Grito

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Luto das pedras


Grito no sonho.
E ainda no escuro protetor,
Grito de novo acordando.

Tantas idades em reações.
O Passado. Dias seguindo contrários.
A vida é mais do quanto já se foi e pouco do que se quer ser,
Que deixo as palavras nos dentes.

Na teia do presente,
Tece ainda a falta, a saudade
Entre as ações acontecidas,
Entre o silêncio, o imóvel.
O invisível luto das pedras.
Desde quando imperceptível,
Até quando eu deixar de ser o mesmo.

Inserida por landeira

Nem todo grito é de socorro.

Inserida por Legancyl

Não há "som" maior do que o grito do silêncio!!

Inserida por Thailine

No silêncio de minha alma há um grito que chama o seu nome

Inserida por BetoMarley

Edvard Munch pintou o quadro "O GRITO" eu pintei o quadro "A FORCA" e daí?

Inserida por querotedizer

Grito de liberdade

Ninguém quer viver com medo
Ninguém quer ter que caminhar
Viver sob uma falsa democracia
Que só beneficia quem pode pagar

O que queremos é liberdade
para agir, pensar e falar
O que queremos é liberdade
Ter o direito de nos expressar.
Queremos liberdade já!

Inserida por missb

"As vezes grito calado, para que todos ao meu redor não me escultem e sim para quem me senti, sinta-me.."

Inserida por Juniorfrio

Olhos arregalados é um grito assustador que a voz não soube dar.

Inserida por abraatiko

Meu grito era cego;
Surdo e mudo.
Um grito sufocado de receio.
Um socorro disfarçado de sorrisos.
Medo do medo
Você entende?
Até o grito, se moldar em nós.
Um grito com grito.
Um grito com voz.

Inserida por abraatiko

⁠Sou terra, sou ar, sou água, sou fogo;sou o grito, sou a fonte, sou a canção.

Inserida por josegoncalves

⁠⁠⁠um poema
ou é uma súplica
ou um grito de desespero

nunca
uma inspiração

Inserida por josegoncalves

O amor é a loucura do divino, um grito apavorado, uma oração, o silêncio, a honradez sacerdotal e profana do homem...

Inserida por gnpoesia

O grito
⁠⁠Só tu podes colocar a mão na massa para alcançar os seus objetivos, aprecie o tempo ela é tão valiosa. Contemple cada jornada como se fosse uma obra de arte o tempo que ela contém é vasto, mas tu és mortal, seja o tal escritor de sua história, tu és o única que dita o guião da história eles avaliam o processo,sucesso para si nesta vida em todas as esferás da vida.

Inserida por Miranda08

⁠Quer ter paz em sua casa? Comecei aposentando o grito.

Inserida por teologiapentecostal

⁠Vozes da Periferia: Um Grito por Igualdade e Oportunidades

No camburão, o jovem negro foi levado,
E o repórter, com intenção cruel e desvairada,
Buscava audiência em humilhar o "Criminoso",
Mas foi a resposta do jovem que ecoou de modo grandioso.

"Já não sou nada mesmo", disse ele com pesar,
"Quem quer comer vale", suas palavras a ecoar,
"Aceito qualquer salário", um grito de desigualdade,
A juventude negra, periferia em dificuldade.

Oportunidades escassas, sonhos postos à prova,
A luta pela sobrevivência, árdua e renhida trova,
Sem carteira fichada, sem seguro de vida ou amparo,
A juventude negra enfrenta um caminho tão amargo.

Que ás periferia seja um eco, uma voz a clamar,
Por justiça, igualdade e oportunidades a brilhar,
Que todos tenham chances, que todos possam alçar voo,
E que a juventude negra encontre um futuro.

Inserida por Mykesioofc

Muitas vezes o silêncio diz: - Grita!
E o grito responde: - Silêncio!

Inserida por TinhoAires

Se o mundo quer gritar, por que insistimos em silenciar o seu grito?

Inserida por TinhoAires

⁠“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.

Inserida por luismateus

⁠Nella città III - A cor da carne

Há dores que nascem antes do grito.
Não do corpo, oráculo por vezes calado,
nem da alma, que cedo se curva ao pranto.
Mas da identidade, lançada à sombra, à face do repúdio,
antes mesmo de saber-se ser.

Nasce, então, a dor sem nome,
antes que a luz do mundo pudesse tocar a pele — nua.
É o peso de um tom que destoa,
aviltado pela violência do olhar.
A cor da carne, que não é da alma,
não é identidade,
mas adorno passageiro —
incompreendido por olhos de cárcere,
que desferem o açoite mudo da ignorância,
a face vertida.

Vê:
a cor sublinha o corpo,
e não pede perdão pelo que é.
Aqueles que esperam que a cor se renda
não entendem o enigma da pele — nua,
que nenhuma voz pode enunciar.

Inserida por CatarinaL

⁠O primeiro grito de liberdade vem do espírito.

Inserida por PoetaFernandoMatos