Ha como eu Queria q ela Soubesse
Silêncio mais silencioso do que eu possa compreender,O Silêncio das suas palavras são ensurdecedores sem surpresas ou sustos,Um emprego que nos mata lentamente sonhos vendidos em prateleiras como uma comida fresca cheia de glúten,Um sonho impossível que possivelmente você conseguirá vencê-lo mesmo que vc morra tentando,Dinheiro é bom porém um saco trás dúvidas,Atitudes novas e você se afoga,E naquilo que sempre quis consumir é aquilo que te consome e tudo que importa some.
Será que eu te deixo ou te espero?
Quando você quiser, será que eu quero?
O amor é mesmo um berro no peito de quem ama em silêncio.
E então eu me verifiquei.
Era então influência.
Chequei tudo
e eu realmente influencia
muitos me ouviam
muitos mesmo.
e tudo fez sentido.
Eu sei que as coisas não andam bem...
Mas isto vai passar.
O que podemos aprender com tudo isso ?
Primeiramente, que acima de tudo está Deus, somente Ele e diante dEle estamos nós, tão pequenos somos, frente a situações difíceis nada vale ter o bolso cheio e a mente e o coração tão vazio, que o orgulho e o individualismo não convém, sozinhos somos frágeis, mas juntos somos indestrutíveis.
Momentos assim, mostram que não importa classe social, muito menos a cor, que precisamos dar as mãos para sairmos dessa, permitir que corações petrificados sejam lapidados, moldados, transformados, tendo em mente que a dor do outro também é sua, minha, enfim nossa, então não custa nada ajudarmos uns aos outros, espalhar positividade, solidariedade, carinho, compaixão, amor, cuidado, diálogo, atenção, estamos dentro de um cenário em que a saúde deve ser o foco e todo o resto precisa sair um pouco de cena, não é brincadeira, muitas vidas já se foram e famílias foram dilaceradas com isso e nesse cenário ninguém é imune.
Lembrem-se, temos um problema em mãos e uma solução a ser encontrada.
O isolamento é essencial e o amor é indispensável.
Ontem à noite quando estive sozinho
Eu vi o moinho do vento me chamar
Não se pra vida ou pra morte
Só sei que vi ele rodar
Ontem pareceu está tudo tão perto
E ao mesmo tempo tão longe
Senti o calafrio senti a dor
Senti a morte chegar
Eu não sabia se ria ou chorava
Só sentia que ia acabar.
Pois a solidão de estar só
E gritar como um poste de luz
E ninguém escutar
Era tão grande
Que eu não sabia se era sorte
De ver o moinho rodar.
Ele me chamava vem vem
E eu gritava não hoje não é dia de chorar
Ontem à noite tudo
Doía e eu o moinho da morte
Chamar-me.
Com 20, tão jovem e estúpido
Quando eu tinha 16, eu acho você deveria saber, você fodeu comigo
Tentei tanto ser forte...
Mas hoje me tornei exatamente o que você queria
Eu estive vivendo o sonho que você sonhou comigo
Não me sinto muito melhor, mas acho que esse é o começo...
Estou bem
Deixe cair lágrimas de manhã
Entregue-se à solidão
Naufrague
Eu sou o primeiro na água
Muito perto do fundo
Já disse, estou bem
Tirem-me este peso do peito e entregá-lo-ei a quem o merecer. Provavelmente, esse alguém sou eu, mas não o eu de agora… o eu mais velho, submisso às amarguras da vida que deixou que se apoderassem de si mesmo. Tenho medo desse eu. Tenho medo de ceder. Medo de ser azeda.
Quem me vê, quem me viu, quem me sentiu, quem me seguiu, sabe que caminho sem rumo neste traçado estranhamente bem desenhado. Oh, infame condenação que carrega! Só eu vejo as silvas à sua volta? De que serve uma estrada se tudo nela se estranha, e a viagem é feia? Prefiro abrir caminho por entre campos de flores. Sentir o cheiro, a liberdade, a dança do vento e o peso da chuva. Não tenho medo de dias cinzentos. Servem para nos lembrar porque gostamos tanto do sol: ele significa liberdade, alguma calamidade, bastante serenidade, não fosse a antítese o que nos move, como se de combustível tratasse. É uma estranha corrente de convecção: sobe, desce, roda e rola, alavanca submersa na água que nos percorre, e assim dou por mim em paz enquanto me ocorre, na mente, esta linda paisagem que me cinjo a idealizar somente. Pois as silvas cá continuam, e digo-vos como elas são feias… Os picos magoam quando nelas calcas.
Às vezes tento esquecer-me de que elas cá estão. Esqueço-me das peripécias desoladoras, das pedras aguçadas e da frieza com que o som ecoa. Um passo de balanço para a esquerda, outro para a direita, ora para a esquerda, ora para a direita. E assim danço, excluída da realidade. Ressoa na minha mente uma melodia em fá maior que faz mover este corpo dormente, quente, doente. E ressoa, e ressoa, e ressoa… cada vez mais baixo, cada vez mais longe. Se bem que, de repente, se aproxima… e zás! M*rda, calquei um espinho. Afinal a melodia mais nada passava de um pretexto: a caminhada que nos leva, ambiguamente, ao que desejamos (paz!) só para depois nos abandonar sorrateiramente. Trata-se de uma história triste, mas não fiquemos por aqui: juro e prometo continuar a ser boa gente. Pelo menos gosto de pensar que o sou, embora até nisso tenha as minhas dúvidas.
Se às flores não lhes ponho a vista, de onde vem esse quadro hipnotizante? Provavelmente de cá dentro, desta cabeça pensante…exausta mente pensante… descansa por momentos que esta utopia não te faz bem. Vá, não te enganes mais e entrega-te àquilo para que Ele te criou, como sua semelhante: sofre por dor e por amor, traz ódio e honra, menosprezo e aguardente à situação que vives perpetuamente. Respeita essa condição de que não podes dizer “adeus”, nem por momentos, e muito menos de rompante. Vê: tudo muda, tudo cresce…. Desvanece-se. Aproveita a caminha porque o cinzento vai te preparar para um sol raiante.
Os melhores dias são os que nunca reservamos. Para ninguém, nem sequer para nós mesmos. Preciso de Ajuda urgentemente.
Eu sou um povo fraco
Pois bem, já fui em estádios de futebol, fui em folias carnavalescas, onde aglomerado de pessoas agitadas por paixões, emoções condenadas, partindo de corações enganosos, pois os prazeres são saborosos, mas o lar está a ruína, pois este filhinho, também não ouviu o conselho do bom professor, a orientação da vida, o exemplo de cada dia, não estudaste, não buscaste saber, entender, dizer, gritar, ou simplesmente compartilhar um bom pensamento, doar o ombro para que o amigo não caia nos escombros, na verdade uma triste velada realidade, eu sou um povo fraco que agita os sonhos e vivifica o devaneio, o delírio e os vícios, mas por certa ocasião que nasça eu você então, e no relevo de cada poesia, cria se vínculo sem fantasia e adota os livros do entendimento, do brio, da percepção, em que a mente vença o coração e nesse conflito o grito de viver com aptidão, na retidão da esperança e perseverança da reação do fraco em forte e de um povo nação.
Giovane Silva Santos
Me disseram tantas vezes que eu não conseguiria,
que acabei conseguindo, não por mim, nem por eles,
apenas pela insistência.
Inspiração vem à mente,
anoto tudo para não esquecer.
Quando estou inspirada
eu sou uma máquina de escrever.
"Eu comecei a entender que o sofrimento e as decepções e a melancolia estão lá para não nos frustrar ou nos depreciam ou nos privar da nossa dignidade, mas sim para nos amadurecer e nos transfigurar."
Um dia eu irei desistir,
Um dia irei sucumbir,
Um dia deixarei de existir.
Então não chores e nem lamente por algo que não tenha feito ou tenha dito.
O amanhã é incertto demais para os planos do futuro.
Então viva o hoje, insista e persista, nunca desista.
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