Ha como eu Queria q ela Soubesse
Você despertou em mim um sentimento que há anos estava empoeirado, a luz que outrora apagada no meu silencioso quarto escuro. Na minha consciência uma voz bem alto gritava e tão empolgada dizia "é ela que você tanto esperava por anos e anos e finalmente ela chegou
Sem entendimento não há compreensão. Sem compreensão não há realização. Sem realização, os homens seguirão inimigos de si mesmos; filhos deserdados de um Criador que não chegaram a compreender.
Dentre as coisas mais belas deste mundo
Há algo estranho e contraproducente: Cujo nome, amor
Composto químico forte, dual e danoso
Ele é bélico e pacificador
Se recíproco, torna-se num dia bonito ao sol das seis
Se negado, torna-se num dia chuvoso
Sol este que enche e dá ânimo a vida
Chuva esta que desola o esperançoso
Dentre as coisas mais belas deste mundo
Há nós, eu e você
Que sonha, desperta e vive
Que arrisca ou se nega a viver
Sozinho
Estou só;
Há vazio em tudo
Falta tudo: sua
Doce presença
Seu brilho...
Ladeado por várias
Pessoas estou
Mas estou sozinho
Há perguntas de
Colegas, gracejos...
Mas estou só
A solidão me invade,
Corrói, dizima, assola...
Estou só
Procuro você em tudo:
Nos bancos, nas formações,
Em vão: estou só.
A paz está ameaçada
Sonho acordado
Sonho ser poeta
Nasceu o poeta
Sonho com seus lábios
Nasceu o primeiro beijo
Sonho com suas carícias
Pensei nos seus braços
A hora passa lentamente
O sofrimento aumenta,
A aula passa, atrai,
Mas seu perfume sobrepuja
A tudo
Estou nos braços da angústia
O coração partido
Saudades de seus olhos
Castanhos
De sua pele macia
Estou só, perdido no
Emaranhado de seus desejos
Perco a fome, a vontade
De amar outra pessoa, senão você Beth
Dos meus sonhos
Demonstro de verdade a
Mais tétrica história de AMOR.
Quantos cúmplices há
Um bloco europeu, entre aspas e vírgulas talvez.
Nessa manobra sórdida.
Orientais donos da altivez.
Até minha América, do norte a insensatez.
Estações ao redor do meu Brasil.
O que querem este funil.
As igrejas, as escolas, as faculdades se calam.
No jogo de ambigüidades.
Envolvendo a multidão nos enganos e obscuridade.
Oh meu povo, cuidado com os Deuses, gregos, egípcios, bezerros de ouro, sabedoria, filosofia, antiguidade dos Hebreus.
Oh Brasil refém, o rolo compressor, os poderosos massacrando a gente.
Ouro, prata, carne.
Imprimem força que arde.
Eu sei, ainda é cedo, não, grita a poesia agora, amanhã a letra é tarde.
O que libertas.
Fale igreja, não coloque meu Jesus novamente na cruz.
Essa esfera marginal.
A identidade política imoral.
Até igrejas entra na dança e tal.
Maioral, grite, Católica, Universal, Mundial.
Dê nome aos diabos material, materializados na vida real.
Quem são os poderosos do mal.
Que se vestem de gafanhotos.
Migrador, destruidor, cortador, devorador.
Contem ao povo.
Ranque o pinto do ovo.
Cante o galo da verdade ao povo.
Quem são, que tende a enganar, escravizar, engolir toda riqueza nesse jogo.
Quais os países estão dentro do útero dessa refém terra.
Potestades, principados, materializados nessa guerra.
Se entraram pelo ar, pelo túnel e pelas águas, outra trilha
Ai que acharam mil caminhos, fugiram, bateram retiradas com todas armadilhas.
Giovane Silva Santos
Manifesto
Há um manifesto preso,
não parido,
atingido sem munição,
submisso a uma ordem padrão,
com regras claras
de desumanidade
e escravidão.
Não há um ano, um mês, uma semana, um dia, uma noite, um hora , um minuto , um segundo, um milésimo que eu não pense em você.....
Na vida, sempre há de ter alguém mais triste ou mais feliz do que você. Cabe-lhe eleger o lado que o seduz...
Não há humanização sem diálogo. E não há diálogo se não houver espaço seguro. Espaços de convivência seguros aos homens para seu aprimoramento pessoal são a solução para a edificação do masculino no homem.
A luta é constante, não apenas contra o mal que assola a humanidade; sobretudo, contra o mal que há em nós mesmos, o qual enfrasca a vida com a própria existência.
ALVORADA
A alvorada lembra um linho sem mancha,
aparando a orvalhada.
Há musselinas, contas claras de miçanga
entre as folhas frescas do pomar.
Na meia-luz trêmula, qualquer cousa espera.
O jardim ajoelhou, num misticismo doce.
Incensórios de corolas, folhas que fossem
lábios de seiva, murmurando em prece..
No linho puro, sob o altar da alvorada,
é a missa eterna.
Passarinhos, campainhas vivas...
Toda a alvorada religiosa
adora a luz na lenta elevação do sol.
(Coração verde, 1926.)
Sou céu infinito
e por mais que te aventures
Não há eternidade
capaz de decifrar-me;
Vem, pois, desfrutar-me,
não percas mais tempo,
Lança fora o refugo,
tira os pés do chão.
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