Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres.
Mas há ainda outra pobreza: é a pobreza espiritual dos nossos dias, que afeta gravemente também os países considerados mais ricos. É aquilo que o meu Predecessor, o amado e venerado Bento XVI, chama a «ditadura do relativismo», que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens. E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra.

Não há como treinar seu coração para ser invulnerável.

Solidão

Há um vazio em mim agora. Amigos já não tenho mais, sou como um cigano, vagando sozinho nas estradas da juventude.
Sou apenas um viajante só, ha procura de uma amizade. Não interessa quem seja, o que faz ou fez, só importa que terei um companheiro, pra rir, chorar, beber, e viajar.

eles vão tentar
roubar a sua luz
e usá-la como uma arma
contra você mesma.
Mas há uma boa notícia:
eles não têm perseverança
para controlá-la como você tem.

Quando vejo que há mais de 2000 anos atrás existiam homens como Sócrates, me envergonho por ter todo o conhecimento que ele tinha e que ele não tinha em minha frente e não ser tão inteligente como eles. Me sinto na obrigação de evoluir

Não há vida sem morte, como não há morte sem vida, mas há também uma “morte em vida”. E a “morte em vida” é exatamente a vida proibida de ser vida.

Uma coisa certa é que não há amor tão puramente angelical como o amor de um pai por uma filha. No amor às nossas esposas há desejo, no amor aos nossos filhos, há ambição; mas no amor por uma filha há algo que não há palavras para descrever!

Sinto o aconchego sublime de tuas asas sobre mim. Tu és anjo, não há como negar, tens me levado ao céu por diversas vezes.

Não há como construir um castelo,
Sem antes arquitetá-lo na mente.
As grandes obras, as grandes conquistas,
Os melhores livros, filmes, músicas...
Nasceram de um simples pensamento.
Alguém um dia, pensou, sentiu...
E isso gerou uma semente no universo.
Semente essa que ao longo do tempo,
Passou por guerras, tempestades, desesperança.
Por muitas vezes esteve sozinha e sem destino.
Ninguém pode ouvir suas lagrimas, mas ela chorou...
Não por medo, mas porque quem a criou,
Também a deixara no escuro de suas memórias.
Foi enterrada viva, porque tudo parecia crescer,
E ela continuava pequena, imóvel...
Perante os vendavais que o destino jogou contra ela.
Era apenas um, talvez...
Não valeria a pena esperar por ela.
Talvez... Tenha sido tudo um plano.
Às vezes precisamos morrer em vida, para viver de verdade.
Enterrar aquilo que ainda sangra...

Construir castelos exige sacrifícios,
Muitos não conseguirão ver sua obra terminada.
Mas aquele pensamento, aquela semente,
Vai estar ainda viva no espaço,
E quando um outro alguém,
Estiver olhando as estrelas,
Vai senti-la, e torná-la sua.
E assim, passará por varias almas.
E mesmo que nenhuma dessas almas,
Consiga vê-la grande, ela já será grande...
Sempre foi grande...
O sonho foi realizado,
No momento em que a mente o concebeu.

Se tu simplesmente pensaste em amar,
Tu já amaste, e esse amor sempre vai existir.
Alguém vai olhar as estrelas, vai senti-lo, e torná-lo seu.

Não é a dor que nos muda, como há milhares de anos pensamos, mas a utilização inteligente dessa dor que fazemos ao longo da vida.

Parecia que tinha sido, tipo, há uma eternidade, como se tivéssemos vivido uma breve, mas infinita, eternidade. Alguns infinitos são maiores que outros.

“Apesar de tudo, a loucura não é assim uma coisa tão feia como muita gente julga. Há tantas loucas felizes!”

Vazio - Buraco.

Sinto como se dentro de mim houvesse um buraco profundo.. Nele não há fundo.
Perdi pessoas cujo as quais jamais imaginei ficar sem.
O tempo passou, muita coisa mudou.. Sentimentos, pessoas, até mesmo a minha visão fútil e amaldiçoada sobre o amor.
Não sei se é normal se sentir como eu me sinto. Indiferente, quase doente, vazia e louca da mente.
Pensar muito às vezes pode te deixar insano.. É assim que eu venho me sentindo nestes últimos anos.
Posso ter errado em quase todas as vezes em que resolvi abrir a minha maldita boca. Vomitei palavras que acabaram sendo piores do que qualquer arma.
Se pudesse voltar no tempo, não sei se mudaria algo ou faria exatamente tudo novamente. Sou uma pessoa com a mente doente.
Depois de tantas incertezas, pensamentos e consequências já não sei mais oque faço.
Como e quando vou preencher o espaço infinito deste buraco?

Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas

A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.

O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.

Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.

Como te aconselhar senão pelas palavras que escutei aqui dentro de mim?
Hoje percebi que há coisas que não se resolvem com pressa. Existem silêncios que não aceitam atalhos, e processos que só o tempo sabe conduzir. Esperar, às vezes, é o único caminho, mesmo quando a ansiedade tenta nos empurrar para frente.


Aprendi que atropelar o ritmo natural das coisas traz arrependimentos depois. O que é forçado volta a cobrar paciência; o que é ignorado se transforma em peso. Permitir que a vida tenha seu próprio compasso é, no fundo, um ato de coragem.


Cheguei a essa conclusão depois de muito me ouvir. Talvez não sirva para você. Mas, se em algum momento essas palavras encontrarem eco no seu coração, já terão cumprido seu destino.

Dizer que há bebê demais é como dizer que há flores demais.

Os dois se abraçaram e se deram beijos como duas pessoas que não se vêem há muito tempo. Atropelaram perguntas como: por onde é que tu anda?

Meu coração não batia há quase noventa anos, mas isso era diferente. Era como se meu coração não estivesse ali… Como se eu estivesse oco. Como se eu tivesse deixado com você tudo o que havia aqui dentro.

Lua Nova

Nota: Edward

Não há dúvida que a memória é como o ventre da alma. A alegria, porém, e a tristeza são o seu alimento, doce ou amargo.

O aprendizado é como o horizonte: não há limites.