Ha como eu Queria q ela Soubesse
"Só há verdadeiro martírio quando não se sacrifica a própria consciência na defesa inegociável da verdade conhecida, em condições adversas.
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Esta definição exclui do conceito de martírio todo e qualquer sacrifício em defesa de um ideário político. O comunista, o nazista, o socialista, o fascista ou o liberal, quando levam às últimas conseqüências as suas convicções, fazem o extremo oposto do mártir: sacrificam a própria consciência no altar da obediência cega a diretrizes políticas circunstanciais.
São capazes de impugnar ou ocultar a verdade quando isto convém à sua facção".
Estou casado há quarenta anos e ainda não conheço bem minha esposa. Quando conhecê-la por inteiro vou pedi-la em casamento
Há segredos que, se revelados, poderiam desencadear consequências que nenhum de nós está preparado para enfrentar.
Há pessoas que falam alto, mas não dizem nada. Que acumulam muito, mas não têm nada de verdade. Que vivem correndo atrás de status, mas nunca conseguem preencher o vazio dentro de si. O silêncio de quem tem essência é muito mais valioso do que o barulho de quem tem apenas aparência.
Há luzes que guiam e luzes que enganam. Saber a diferença é o primeiro passo para não se perder no brilho errado.
Não há momento mais infeliz que perceber a monstruosidade de seus atos, mas também não a momento de maior iluminação ou aceitação.
"Há três maneiras de avaliar a personalidade e o caráter de uma pessoa: primeiramente, quando sondamos seu coração e a submetemos a intensa pressão emocional e espiritual; em seguida, quando a confrontamos com seus piores medos e observamos sua reação; e, por fim, quando lhe damos poder e autoridade e observamos o tamanho de sua mansidão e humildade."
"Vença seus medos antes que eles vençam você. Não há nada pior do que impor limites à própria vida por causa de temores irreais, que jamais se concretizarão."
Há um tipo de pessoa, pior que todas, que além de querer ser dono ou dona da verdade, quer de fato ser um destruidor ou destruidora da felicidade dos outros, porque não teve amor suficiente no coração para alcançar a própria felicidade.
A obsessão por objetividade muitas vezes cria a ilusão de que há um único caminho certo, quando a verdadeira excelência está em encontrar soluções que ninguém jamais enxergou. O estilo não é um erro, é uma assinatura.
Há de se ter, um pouco disso, e daquilo, mulher que passa. Além do obvio do dito.
Um pouco do não dito, dito e feito.
E um pouco de uma graça, na taça.
E também de um perfume, sim, mas não tanto que repila, nem tão pouco que nem instiga, mulher tem que ter, a média do equilíbrio, para levitar.
E tem aquele algo também, é como assim, dizer sem nem falar. É feito a suavidade de uma brisa, que chega. Silenciosa. Com uma escuta fina de vento. E um olhar de tempestade.
Nuance, um lance, uma mulher quando encontra a si, se vislumbra assim, devagarinho, sem pressa de fazer sentido, sendo uma coisa dela, livro escrito, com páginas em branco, espaços, janelas… e esconderijos indecifráveis.
A ideia de uma sociedade pacífica, inclusiva e justa não agrada a todos. Há quem se alimente da desumanidade e do sofrimento alheio. Por isso, em um mundo cada vez mais sombrio, fazer o bem tornou-se um ato de resistência.
Há sentimentos que desafiam o tempo, sobrevivem ao vento impiedoso dos anos e se escondem nas sombras do inconsciente, florescendo inesperadamente em um suspiro ou em uma lembrança fugaz. O amor que carrego por ela é assim: uma chama que arde, mesmo sem combustível aparente, alimentada por memórias que já não sei se são reais ou apenas fragmentos embaçados pela saudade.
Não sei mais por que a amo, mas a verdade é que essa pergunta já perdeu o sentido. Amo porque é inevitável, porque está tatuado na minha alma, como um eco que ressoa mesmo quando o mundo silencia. Ela vive em mim, entre as palavras que não foram ditas, entre os gestos interrompidos e as promessas que ficaram suspensas no ar.
Há dias em que esse amor me aquece, envolvendo-me com um calor suave, quase nostálgico. Mas há outros em que ele me corta, trazendo uma dor sutil e persistente — a dor da ausência, da impossibilidade, daquilo que o tempo levou, mas jamais apagou. A saudade é uma presença constante, um fio invisível que me puxa para o passado, mesmo quando tento avançar.
Quase vinte anos se passaram, mas o coração não entende de calendários. Ele apenas sente. E eu sinto — o amor, a dor, e a saudade entrelaçados em um nó que me mantém vivo, lembrando-me de que algumas histórias não precisam de um final, porque continuam a ser escritas dentro de nós.
A verdade permanece
Há aqueles que, por motivos próprios, dedicam seu tempo a tentar desconstruir quem sou e manchar minha história. Não se trata de debate saudável, reflexão sincera ou busca pela verdade, mas de um esforço irracional para distorcer, minimizar e desacreditar.
O que incomoda essas pessoas não é um erro real ou uma falha concreta, mas sim a firmeza de princípios, a trajetória construída com esforço e a recusa em me curvar às narrativas que lhes convêm.
Mas a verdade tem um peso que boatos e acusações infundadas jamais poderão carregar. O tempo prova quem é quem, e aqueles que vivem de tentar destruir o próximo acabam se destruindo no processo.
Eu sigo, sem medo, porque minha história não é escrita por quem torce contra, mas por minha própria conduta e pelas marcas que deixo no caminho.
Se há algo que os séculos não apagaram, é a força das histórias que resistem, ocultas, à passagem dos anos.
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