Grandes Amigas
O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.
Você se tornou escrava da vaidade porque se deixou levar pelo oportunismo dos teus "amigos", ou seja, tudo o que eles mais querem na vida, não é o teu corpo, é o teu dinheiro!
___Sim_
Marcélio Oliveira
(Lembre-se de que você está envelhecendo)
🤗😌
Se certos grupos de "amigas" pudessem adivinhar o que se passa na mente umas das outras em certas ocasiões, com certeza, elas iriam se acabar na porrada por causa de homens que, no fundo, as verem como um lanche ruim de engolir.
Álbum: TALARICAGEM VELADA
Sim.
😆🤣😂
Se ela traiu pra ficar com você, amigo, ela vai te trair pra ficar com outro.
___E isso é um fato_
Sim.
😬🤣
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
O Devorador de Sonhos está em todo lugar
Se fingindo de amigo
Querendo te derrubar
Aparte-se dele já se ainda é capaz de sonhar
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
Gabiróba, o sapinho mochileiro acreditava que a amizade era uma rocha que se projetava no mar de magias do antigo reino sapo. Ele ria dessa ideia e dizia que se tivesse o poder de impedir as ondas desse mar de partir para o oceano de dúvidas impediria. Pois com elas o medo avançava ano a ano sobre a terra fértil da sua limitada mente sapo desde que chegara nessa estrada sem fim que é a vida de quem é ansioso como um noivo espera que encontre o sentido, e que ele seja bom e generoso.
Gabiroba via a terra, a boa terra da esperança se desmanchar no atrito das ondas do mar de dúvidas, via os longos braços de areia áspera e alcalina que segurava na praia a fúria do oceano de raivas. Quando o brilho do sol partia na tarde vermelhada ele contemplava a paisagem brilhante dourada do futuro e se animava a fazer uma caminhada para alcança-lo. O céu iluminado pela lua brilhava nas águas salgadas e refletia toda sua história de pérolas e jóias de uma vida predestinada a ser um simples sapo mochileiro nesse universo de sapaiadas, desde o dia em que sua mãe sapa anunciou: "Estou grávida". Assim nascia Gabiroba, o sapinho mochileiro trazendo em seus pensamentos um universo mágico de valiosas jóias que jamais seriam usada, seus olhos eram como pedras estreladas refletidas pelo brilho do céu escurecido da noite calma, mas acordou na chuva e eles pareciam opacos sem brilho, desde que as dúvidas começaram a percorrer o seu caminho.
Os verdadeiros amigos, que são cada vez mais raros, você logo vai perceber.
Não importa se é na alegria ou na tristeza.
Eles estarão sempre com você.
Não exponha a sua vida com tantos detalhes.
Os ombros amigos que hoje te dão ouvidos,
talvez se aliem as línguas que amanhã te traem.
— Jucelya McAllister
Laços do Tempo e do Espaço
No entrelaçar de dois caminhos e olhares,
Nasce a amizade sincera e sem véu,
Que atravessa a amplidão dos mares,
E ilumina os dias sob o mesmo céu.
Há um carinho leve que a vida nos dá,
Feito de pura e serena afetividade,
Um ponto seguro onde a alma está,
Unida pelo dom da reciprocidade.
Mesmo quando os passos traçam a distância,
E a estrada parece longa a caminhar,
Preserva-se a essência e a elegância,
Daquilo que o tempo não pode apagar.
Sua falta vira verso, vira saudade,
Mas não há ponte que a memória não cruze,
Pois o verdadeiro amor é tempestade,
E ao mesmo tempo a luz que nos conduze.
Pois onde há afeto verdadeiro e forte,
Nem a distância desfaz o nó do desejo:
Onde quer que estejas, no sul ou no norte,
Teu abraço será sempre o meu aconchego.
Luciano Bento
A amizade que cresce me envolve e me envaidece. Você é especial e preciosa. Vai ser muito feliz e merece.
Toda verdadeira amizade se baseia em um grato e furtivo encontro de corações generosos e amorosos que enfim se encontram em "semelhecitudes" - semelhanças diferentes e muito carinho livre por cada um existir do jeito que é, de ser, ter próprias visões e opiniões e pensar diferente, sem precisar mudar nada, para agradar.
Amar a Amazônia, como ela é muito alem de como conseguimos vê-la... me alertava meu querido amigo, mestre o artista e intelectual amazonense Moacir Andrade. Amar verdadeiramente selvagem para entende-la.
