Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há quem lute por um amor próprio. E há quem lute pelo próprio amor. No final, cada um luta por aquilo que não tem.
Não há porque desacreditar em fatos e evidencias, mas no que não tiverem isso. Quando umas se mostram serem reais ou fididignas, e essas informações conflitantes com o que nos mostram com CONTRADIÇÕES e MENTIRAS, estando querendo dizer ser uma verdade absoluta e verdadeira, mas nada do que diz existem, então um ser racional e sensato, só lhe resta o dever de ser um questionador e procurar saber a verdade absoluta.
Na vida, há momentos em que, mesmo através de uma foto ou vídeo, um sorriso singelo de alguém especial tem o poder de iluminar nosso dia. É assim que a saudade se manifesta.
Há vinte e sete anos atrás
uma benção aconteceu
era um sábado comum
quando você nasceu
o nome mais bonito
decidiram te dar
o nome se fez pessoa
e eu aprendi a te amar
foi você quem me ensinou
a ver o lado bom de tudo
seu coração GRANDIOSO
o meu ainda miúdo
o maior pesar na minha vida
é não poder te livrar das dores
pois você é o meu maior amor
dentre todos os meus amores
se eu pudesse te devolver
toda luz que você me traz
juro que em seu coração
não haveria nada além de paz
nunca saberei pôr em palavras
tudo o que você me significa
mas se as sombras aparecem
é você que tudo modifica
se Carol fosse um sentimento
com certeza seria gratidão
pois em suas veias correm a gana
de fazer mais leve o meu coração
Deus sabia minha irmã
que eu não conseguiria sem você
então Ele me mandou nesse dia
o melhor presente que alguém pode ter.
Há pastores que podem falar e pregar do púlpito derreter, porém o fogo que promovem não diferem em quase nada da Besta de Apocalipse 13:13, que "faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. enganando os que habitam na terra";
Há gestores públicos que ostentam até uma capa bonita, robusta e apreciável, mas no fundo mesmo é miolo vazio e sem valor.
"Ontem havia uma mão te pedindo ajuda…
Hoje há uma Progressão Geométrica Infinita.
E na calada da noite um revólver te assalta,
Às vezes é para matar a fome."
Rogério Pacheco
Poema: Miragens da vida
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
A escuridão me chama, perdi minha luz há anos e já quase perdi minha alma, mas n importa o quanto tente, nunca perdi a vida...
Mas já perdi amor, família e amigos, e sempre estou errando mais e mais. Desculpa por n estar aguentando mais a vida 🖤
Onipotente senhor, criador de tudo que há! Alegro o meu coração, alimento a minha alma a cada manhã que elevo o meu pensamento a ti e a tudo consagrado por ti. Pai, que neste dia eu possa dividir com as pessoas que cruzarem o meu caminho, seja presencial ou virtual, a emoção de poder contar com o seu amor e misericórdia. Rogo imensas bênçãos para toda a humanidade. Apresento nos seus pés, a minha família, amigos e todos que fizeram e fazem parte da minha vida. Gratidão, senhor, hoje e sempre. Amém!
Quando falo da solidão, falo em que parece que tudo se esvaiu, não há nada... e ninguém ao redor. É como se eu estivesse submersa, me afogando, e ninguém estendesse uma corda para ajudar. Eu me sinto assim o tempo todo, sufocada e completamente sozinha.
Nesta vida há escolhas que não voltam,há palavras que não são esquecidas ou apagadas e há recomeços que só existem onde há vontade de fazer dar certo.
A palavra "vida",só tem uma "ida",então repense antes de ir...
Sobre as infâncias:
Há muitos tipos de familia ...
Familias de muitas naturezas ...
Damos e recebemos o amor
que é possivel!
O DIA DE FEVEREIRO
Então, em fevereiro, “mesversário” meu
Nesta divisão do ano há um singular dia
Claro o dia 27, cheio de exclusiva magia
Entrou em mim, no seu rumo entrou eu
Guia-me, a satisfação, pulsante, apogeu
De minh’alma, cheio de alegria e poesia
Em meu peito, tão festivo, uma nova via
Faz-se comemoração, gratidão... valeu!
Já não é um nenhum sobre um nada
Mas gestos, suspiros, sentidos, flamas
E olhares, horizontes, toques, um hino
É a vida sussurrante, mais apaixonada
Abundante, e válida, que pelas chamas
Do 27 de fevereiro: - assinala o destino!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
15 fevereiro, 2024, 18’57” – Araguari, MG
Ecos da Existência
Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor.
Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado.
O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário.
E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora.
No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza.
As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado.
E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas.
Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.
O Refúgio do Agora
Há uma arte esquecida, quase secreta, no turbilhão de nossos dias – a arte de pausar a mente e simplesmente ser. Em um mundo que se move em ritmo frenético, onde o passado é uma sombra que persegue e o futuro uma tempestade no horizonte, existe a sublime graça de viver no presente.
Não é uma fuga, mas uma redescoberta, um retorno ao núcleo da existência, onde o passado, com suas palavras não ditas e amores não revelados, perde seu poder de afligir. Na quietude do agora, o "eu te amo" não dito se transforma em uma promessa para o momento seguinte, e os arrependimentos se dissolvem na luz da consciência presente.
As ansiedades, medos do escuro, preocupações sobre a pobreza, a doença, as guerras e a miséria – todos eles têm seu tempo e lugar, mas não precisam ser os senhores de nossos pensamentos. Há uma fortaleza dentro de cada um, um santuário interno onde podemos nos refugiar e observar o caos do mundo como uma tempestade vista de uma janela segura.
Flutuar acima das turbulências da vida é um ato de rebelião sutil. É encontrar paz na respiração, um ritmo constante que nos lembra da vida pulsando dentro de nós. É na meditação, nesse encontro silencioso consigo mesmo, que descobrimos a serenidade. Como disse um sábio, "a paz não é a ausência de caos, mas a presença de equilíbrio".
E a leitura, ah, a leitura é o bálsamo para as almas inquietas. Cada livro é uma janela para outro mundo, uma fuga, um refúgio, uma lição. Com um bom livro e uma xícara de café, sentados confortavelmente enquanto as notas suaves de um jazz ou as harmonias complexas de Bach preenchem o ar, encontramos um tipo de contentamento que é quase celestial.
Neste refúgio, os problemas do mundo parecem distantes. Não que sejamos indiferentes a eles, mas porque aprendemos a arte de não permitir que nos consumam. Conhecemos a maldade e a ignorância do mundo, mas escolhemos não permitir que envenenem nossos corações.
Em suma, é na capacidade de estar plenamente presente, de se apossar do momento atual, que encontramos nossa maior força. É um estado de ser onde cada respiração é uma afirmação da vida, cada batida do coração uma melodia de resistência contra o caos do mundo. No refúgio do agora, somos verdadeiramente livres.
Aiai globalização
Você me deixou na mão
Em meio a tantas histórias apagadas
Há muitas almas sufocadas
Qual o sentido da vida então?
Viver uma vida sem motivação
O jeito é apenas viver
E tentar esquecer
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