Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Guerras

Cerca de 1345 frases e pensamentos: Guerras

“Se eu sumir, não estranhe… talvez eu esteja travando guerras que nunca tive coragem de te contar.”

Todas as guerras são absurdas e cobardes os que as provocam.
Aliás, todos os que fazem derramar o sangue do seu "irmão", é assassino!


Célia Moura

Quem constrói barricadas ⁠com o intuito de levantar guerras, será mais adiante o desertor de trincheiras e um solitário na vida

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

"Onde o bem e o mal se reproduzem, não há paz, só guerras."

A maior das guerras acontece dentro de mim, e é lá que me torno invencível.

Entenda: cada cicatriz que você carrega é uma medalha invisível, prova sagrada das guerras internas que você enfrentou e venceu.

O silêncio de hoje é o resultado das guerras que venci ontem.

Já venci guerras que ninguém soube que existiram. As batalhas invisíveis nos ensinaram a ter compaixão por aqueles que lutam calados.

O corpo guarda um manual de guerras antigas. Lá estão listadas derrotas que ninguém lê, exceto eu. Cada cicatriz é uma frase do diário que o tempo esqueceu. Volto a esses capítulos com os dedos, procurando cura no toque. E descubro que a linguagem da cura é pequena: atenção e tempo.

As trevas por si só já são escuras demais...
Não precisamos de mais guerras mundiais.

Riem das minhas cicatrizes,
Porque não conhecem minhas batalhas.
Poucos sobreviveriam as guerras que lutei

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

⁠Se os povos cruzarem os braços, as guerras dos Governos caem.

As chuvas de março ainda
não vieram para lavar
e o coração renovar,
Guerras sempre deixam
lições para aprender,
E se eleger adversar,
o faça sem abrir frestas
para o inimigo externo
no território nunca entrar.


A paz nunca é perfeita,
e por menor que seja,
Cabe a gente preservar
como a Quaresmeira
que resiste o que passa
ao redor para a floração
neste tempo não faltar,
Espero contar contigo
para o melhor preservar.


Nós merecemos manter
o que é nosso intocado,
o amor no coração
e o olhar esperançado,
Para ninguém jamais
colocar aprisionado
o que nos move adiante
fazendo cada passo
resiliente e imparável.

​Eles levantam bandeiras e iniciam guerras santas. Justificam o massacre do próximo com escrituras distorcidas e preces vazias. Querem o poder, querem a terra, querem a razão e usam o sagrado como escudo para a sua própria barbárie.
​Enquanto o mundo se incendeia em conflitos que não levam a lugar nenhum, eu aceito o meu próprio massacre. A minha guerra não é contra o outr, é a vigília constante para que a minha humanidade, mesmo ferida, não se torne como a deles.
​Eles buscam a vitória no campo de batalha. Eu busco o prumo no campo da alma.
​Podem erguer seus templos de guerra e clamar por justiça divina. Mas Ele, que tudo vê, não está nos gritos de guerra ou no brilho das espadas. Ele está no silêncio de quem sofre a injustiça sem se tornar injusto. Ele está no amor proibido que cura, enquanto as guerras santas apenas ferem.


DeBrunoParaCarla

Se não escolhermos as nossas guerras, elas quebram nossa bicicleta.

⁠Se não escolhermos as nossas guerras, elas quebram nossa bicicleta.


E, para piorar, ainda nos escolhem.


A vida é uma estrada cheia de subidas, descidas e buracos invisíveis.


Em meio a tudo isso, a gente tenta pedalar — equilibrando sonhos, afetos, responsabilidades e o próprio fôlego.


Mas há dias em que o vento sopra contra, e a tentação de lutar contra tudo e todos parece inevitável.


O problema é que nem toda briga vale o pneu furado.


Guerras demais cansam, desviam, enferrujam o que ainda move a gente.


Algumas causas apenas disfarçam o ego ferido; outras são armadilhas bem pintadas de razão.


E quando lutamos em todas as frentes, esquecemos que a bicicleta — metáfora da vida que ainda precisa seguir — não aguenta tanto tranco.


Escolher as guerras é, antes de tudo, reconhecer as nossas fragilidades e escolher seguir inteiro.


É saber parar, respirar e entender que a paz não é covardia, mas sabedoria.


Porque, no fim, quem insiste em guerrear por tudo e contra tudo, se arrisca a ficar a pé — com o guidão torto, os sonhos empenados e a alma exausta.


Nem toda batalha merece tanto o nosso pedal.

⁠Que Deus nos dê a sabedoria necessária para aprendermos a escolher nossas guerras!
Amém!

⁠Os que gostam de brincar com as palavras — dificilmente se precipitam em Guerras Palavrosas.