Grama
“O outro sempre vai ser melhor aos nossos olhos se assim permitirmos. Afinal de contas a grama do vizinho só é mais verde, quando não cuidamos a nossa.”
Em uma casa simples de pedra, na costa de um rio, onde a grama verde parecia um tapete macio, o vento ecoava e batia a janela, de longe se ouvia o barulho da correnteza do rio, nessa casa de pedra rústica morava uma mulher, com seus cabelos castanhos escuros na cintura, cacheados, a pele branca e macia, os olhos combinavam com a cor dos seus cabelos, corpo esbelto, uma mulher inteligente e sagaz, dominava a arte da cura com as ervas, sentia a sua calmaria na grandeza da natureza, o seu nome era Aila.
Tranquilidade edificante, emoção através de lindos detalhes, uma superfície de uma grama verdejante, cenário de muita vitalidade, exaltado por uma presença graciosa, o charme de um olhar sereno, uma certa dose de audácia, um espírito amor divino que está presente em cada canto, inclusive, na simplicidade, seus traços são sublimes, um encanto farto como se fosse um sonho desperto alegrando a realidade, sentimentos exultantes, um convite ao imaginário, à criação de uma arte singela, neste momento exato, em forma de versos num aspecto fantasioso graças a uma inspiração intensa, majestosa, cercada gentilmente por lindas borboletas, possível referência à fase que se encontra, estando com a sua alma liberta, bênção grandiosa, natureza sincera, jovialidade que floresce semelhante a uma bela rosa, vida que fortalece, principalmente, quando amada de volta.
Vejo o campo e
a vegetação
e as ruínas
do que foi uma cerca.
Em meio à grama
um osso pelado
pelos cachorros.
Aqui se vê a pobreza
e se sente a fome,
talvez o homem
não se alimentou
e fugiu
talvez não resistiu,
há corvos aqui
não é um bom lugar ― definitivamente não.
Poemas e Poesias, soam aos ouvidos dos apaixonados, como orvalhos da noite molham a grama no chão. No peito mora a saudade que desfalece meu coração.
Meu amor...
Lágrimas da chuva...
Raios de luz reflete o seu corpo...
Sobre a grama da da relva os espaços grandioso da beleza da alma...
O vento sussurrando pelas árvores são um estado de perfeição...
O tempo voa rápido demais nas nossas conversas a noite...
O feitiço de nossas vidas passadas aparecem num exato momento que falamos as mesmas coisas num pensamento único e feliz.
“Não ajam como os irrigadores de grama, que molham em excesso a grama que está mais distante... Certifique-se de que a grama próxima ao pé do irrigador esteja molhada também. Geralmente está seca, e ao seu redor acaba resecada”. JMJ
"Se você estiver ocupado o suficiente cuidando da sua grama, não terá tempo para se preocupar com a grama do vizinho."
Eu resolvi me chamar Anestesia Natural, quando perguntei à grama, e ela suspirou com nuvens empoeiradas, enquanto as montanhas se erguiam em um silêncio majestoso. No ar, cada gota dançava ao ritmo da vastidão de melodias invisíveis, revelando a Sinestesia Inesperada que habita cada momento.
É hora de se aplicar o pensamento onde se afirma que a grama do vizinho é mais verde que a deles - um visível complexo de inferioridade.
Assim notamos que são poucas as pessoas que conseguem responder de forma madura a perda do emprego, a reprovação numa prova, o término de um relacionamento, a morte de um ente querido, etc.
Quando se trata das emoções, podemos afirmar que é um universo a parte que necessita de minuciosa compreensão e aceitação.
Por conta desta realidade, observamos que: Quem não sabe perder, perdeu.
Não compare seu Filho(a) Autista e não olhe para a grama do vizinho. Celebre e vibre por cada superação, cada dificuldade vencida, e todo o progresso já alcançado.
A jornada de cada um é única e cheia de conquistas!
Não menospreze um inimigo
que está a baixo de você.
Uma cobra verde na grama
é mais mortal que um
leão em cima de uma árvore.
Mais vale um grama de obediência do que uma tonelada de oração.
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar. Desceu do céu e se "sentou" na grama do jardim, feito dono de tudo e querendo um dedo de prosa comigo.
Cantou que estava feliz em me ver, parecia sorrir com o bico.
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar e retocou minha alma com o bálsamo da fé e foi.
Nildinha Freitas
NATUREZA
Entre o verde das colinas
Esse cheiro de grama molhada
É tudo que o ser humano precisa
A tranquilidade renovada.
O vento sussurrando baixinho
A paz dizendo bom dia
Obra prima do Criador
Trazendo essa harmonia.
Aqui se esquece de tudo
Que ficou lá fora
Se entrega a liberdade
Sem tecnologia, sem hora.
Perdemos o passar do tempo
Tudo isso eu descreveria
Como a coisa mais bonita
Nos versos da minha poesia.
Autoria Irá Rodrigues.
O vento deslizando na grama é uma expressão da beleza. Que possamos sempre perceber a grandeza na simplicidade, pois o universo sussurra lembretes eternos da beleza que permeia nossa existência.
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