Grito de Protesto
O plano perfeito
Vivo por anos
Choro oceanos
Te afasto por nada
Grito com raiva
Fujo por medo
Sofro em segredo
Sinto saudade
Penso até tarde
Me drogo calado
E no fim, eu me mato.
Slá, só mais um café.
Não se prenda ao passado. Liberte-se e seja feliz!
dê o seu grito de independência e deixe o passado passar.
É preciso soltar as amarras e viver o presente, não é saudável viver aprisionado(a) a situações que ocorreram e que, muitas vezes, não foram positivas, em nada contribuindo para nossa felicidade.
Enfim, viver ligado (a) a acontecimentos que já se perderam na poeira do tempo é um verdadeiro desperdício de vida.
Há pessoas que paralisam, ficam engessadas, congeladas em determinados fatos de sua existência e esquecem de se situar no presente, que é onde a vida acontece.
É verdade que existem situações que realmente deixam marcas difíceis de apagar, cicatrizes profundas que, de vez em quando, insistem em doer, como um ferimento que volta a sangrar.
Porém é necessário ter perseverança, muita força de vontade e amor a si próprio(a) para superar tudo que não nos torna feliz, inserindo-nos no contexto de nossa vivência atual.
A vida é muito curta para cultivar dores, sofrimentos, tristezas.
Quando se toma consciência da transitoriedade de tudo, é bem mais fácil transpor barreiras e buscar uma existência harmoniosa e feliz.
A grande sacada é praticar a “Lei do Desapego!”
Vive melhor aquele que gosta mas não se apossa de coisas e pessoas, procura companhias leves, que trazem paz e harmonia, caminha pela vida com otimismo e fé buscando sempre realizar seus sonhos, acreditando que a felicidade não é uma utopia, existe sim e que podemos encontrá-la logo ali, numa curva do caminho.
#OMAIOREXERCITODOMUNDO | Enquanto nosso grito for uma causa própria, jamais iremos motivar a maioria.
Chega de dizer não aos problemas que você vive individualmente.
O erro das pessoas não é o abuso de mulheres ou crianças, são todas as formas de abuso.
O desrespeito não é das autoridades ou dos idosos, o desrespeito virou bandeira de todas as formas de rebeldia.
Não é o racismo ou homofobia, o machismo ou tradicionalismo que corroem a humanidade, pois direta ou indiretamente você é ou tem um próximo de outra raça, sexualidade ou gênero e que sofrendo também lhe fará sofrer.
Não é do negro, do índio o problemas de achar que cor é caráter, assim como não é dos homossexuais o problema de achar que amar um igual é pecado.
Não são meus esses problemas, não são deles e sim NOSSOS todos esses problemas e qualquer outro no âmbito social.
Temos que parar de levantar bandeiras caracterizadas pelas cores e marcas de nossas causas limitadas e começar a levantar a bandeira branca que representa a paz em qualquer guerra.
Uma dor não é maior que a outra.
Nenhuma lágrima arde mais que as outras.
Estamos todos calejados pelo egoísmo de lutar para vingar as cicatrizes particulares, enquanto seríamos muito mais fortes se lutassemos todos juntos, unidos contra todas as formas de preconceitos, abusos e doenças da sociedade.
O respeito tem que ser de todos e para todos sem melhores nem piores.
Não se vence uma guerra criando cada vez mais novas intrigas para batalhar.
Sejamos pragmáticos, para que tantas leis e acordos se cada um só conhece e segue a que mais lhe oferece vantagens?
Lute, mas leve seu espirito guerreiro para defender uma causa que seja maior que você, que mude o mundo como um todo e não apenas seu mundinho particular, pois mais humano não é o que sangra e sim o que reconhece a dor das feridas alheias.
você esta ouvindo esse grito de socorro?
não né?
esta tão abafado pelo medo,
é apenas uma criança, tem apenas 6 anos,
como algum teria coragem?
o pranto escore pelo teu delicado e frágil rosto.
o desespero e a dor estampado em teu olhar.
como tem coragem? porque com ela?
a culpa não é dela.
E o grito por socorro
Ainda habita a garrafa,
Tragada pelo oceano.
Mas hão de resgatá-la,
Antes que os mares sequem.
Grito (do cerrado)
Corações cerrados
devaneados
no chão vivido
torto, ressequido
árido
e empoeirado.
Que crasta
arrasta
queima
sem dilema...
Pari alarido
sofrido
num socorro
caldorro
de miseração,
num grito a destruição...
Chora o cerrado
devastado.
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Setembro, 2017
Cerrado goiano
As dores do mundo!
A dor física é o grito lastimoso dos órgãos enfermos, como o remorso é o grito acusador das feridas da alma!
Não é preciso ouvir o grito de socorro da fome-oculta, do corpo e da alma, para atendermos suas reais necessidades (03.11.17).
AO REDOR
Cidade movimentada,
Ninguém olha ao redor,
Mais uma alma foi roubada,
Após um grito ensurdecedor ...
Família sofre com a perda,
E se perguntam entre si,
Porque tirou sua vida ?
Ele estava logo alí,
Mas nunca repararam,
Seu corpo, coberto por feridas,
Ele já estava cansado,
Nada tinha mais vida,
O mundo pra ele ficou opaco...
Mas nada o encantava,
Ele procurava sentido,
Sua alma já n se importava,
Deixando seu corpo vazio...
Era um vazio desesperador,
Que ele sentia dentro de si,
Mas nada impediria,
Do seu oxigênio se esvair ...
Ele vivia triste e quieto,
Mas ninguém olhou ao redor,
Ninguém ouviu seu grito,
E já era muito tarde,
Quando viram que ele corria perigo.
#Feridas
Minhas feridas estão se abrindo de novo
O grito estrangulado na garganta
A velha dor gelada no pulso
Estão voltando
O gosto de provocar a morte,
e temer a ela.
Oh doce dor
Que reprimi
Que idiotice a minha,
pois eu sabia que voltaria.
Trazendo consigo seus bons e velhos,
Amigos fantasmas.
Aqueles que me tiram o sono e me desliga do dia.
Porcaria!!!
Oh doce e saborosa idiotice
Que por frações de segundos fez com que eu acreditasse,
Que eu uma habitante das trevas seria feliz.
Ora, se os alunos sabem que serão aprovados automaticamente, ou melhor, no grito, vão se importar com mais uma tarefa no quadro, valendo pontinhos.
UM GRITO DE ESPERANÇA
Num dia de sol, de lua, tão triste este dia.
A vida, o desespero, a saudade. Dor n’alma
que faz sentir um amor. Oiro celeste.
Uma alvorada fria, uma noite ao vento. Pede-me calma
dos sentimentos nostálgicos que me deste.
Uma estrela, saudosa luz, estranha força e magia.
Talvez um miserável entre os anjos do céu! No mar
as lágrimas dos dias santos na terra, a euforia,
e nas tempestades um lírio branco, o vento, o ar!
Talvez um pedinte em dor final, a pedir esperança
no corpo nu que me cobre a alma. Um véu terno,
plumas ao tempo, folhas secas, talvez lembrança
à abrir a contagem da existência entre o céu e o inferno.
Amor seja tu amor, tão alegre, tão infinito...
Mesmo que te roguem tristeza a viver, mesmo à dor,
mesmo à saudade, que seja em plenitude o teu grito,
que sejas em ti à cobiça, o meu mesmo amor.
Que esperança há para a escola, se o grito de socorro dos professores continuar sendo ouvido só depois deles serem surrados?
A noite chega e com ela um grito distante na terra dos descompromissados e desajuizados nunca se sabe ao certo quem está chegando e quem está partindo. Um dia desses conversei com o tempo, que me contou que os melhores destinos são secretos, impossíveis de imaginar. A noite já se faz alta e os pensamentos tomam forma e viajam o dia não foi tão alegre que a noite seja breve porque de mim ela já não se atreve a me dar nem um sorriso de leve. Boa noite.
Em meu grito sem som escuto meu coração chorar, desmaiar de dor...
Sinto minha alma morrer lentamente.
As lágrimas salgam meus lábios, sem correr pela face, um choro de poucas lágrimas e densa dor.
Por onde deixei a alegria, a vontade de viver...
Onde anda a esperança de ter ainda um grande amor?
_Já esqueci como é o bater de um coração apaixonado.
Perdi meu rumo, meus sonhos, minha bússola do amor.
Desconfio que perdi o medo da morte, do inferno, de não ter o perdão de Deus.
Estou anestesiada por uma dor antiga, que volta vez por outra para me fazer desejar com fervor a morte.
Talvez um dia a encontre nas esquinas desta vida sem vida, neste caminho espinhoso onde fui ferida selvagemente
Pela boca de quem tanto amei!
Luly Diniz.
10/02/18.
As garatujas grafadas no quadro com giz colorido, talvez seja um grito de socorro, para obterem a atenção que gostariam de usufruir da família. Mais uma vez, a responsabilidade de casa é transferida à escola.
A existência de mentes vazias neste país pacato faz o grito da liberdade sumir aos poucos ao ponto de somente haver choro e lamentações de algo que um dia estava preste a ser conquistado.
"O calado"
.O silêncio é o grito do acomodado.
.Pois quem se cala satisfeito está.
.Sendo assim não tem direito de reclamar.
