Ha como eu Queria q ela Soubesse
A menina que há em mim
Tem um sorriso distante
Que já sorriu pra mim
A menina que há em mim
Um dia bordou asas nas nuvens
E pela imensidão voou
A menina que há em mim
Tinha quase nada...
...tinha quase tudo.
A menina que há em mim
Esta por ai...
Na lembrança de um poema.
Há frutos que não colhi
Na polpa doce do tempo
Há pingos de néctar
Nos fios de minha memória
Há um eclodir de cores e sabores
Nas ramagens dos meus outonos
E fico a sorver...
A aragem açucarada dos ventos
Presente nos bagos maduros
Dos frutos que não colhi.
Era algumas vezes, louco, um casal que se conhecia há pouquíssimos dez dias. Ou talvez longos vinte anos. Ora umas vezes alucinados, ora apaixonados. Que de repente se licenciavam do amor, que se aposentavam do desespero, que se anulavam do total rastreamento. Talula ficava docilmente brava, enquanto Chilli bebia para se acalmar. Eles consideravam a própria vida uma historieta, um continho qualquer.
Um casal que vivia pro aqui e pro agora. Que dispensava o era uma vez por algumas ou muitas vezes. Conhecer-se era apenas uma questão de tempo. Uma questão de querer. Talula e ele desesperadamente se conheciam durante as idas ao refeitório em que Chilli bebia. Incrivelmente aquela havia sido, para eles, a primeira primavera juntos. É! Não para um casal normal. Talula e Chilli eram completamente desiguais que até a vizinhança reclamava. O casalzinho definitivamente precisava de conserto. Eles não queriam, não sentiam que precisam, mas era hora.
Chilli não queria mais atrapalhar, por esse motivo o fez as malas e foi embora. Talula ria como uma criança, agora estaria livre como um pássaro. Embora, cansado carregou as malas até o refeitório. Bebeu e bebeu. Então algum tempo se passou, coisa de cinco minutos, mas já era hora de procurar um novo amor. Talula estava em casa, reformava o quarto-forte que haviam comprado juntos. Era uma espécie de apartamento combinado com ala psiquiatra.
A parte masculina integrante daquele casal saiu de malas nas mãos, um litro, sabe lá do que, em baixo do braço e um chapéu de horas vagas. Uma roupa sócia visível, comumente dita: de boa aparência. Chilli andou por horas, dois metros, mas fez questão de parar. Parar ali, bem ali, onde pudera ver seu novo amor. Aquele integrante sabia que ela poderia completar aquela falta inesperada que o seu coração sentia. A antiga já não fazia falta. Queria conhecer aquele longo cabelo, aquela face cheia de modéstia.
A nova parte feminina do casal sorriu, um sorriso meio de canto que foi o suficiente para Chilli se atirar em busca de um abraço em outros abraços. É! Alguém havia perdido na história, ou talvez todos estivessem ganhando. A nova integrante, por incrível coincidência, ou empurrãozinho do destino, morava numa espécie de quarto-forte. Ela o apresentava a nova casa, enquanto ele se apressava em selar com um aperto de mão mais uma das algumas vezes que se conheceram, naquele mesmo refeitório, daquela mesma ala.
A vizinhança estava feliz um novo casal, naquele mesmo lugar. Um novo lugar para o mesmo casal. E a vida deles estaria ali pra sempre nesses autos e baixos de uma brincadeirinha de muitos era uma vez, completamente aprontada, com uma narração de apenas dois integrantes que, até o fim dos dias, viveram, um novo recomeço, felizes para sempre.
Há razões por sermos apegados a imaginação, talvez por nos levar a viver tudo o que quisermos. Sonhar acordado, imaginar um beijo ou mesmo um sorriso especial. Não sei, ela nos inspirar a crescer, viver, até a arriscar mais com o amor. Sonhando tudo é mais fácil o amor é verdadeiro, a alegria é mais contagiante, os beijos mais intensos e as lembranças tão reais quanto a realidade. Por isso, não há como dizer: "estou só". Em algum lugar dos seus pensamentos se esconde um mundo que criastes de forma maravilhosa, moldando tudo o que cultiva em seu coração.
Há momentos em que a gente acorda de um pesadelo...
Se arrepende, fecha os olhos e tenta voltar para ele porque a realidade parece pior.
[...] Preciso tanto te fazer feliz!
Quem foi que disse que pra essa história há fim...
se o seu lugar é aqui perto de mim!
Há caminhos que podem trazer o futuro, outros para a morte.
Então pense, reflita e aja com consciência.
Plebeu ou patrício, escravo ou fidalgo, proletário ou burguês, Mendigo... Uma coisa há em comum: em todas essas classes, durante toda a história do homem, existiram pessoas insatisfeitas com suas vidas.
Agora há o costume de seguir o próprio caminho, escolher as pontes e portas, ficar frente a frente com o vendaval, sem o aval alheio, sem olheiro, sem frase feita e sorriso banal.
Estou construindo aos poucos minha casa em um lugar bonito e repleto de paz. Lá não há maldades, hipocrisias ou descrenças. Muito pelo contrário, a fé se renova todos os dias.
Ás vezes, ao longo da construção deixo cair alguns tijolos. Tento não me desesperar, mas, sim aprender a aperfeiçoar-me e não deixá-lo cair outra vez. E continuo a construí-la afim de um dia deixá-la chegar a perfeição.
A vída é assim… Ao longo de nossa caminhada ás vezes deixamo-nos abater com os problemas e caímos, mas são estas quedas que irão nos aperfeiçoar, que irão nos fortalecer afim de que um dia possamos tornarmos melhores e mais resistentes á qualquer problema que venha a surgir.
Há homens e mulheres que são verdadeiros reis e rainhas, não tem sangue real, mas suas grandezas os enobrecem por onde quer que vão.
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