Grandes Amigas
O que somos?
Somos a sorte de um jogo de azar
Somos o cheiro do café da manhã.
Somos os amigos que se reencontram.
Somos o soldado que volta vivo da guerra.
Somos a flor que embeleza o jardim.
Somos os loucos sensatos da vida.
Somos o perdão que a igreja condena.
Somos a alegria de um dia de sol.
Somos os amantes que juram amor eterno.
Somos o fim da linha de um trem.
Somos a primavera que chega em setembro.
Somos a dor de uma mãe na despedida.
Somos a verdade que a mentira inventa.
Somos a Saul...dade do que passou.
Somos tudo isso em pleno verão.
Somos a areia onde a onda quebra.
Somos o coração que se acelera na paixão.
Somos o sorriso da criança que brinca.
Somos a estrada que nos leva ao impossível.
Somos a magia do olhar da menina moça.
Somos a vida que namora o tempo.
Somos, ou nada somos.
(Saul Beleza)
Aceitar.
Chega um momento em que insistir na amizade deixa de ser uma tentativa de preservá-la e passa a ser uma recusa em aceitar que ela mudou.
Aceitar o fim de uma amizade não significa negar o que ela foi. Significa compreender que o passado não tem obrigação de continuar sendo presente.
Algumas pessoas foram importantes em determinado momento de nossa vida, e isso não se torna menos verdadeiro porque deixaram de estar presentes. O valor de uma relação não depende necessariamente de sua duração.
Por isso, talvez seja possível lamentar sem ressentimento. Sentir falta sem exigir retorno. Reconhecer a importância sem continuar implorando pela presença.
E, sobretudo, aceitar que uma amizade precisa de duas pessoas dispostas a permanecer.
Não lamento ter tentado preservar o que um dia foi importante. Lamento apenas ter descoberto que, em algum momento, a tentativa deixou de ser compartilhada.
Quando somente um tenta.
Uma amizade pode sobreviver à distância; dificilmente sobrevive à falta de reciprocidade. Quando apenas uma pessoa procura, pergunta, insiste e tenta preservar o vínculo, aquilo que deveria ser encontro começa a se transformar em insistência.
É estranho lutar sozinho por uma relação que deveria ser construída por dois. Mais estranho ainda é perceber que, enquanto uma pessoa procura maneiras de aproximar-se, a outra parece encontrar cada vez mais razões para permanecer distante.
Talvez seja esse o momento em que precisamos reconhecer uma verdade incômoda: não se pode sustentar indefinidamente uma amizade com a vontade de apenas uma das partes.
E, quando isso acontece, a pergunta deixa de ser “como recuperar essa amizade?” e passa a ser “por que somente eu ainda estou tentando recuperá-la?”.
A Descoberta.
Talvez a dor de perder uma amizade não esteja propriamente em perdê-la, mas em descobrir que você já a havia perdido enquanto ainda tentava preservá-la.
Há relações que continuam existindo apenas porque alguém se recusa a admitir que já terminaram. Continuamos procurando, mandando mensagens, tentando conversar, criando oportunidades para reencontrar aquilo que existia antes.
Até que percebemos que a relação já não está sendo construída no presente, mas apenas lembrada.
E talvez essa seja a parte mais dolorosa: descobrir que aquilo que você imaginava ser uma história compartilhada pode ter se transformado em uma história que apenas você ainda estava tentando escrever.
O mais triste não é perceber que alguém se afastou. É perceber que você foi o único tentando diminuir a distância.
A verdadeira amizade implica também um esforço cordial por compreender as convicções dos nossos amigos, mesmo que não cheguemos a partilhar nem aceitá-las.
Nunca permitas que cresça a erva ruim no caminho da amizade: sê leal.
Não elogie seu parceiro ou fale dele para outras mulheres a quem você chama de suas amigas. Você pode ficar sem ele.
Hoje, não tenho mais amigos daquela época, talvez nunca foram.
Elas queriam o meu brilho, acho que de algum jeito conseguiram tirar um pouco disso de mim.
Não deixe que tirem de você.
Te amo muito ❤️
07:34 22 de outubro de 2024
Sonhei que havia ido na casa do meu amigo da adolescência o TJ ele era um garoto totalmente diferente, negro, forte e estava careca, vestia um short simples e a gente começou a conversar, meu marido também estava com a gente.
Eu estava deitada no chão, quando comecei a falar para o TJ que estava muito feliz por ele ter se formado em economia, ele dava aulas em faculdade, estava feliz pela realização e evolução na vida dele.
Eu comecei a falar de mim e disse que eu ainda estava tentando fazer dar certo, e dizia pra ele que acreditava que ainda eu iria conseguir.
Ele me ouvia com atenção.
Eu comecei a falar pra ele que sentia saudades da época que éramos adolescentes e que não havia preocupações, que sentia saudades das meninas da Mayla e da Claryana e que eu sempre prezei muito a amizade deles.
Eu me despedi e dei um abraço muito forte nele e um beijinho no pescoço, ele também me abraçou muito forte.
Eu saí feliz e de repente eu comecei a ver um vídeo que eu havia postado no Facebook, era um vídeo de uma viagem que eu e meu marido havia feito, parecia ser Suiça ou gramado, mas estava mais para a Suiça, por causa dos Alpes, casas e montanhas.
Eu havia colocado esse vídeo no Facebook e ele estava legendado também.
Eu não me recordava daquela viagem, mas sabia que já havia estado naquele lindo lugar, verde e com muitas montanhas.
Eu apesar de não lembrar, eu parecia me sentir realizada por ter feito aquela viagem maravilhosa, que era o sonho de muitas pessoas.
No caminho, encontrei uma garota que havia derrubado sua bolsinha em uma poça d'água, ela era a Lusiane, irmã da Oseane, ela ria pra mim, enquanto eu pedi para meu marido pegar a bolsinha dela da poça, se ele pudesse fazer o favor.
Ela continuava sorrindo, muito feliz.
Depois segui e acabei sonhando com um abraço de Deus, um abraço quente e aconchegante e eu abri os olhos.
"Sonhando com amigos temporários do meu passado!
É feriado. Dia de finados.
Dormi até agora. 1 : 24 da tarde, após uma noite e uma manhã inteira sonhando com o meu passado.
Sonhei com tantas pessoas que não fazem mais parte do meu presente.
Porque de alguma forma quiseram se afastar de mim.
Acho que o problema não sou eu, são eles que nunca deram o mínimo, após anos de desencontros.
As esquinas da vida ainda me fizeram querer procurar, ir atrás.
Mas, enfim. Somente eu sentia falta.
Até que desisti.
Embora pese em mim a saudade, a falta de diálogo, as boas lembranças das quais me recordo.
Bem que tentei.
Mas, percebi que eu me humilhava para receber pouquíssimas palavras sem importância alguma.
Agora, tudo volta em sonhos.
As lembranças dos sorrisos, das conversas, dos encontros.
Me deu vontade de chorar.
Mas, não. Não vale a pena.
Eles nem sentem minha falta, só eu os procurei.
Mas, infelizmente nunca recebi reciprocidade.
Se tornaram orgulhosos, talvez por alguma conquista material.
Talvez, porque acham que não tenho o mesmo valor.
Mas, se enganam tanto ao pensar dessa forma. Se é que pensam.
O meu valor é inestimável.
Sou tantas coisas, tenho tanto a oferecer.
Aprendi e reaprendi tantas coisas que tenho muito orgulho de mim.
Eu posso até nunca terminar um ensino superior, ou ter muitas coisas de valor.
Mas, sabe. Nunca vou sentir inveja de alguém por isso.
Cada um conquista seus méritos, dependendo de como isso pode acontecer.
Seja porque tiveram oportunidade, ou simplesmente porque tiveram uma família equilibrada.
No meu caso, nenhuma coisa, nem outra.
Tudo por mim mesma.
Por isso, tenho muito orgulho do que hoje sou.
Gosto de fazer tantas coisas diferentes, que isso para mim, é uma grande virtude.
Sou diferente.
Acho que é por isso, que me torno uma pessoa muito especial.
Então. Os sonhos vêm e se vão.
As lembranças são como o vento, que de vez em quando sopra forte algo distante.
Para nos lembrar que tudo indica que tivemos que passar por todas aquelas aventuras vividas, para termos uma bela história.
Que agora, é contada por mim mesma.
Então. Eu sou muito feliz.
Cada uma dessas pessoas, tem seus motivos para não sentir minha falta.
E, quem sou eu para jugá -las?"
15/08/2024 tenho sonhado bastante com minhas amigas da adolescência...
Anteontem 13/08 sonhei abraçando a Mayla, enquanto ela estava em uma mesa sentada.
Eu dizia que eu a amava "Mayla, eu te amo, eu te amo mulher" ela ficava bem indiferente. Então, acordei!
Hoje 15/08 sonhei que eu estava hospedada na casa da dona Regina e as meninas ficavam bem indiferentes comigo, elas nem falavam comigo. Sonho estranho!
Estávamos eu e alguns amigos olhando para cima, mas o céu não era só céu, era um outro mundo, um lugar que parecia uma ilha flutuante no espaço. E eu percebia que lá havia habitantes, mas não como nós. Eles estavam de cabeça para baixo, vivendo como se a gravidade tivesse esquecido deles. Era bizarro e ao mesmo tempo encantador, porque a beleza do que eu via parecia desafiar tudo que eu já tinha aprendido sobre o universo.
Dois deles conversavam com uma menina que estava conosco, mas não por gestos ou sinais complicados, e sim por um computador antigo, daqueles que a gente imagina em filmes de décadas passadas. E enquanto eles digitavam e se comunicavam, eu ficava ali, absorvendo cada detalhe, me perguntando como poderia existir vida em um lugar tão improvável, tão diferente, mas ainda assim tão coerente. A água se comportava de maneira invertida, como se estivesse sendo segurada de ponta cabeça, e eu queria entender se aquilo era real ou se era só a imaginação que tinha decidido brincar comigo.
E então veio a percepção mais forte: existe outra possibilidade de vida além da Terra, além daquilo que a gente consegue tocar e medir. Existe um lugar no espaço que é bonito, harmonioso, como uma ilha que respira, que tem regras próprias, que vive por si mesma. E eu ria de surpresa, porque a vida podia existir assim, em lugares que desafiavam a lógica humana, e mesmo assim era natural, e viva, e cheia de significado.
Eu me pegava pensando naquelas águas invertidas, nas pessoas de cabeça para baixo, na menina conversando com eles por aquele computador antigo, e não conseguia parar de admirar. Era como se tudo ao meu redor dissesse que a realidade é apenas uma das muitas possibilidades, que o universo é um grande laboratório de experiências, e que a beleza está justamente em perceber essas diferenças sem medo. A ilha flutuante parecia me convidar a aceitar a impossibilidade, a questionar a rotina da vida, a rir das regras que achamos imutáveis.
Fiquei algum tempo contemplando, e percebi que o sonho não era só uma viagem cósmica, era uma lição sutil sobre curiosidade e percepção. Que a vida pode existir em lugares inesperados, que tudo que achamos fixo pode ser moldado de outra forma, e que o olhar atento, o questionamento e a imaginação são ferramentas para descobrir universos inteiros dentro de um instante. E mesmo quando acordei, fiquei com essa sensação de leveza, como se tivesse visitado uma ilha que só existe quando a gente ousa imaginar, uma ilha que me lembrava que a vida não se prende à gravidade, que existe para ser contemplada, para ser sentida, para ser invertida e ainda assim ser perfeita.
Um sonho do dia 25/03/2026
NA VIDA ADULTA, NÃO EXISTEM AMIGOS. NEM NO TRABALHO, NEM DENTRO DE RELACIONAMENTO. QUANDO VOCÊ LEVA PARA A SUA CASA, PRINCIPALMENTE. TODOS SÃO CONCORRENTES DA SUA VIDA. VIGIE. APRENDENDO COM O ERRO DOS OUTROS E PASSANDO O RECADO!
Não faço questão de ser sociável, amizade não se ganha se conquista da mesma maneira que se perde se não houver respeito e sinceridade! Não espere menos que isso de mim!
Não faço questão de ser sociável, amizade não se força, se conquista. Desse modo cada um tem de mim exatamente aquilo que cativa. Questão de princípios. Só não permito me diminuir. Tenho maturidade pra entender que, não sou melhor do que ninguém, mas sei exatamente o meu valor!
Que seu dia venha embalado na paz e alegria
adornado com o laço da nossa amizade.
Recheado daquelas boas surpresas
que sempre nos trazem sorrisos
e a felicidade... do viver
Amizade
“Amizade não se faz,
se constrói.
Amizade não se tem,
se mantém.
Amizade com paz,
não destrói.
Amizade é estar bem
com seu bem”
Existem amizades que o tempo não mede, a distância não diminui e a vida só faz a gente agradecer por ter encontrado.” ❤️
O maior LAR que um homem pode construir é, com as paredes formadas de amigos com a coberta de Amor, e com a Luz de JESUS entrando pelas Janelas!
O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e confidências, transformando a leveza da amizade em uma disputa invisível.
Na amizade, o ciúme é o desejo de exclusividade, a vontade de ser o porto seguro, o primeiro chamado, o abraço preferido. É a criança interior que ainda quer ser escolhida sempre, que teme ser deixada de lado. Mas, ao mesmo tempo, é um reflexo da insegurança: não é o amigo que nos falta, mas a confiança em nós mesmos que se fragiliza.
Esse ciúme pode corroer laços, transformar companheirismo em competição, e fazer da amizade uma prisão em vez de liberdade. Porém, quando reconhecido, ele se torna um espelho: mostra nossas carências, revela o quanto precisamos aprender a dividir, a aceitar que o amor e o afeto não se esgotam, mas se multiplicam.
Amadurecer na amizade é compreender que não há hierarquia no afeto, que cada vínculo é único e insubstituível. É confiar que a presença do outro não diminui a nossa, mas amplia o círculo de cuidado e pertencimento. O verdadeiro amigo não se mede pela exclusividade, mas pela constância: aquele que permanece, mesmo quando o mundo se abre em muitas direções.
Tatianne Ernesto S. Passaes
