Ha como eu Queria q ela Soubesse
Tempo ao Tempo.
Milagres.
Há milagres guardados dentro de nós que estão adormecidos, congelados e anestesiados.
Quando necessário eles devem ser por nós acordados, aquecidos e desentorpecidos; sob a regência da força divina.
O mais importante: o combustível do milagre é a fé.
Há diversas drogas temidas e conhecidas por maior parte de nós, porém, há uma muito mais tóxica e desmotivadora da nossa evolução , o PESSIMISMO!
No barco que navega
e que se faz ao mar
há almas que se entregam
para outras salvar
Tempestades acontecem
mesmo quando tudo parece calmo
mas os imprevistos fortalecem
aqueles que não desistem
às vezes é assim na nossa costa
há cores tão fortes e tão cortantes
que temos que suster a respiração
para as absorver
às vezes não duram mais que minutos
mas vale a pena parar tudo
só para as ver
Lei da sustentabilidade dos sistemas: só há estabilidade/ sustentabilidade quando há combinação Torre + Praça
Não há fruto sem semente. Não há lucro sem investimento. Não há sucesso sem trabalho. Não há reação sem que haja antes, uma ação!
Não julgue o que você não conhece. Muitas vezes há uma dor gerada na alma que ninguém pode ver. Há uma desilusão com a vida diante das circunstâncias já vividas. Há um choro incontido que verte lágrimas internas como uma enchente. Há dúvidas e incertezas... E por fim, um sorriso que nada diz daquilo que realmente se vive.
“Na sociedade moderna não há mais espaço para o Romeus e Julietas. Ama-se por conveniência e não pela beleza do sentimento. Ama-se mais o que oferecer mais.”
AUTOCONSCIÊNCIA
O poeta diria que não há comunicação com a alma.
Senão, a própria.
Alheia...
Apenas alhares, gestos ou palavras.
Meu âmago é seco porque minh'alma
Dialoga com a tua em pleno hecatombe existencial.
O abismo entre mim e você se reflete no soprar do vento aos meus ouvidos.
Como será o interior de outrem,
Alguém se atreveria sonhar?
A lei do espelho fala por si.
O poeta não apenas escreve
Reflete pensamentos.
Não há alegria mais verdadeira e cálida neste mundo do que ver uma grande alma que se abre inteira para nós.
Vida Suspensa -
Há uma voz de espuma e sangue
a gritar dentro de mim
nesta hora apetecida!
É a espuma d'um silêncio
é a fome d'um Poeta
uma esperança concebida ...
Sou meu próprio sofrimento
sou ausência integral
rasgando gestos de perdão
e cada sonho que persigo
na ilusão do alcançar
é um sonho diluído!
Eu sou a vida suspensa
sou a verdade calada
num bater d'asas caídas
p'ra que a vida renasça
na manhã clara do dia
que a mim nunca me abraça!
E já não oiço aquela voz
aquela musica triste
um quase vento no rosto
aquela angustia cansada
uma sombra crescendo, e outra
na minh'Alma parada!
Não há sabor no sucesso ou em vitórias quando aparecemos lá na frente para comemorar connosco mesmo ou sozinhos, mas o verdadeiro sabor do sucesso vem de se observar todas as mãos que te empurraram para lá.
Sina -
Na minha boca há um grito
que é feito do teu silêncio
nem sei amor o que sinto
se a noite vem em segredo
como uma onda que agito.
Nas asas brancas do vento
não há vida nem morte
que o nosso amor não tem tempo
pois sinto que a nossa sorte
é filha do sofrimento.
E como uma rota traçada
tracei a sina na mão
esperei tanta madrugada
vesti tanta solidão
de ti não tive mais nada.
A solidão da Virgem -
E eis que lá no cimo daquele monte
há um Espirito magoado que me seduz,
um olhar triste, bem de fronte,
mirando o filho, morto, numa cruz!
Uma Virgem de preto guarnecida,
de mãos postas, fixas, junto ao ventre,
entre um séquito de sombras, sem vida,
no rosto, uma mágoa permanente!
Estranho quadro se alevanta no Calvário!
O Filho de uma Mãe condenado por amor
e a Mãe do Filho enrolada num Sudário.
Quando chego enfim ao Lugar de tanta dor
onde a esperança parecia arrebatada
vejo no peito de Maria a Prata d'uma Espada!
Paisagem -
Quando subo a Monsaraz há uma paisagem
que penetra na minh'Alma combalida,
abrevio por instantes a viagem
e fixo a água pelos campos adormecida!
E recordo por momentos a infância ...
Nada além de Estevas havia por ali!
Nada mais que a solidão em permanência
na era desses tempos que lá vivi.
Que saudade Deus meu, da tristeza pura
que invadia Monsaraz, pelo Inverno,
e adornava pelo Verão sua planura.
Contemplo aquela Vila! É um barco!
E guardo ainda nos meus olhos o eterno
pôr-do-Sol que sempre vi no mês de Março!
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