortalecendo ainda mais os laços humanos.
Portanto, cultivemos a empatia em nossas vidas, e deixemos que ela floresça em gestos de compaixão, criando um mundo mais acolhedor e humano para todos nós. Estender a mão ao próximo em caminhos áridos não apenas ilumina a jornada do outro, mas também aquece nossos próprios corações, tornando nossa existência mais significativa e plena.
Há uma diferença entre guardar um segredo inofensivo e reprimir uma verdade que envenena e se torna destrutiva porque foi abafada.
Em cada decisão tomada, há uma nova lição a ser retirada.
Em cada lição aprendida, há uma nova missão a ser cumprida.
Eternidades
Quase toda noite é escura,
mas há exceções.
nenhuma certeza é absoluta,
há variantes na imaginação.
Nem todo breu é sem brilho,
são diferentes as visões.
Quase todas as sentenças são definitivas,
mas há exceções:
Nada prende a inspiração
e, se há liberdade,
não existem, nem mesmo, prisões.
Almas não ficam sozinhas.
Existe a leveza do voo
e, se não bastasse,
são tantas as eternidades!
o que vês fora
vês dentro
há tanto que vês sem ver
e tanto que não vês vendo
tudo se mostra a seu tempo
leve uma, duas ou mais vidas
- qual seria a graça de ver tudo de uma só vez?
Trago mãos vazias
e posso até mostrá-las.
Nos meus braços,
nada há.
A dor de Maria
me faz sentir
que sou total desalinho,
tropeçando nas pedras
do caminho.
Não há pontes unindo
meu sul ao meu norte.
E o vento melancólico
sopra, excessivamente forte.
- A alma balança.
Onde estará o ponto sagrado
da harmonia humana
para o mundo ser ancorado?
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