Ha como eu Queria q ela Soubesse
Hoje eu nasci para a esperança. Ela se revelou para mim como uma besta abismal, embrenhando-se entre as sombras da floresta. Eu estava em uma clareira confortável demais, segura demais, pequena demais, sufocante demais, embora luminosa. Ali, ao redor, escutava as folhas quebrando no chão. Eram passos vagantes, circundantes, tateando a luz do lugar. A fera pulou em mim, e eu caí monumentalmente como o império de uma era inteira. Morri naquela clareira do conhecido, o animal se me assemelhou, reconheci que eu era a própria fera, e renasci para algo maior que eu, algo ainda em mim mesmo. Esperancei-me. Fui, assim, explorar o breu da floresta, porque queria viver deliberadamente.
Ela não mudou nada, e eu? Eu voltei.
Mas tal como um espelho estilhaçado, continua sendo um espelho, mas não o mesmo que já foi, e nunca vai voltar a ser.
E isso me frusta de uma forma imensurável. Eu odeio o jeito no qual eu me tornei depois dela.
Quando a dor parece ocupar toda a sala, eu falo com ela como a um parente. Pergunto seu nome, ofereço café, faço perguntas óbvias sobre seu humor. Às vezes ela responde com socos, outras, aceita sentar e dividir o jornal. Descubro que humanizar o sofrimento é um modo de domesticar o desespero.
Onde está a felicidade?Como eu a encontro?É possível?. Hum, pode ser fácil de viver ela, destrancando a porta que a deixa fechada, com as chaves da nossa rotina.
E então eu a deixei ir, levei ela até o ponto de ônibus e a abracei tão forte como nunca tinha abraçado alguém antes. E foi ali que eu vi o amor de uma amizade unindo nossos corações.
EU NÃO NASCI PARA ACEITAR A VIDA COMO ELA É!
Você já percebeu???
A nossa sociedade tem:
Edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Autoestradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.
Mais conveniências, menos tempo.
Muitas posses, menos valores.
Vivemos tempos de: alimento rápido e digestão lenta; homens altos e caráter baixo; belas casas, mas lares quebrados; Lucros expressivos e relacionamentos rasos.
É UM TEMPO EM QUE HÁ MUITO NA VITRINE DA APARÊNCIA E NADA NO ESTOQUE DA ALMA.
Mas é também o tempo de você escolher entre fazer a diferença ou simplesmente não fazer nada.
Eu não vou “deixar a vida me levar”! Sou eu que vou escrever o meu roteiro, por isso eu vou fazer da minha vida a melhor experiência possível!
E você?
Ela era delicada como uma princesa e eu era praticamente um daqueles sapos nojentos que precisam de seu beijo pra tornar-se belos e adoráveis.
Ela tinha doçura e gentileza em suas palavras e eu tinha grosserias nas minhas.
Ela era uma nobre e eu uma pobre camponesa.
Agora ela tornou-se um daqueles sapos asquerosos a quem ninguém tem coragem de beijar, amar … e eu ? eu me tornei a adorável princesa que jamais retornará a beijar aquele sapo.
Ela: Sabe o que eu quero?
Ele: Imagino que muitas coisas meu amor...
Ela: Como é que você pode me conhecer, em tão pouco tempo?
Ele: Eu te vejo e observo desde o primeiro dia minha menina.
Ela: Eu quero cama, sala, cozinha, colchão, sofá ou bagunça. Quero a minha bagunça, sua bagunça eu quero a nossa bagunça. Quero provocações, desafios e instigações. Quero qualquer lugar
e qualquer hora quero eu, quero você e quero apenas nós.
Eu sei das coisas, conheço bem a vida como ela é, sei o que é certo e errado mas nem sempre tenho discernimento para por todo meu conhecimento em prática.
Muitas vezes as palavras serviram-me como um vestido. Ela encantava-se com minhas palavras e eu escondia-me atrás delas. Há! Se ela tão somente soubesse apreciar o silêncio comigo. Descobririas quem sou, e verias o meu amor. Quando estiver comigo sirva-me algumas dozes do silêncio, chame-me para caminhar. Se eu pegar a tua mão, não tenha medo. Eu apenas começei a falar.
Quando você acha que sua vida cai do abismo, ela sempre faz isso de volta.
Eu não sei como, às vezes, mas ela faz. Basta manter a vida
Quando a pessoa faz algo, ela não fez nada de errado. Quando eu faço a mesma coisa, é como se eu tivesse acabado com o mundo.
Hoje ela sorri e eu choro,
sinto-me culpado pelos antigos não sorrisos
e como sempre complico tudo...
Ele: Você precisa ser assim ?
Ela: Assim como ?
Ele: Tão, seilá, não você.
Ela: Essa sou a eu que você não conhecia, mais que você passou a conhecer, a partir do momento em que a criou.
Existem pessoas que me tratam como uma marionete, porque querem que eu sempre seja subestimada a elas.
Sociedade do “Eu senhor de Mim Mesmo”
O que falam da sociedade?
Falam como se ela fosse pessoa,
A personificação da vontade coletiva,
Que muitos ao citá-la a deixam incompleta,
O que falam da sociedade,
Falam excluindo o eu.
O que falam sobre o eu?
Falam sobre o eu contido no outro,
Sobre o que o outro deve fazer,
Para satisfazer o meu eu,
Eu? Longe disto. Longe de lançar o eu sobre o tu,
Lançamento de responsabilidades, obrigações,
Lançamento para onde apontam os olhos,
Inclusive para onde apontam os olhos da sociedade,
Esta incluindo-se o eu. Sociedade de todos nós,
Fazemos parte da mesma sociedade e,
As mazelas do mundo são nossa responsabilidade, pois
Direta ou indiretamente contribuímos para o futuro,
Lançamos para o tempo futuro todas as nossas omissões e exageros,
Formando seres mal formados, individualizados e individualistas,
Às vezes excluídos, ás vezes excluindo-se da tal sociedade.
A vontade coletiva corre fragmentada, assinérgica, amoral, dissociada,
Do principio de sociedade, com vontade, social e civilizada. Civilizada?
Como idealizar civilização, civilis, cidade sem objetivos convergentes?
Civilização fragmentada em valores, em conduta moral e ética,
Onde a obrigação transforma-se em ato heroico.
Como inverter esta mão?
Como multiplicar a vontade de desfragmentar a sociedade,
Trazendo-a para mim, para nós, incluindo-nos nas críticas,
Somando valores, contribuindo, posicionando-se,
Dizendo não, saindo de cima do muro, escolhendo o caminho mai estreito? Como?
Vejo ao longe a tal alavanca de evolução da sociedade...
não as guerras que impulsionam a tecnologia,
nem os gênios que desdobram, explicam e replicam suas teorias...
vejo ao longe a alavanca chamada educação... mas ao longe,
assim como os marginais, vejo ao longe... será que estou à margens?
Ou todos estamos, pois na sociedade fragmentada cada um é conjunto...
Conjunto unitário... consciência unitária... anti Weber, anti Dhurkheim, anti sociológica,
Dela resta apenas a lógica, uma lógica unilateral, intravisionária, egocentrista e autoritária,
Que impõe, não soma... enfia, coloca abruptamente seguindo a ciência do eu acho,
do meu primeiro, do eu no centro da minha vontade,
onde o outro é serventia ao meu senhor: eu. E o eu perde a identidade, pois
o “caráter individual que diferencia os seres”, diferencia o que de quem, em uma sociedade
formada pelo eu como conjunto e o seu interior como universo?
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