Grandes poesias sobre Vida
LIVRE AO MAR
Na terra, preso estou.
Livre em ondas serei.
Junto ao meu barco vou.
Neste mar viverei.
Os ventos do leste guiam-me ao sol,
Neste maravilhoso anoitecer.
Ventos leves nas velas me levam
A procura do meu tesouro, viver.
Ondas, tormentas e tufões começam
Na chuva noturna, o vento forte sopra e me quebra
O casco do barco parte no atlântico. No fim viverei?
A deriva...
Jovem ao mar, sem salvação...
Livre agora sou...
AGRADECER !
* Por Cada Dia Que Vivemos .
* Pelos Desafios Diários .
* Por Nossa Familia .
* Pela Saúde .
Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.
Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.
Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.
Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.
Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.
E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.
O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.
Criminais
Vivi,vivo e sempre viverei entre o real e o irreal.
Porque muito mais posso num mundo irracional
onde nada temo,nada devo.
Quem disse isso uma vez
não foi um poeta
não foi um profeta
também não foi um santo.
Quem um dia ousou dizer
essas palavras, na verdade
foi um assassino
no auge da sua sagacidade.
Mas seu nome ainda dá medo
aos que relembram do seu crime
apesar dos apesares
e de toda a morte morida
ele às vezes ainda fala
coisas que são muito verdade.
Quem disse isso um dia
foi o mais cruel dos assassinos
que,por sua insânica esquisofrenia
viveu,vive e viverá sempre entre o real e o irreal.
As vezes me pego pensando em nós, em todas as coisas que já vivemos. Foram tantas! Sei que faz pouco tempo que te conheço mas, cultivamos tantas coisas, passamos e criamos momentos que pra sempre, enquanto nossa memória não falhar, vamos lembrar e guardar com carinho.
Toda vez que penso em você parece que nada é capaz de saciar meu desejo. Não importa quantas horas do meu dia eu te dedique, não fico satisfeita pois tenho a paixão que me move e me leva ate você e me faz te querer a todo momento.
A arte de amar é viver todo dia como se ele fosse o último e também fosse eterno.
Último que devemos amar todos os dias e fazer o que nunca fizemos.
Eterno pois existe uma outra dimensão que não é comparada a essa aqui.
A arte de amar é viver cada dia como se fosse o último — e, ao mesmo tempo, como se fosse eterno.
Último, porque devemos amar intensamente todos os dias e ter coragem de fazer o que ainda não fizemos, sem adiar sentimentos ou atitudes.
E eterno, porque existe algo além desta vida, uma dimensão maior, que não pode ser comparada a tudo o que conhecemos aqui.
Viver às vezes parece nadar contra a correnteza.
Se parar, você sente que volta. Se força demais, se esgota.
Arte de Viver como Irmãos
Aprendemos a cruzar os céus,
a mergulhar ncas profundezas dos mares,
a conquistar distâncias que antes pareciam impossíveis.
Mas ainda estamos aprendendo o essencial:
olhar o outro com amor, respeito e humanidade.
Porque o verdadeiro progresso
não está apenas no que conseguimos alcançar,
mas na forma como caminhamos juntos.
E quando o coração aprende a reconhecer o outro como irmão,
a vida, enfim, encontra seu sentido mais bonito.
Simone Cruvinel
“Hoje eu só quero viver em paz com aquilo que Deus colocou em mim.
Nem todo mundo vai entender… e tudo bem.
Eu não preciso de aprovação,
preciso de direção.
E com fé, eu sigo.”
Guardiões da Floresta
Amazônia, berço de tradição,
Onde os povos vivem em comunhão,
Com a mata, o rio e o céu profundo,
Onde tecem sua história em seu mundo.
Povos indígenas, resistência e dor,
Na luta contra o invasor.
Seus rios são veias, a terra, altar,
Mas o mercador só sabe tomar.
O ouro que cega, o peixe que some,
Envenenado pela ganância do homem.
Mas sua voz ecoa, forte e viril,
Na defesa do nosso brasil.
Das línguas antigas, dos cantos sagrados,
Dos mitos que vivem nos tempos passados,
Cada povo guarda seu próprio saber,
Raiz que não deixa o futuro morrer.
Caçam, plantam, pescam com arte,
Na dança que pulsa no ritmo do rio.
De Apurinã a Yanomami, de Baré a Sateré Mawé,
Baniwa, Koripako, Munduruku, Tukano, Tuyuka,
Waiwai, Marubo, Matis, Matsés Juma,
Kambeba, Kanamari, Kokama, Mura,
Cada nome é um grito de existir,
Um laço com a terra, um porvir.
Desana dança, Karapanã canta,
Hupda, Witoto se levanta.
Kulina, Korubo, Pirahã na mata,
Ticuna, Tariana, guardam a chama.
Cada nome é um verso na história,
De resistência, luta e vitória.
Guardiões do clima, da vida em flor,
Sem sua luta, se perde o amor.
O mundo os nega, os expulsa, os fere,
Mas sua força ainda persevere.
Pois na floresta que o vento balança,
Está sua eterna esperança.
Oh, povos de raiz e de chão,
Sua luta é nossa canção!
Que a justiça chegue, clara e inteira,
Como o sol na mata brasileira.
Pois sem vocês, sem vosso ardor,
Não há Amazônia, não há amor.
Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.
JÁ ESQUECEMOS QUEM SOMOS
Vivemos tempos estranhos e fora da dignidade. E digo isto com peso, medo e insegurança. A cada dia, torna-se ainda mais duro.
Está tudo misturado.
Hoje és acusado, amanhã, já estás condenado, sem provas, sem defesa, sem voz. Há quem seja agredido e há quem nem sobreviva para contar a sua versão. Tudo por causa de um boato. Tudo por causa do medo. Tudo por causa da ignorância.
Criou-se, nas mentes de muitos, a ideia perigosa de que fazer justiça com as próprias mãos é aceitável. E isso é um erro grave. É muito perigoso.
As escolas, as igrejas e os mais velhos já não ensinam como deviam ou não são vistos como antes. Não orientam como antes. E os valores que mantinham a ordem, foram sendo esquecidos lentamente até chegarmos onde estamos.
Uma sociedade dominada pelo pânico torna-se cega. E quando a razão desaparece, qualquer mentira ganha força de verdade. O que está a acontecer certamente é um teste à nossa consciência como seres humanos.
Já esquecemos quem somos. Precisamos parar e pensar. Olhar para o passado, entender onde falhámos. Analisar o presente, com coragem.
E proteger o futuro, antes que seja tarde demais.
Nem toda história que se ouve é verdade. E nem toda suspeita justifica violência. Se continuarmos assim, não estaremos apenas a destruir inocentes…
estaremos a destruir-nos a nós próprios.
Agora, a verdadeira luta não deve ser contra fantasmas, deve ser contra a ignorância que carregamos dentro de nós, para que possamos lembrar quem somos. Porque já esquecemos quem somos.
Tem cara que só namora no facebook. Na pista, vive solteiro.
Assim como tem namorada que é cega; só enxerga a vida dos outros.
Seria quase impossível de viver, se a simplicidade não existisse.
Ela é algo encantador, que traz paz e alegria ao coração.
Agradeço pelo simples que veio, que está e pelo vindouro.
As amarras da expectativa do viver
Soltar... Soltar... Soltar...
Saber que nada é seu
Aceitar que nada é seu
Nem nada, nem pessoas, nem
a próxima respiração...
Nada...Nada...Nada é seu
É só empréstimo...
Liberte-se da ilusão
Seja são...
Deixe fluir...ir...ir
O Sorriso que Nos Completa
A felicidade não vive apenas dentro de nós — ela ganha sentido quando também floresce no outro. Ver um sorriso sincero estampado no rosto de alguém é como acender uma luz que ilumina não só quem recebe, mas também quem observa. Em um mundo desigual, onde nem todos têm as mesmas oportunidades, ainda existe algo que está ao alcance de todos: a capacidade de reconhecer o valor do outro e desejar que ele também sorria.
Cabe a cada um de nós enxergar no semelhante não apenas diferenças, mas humanidade. Porque, no fundo, todos merecem sentir a leveza de um momento feliz. E talvez a verdadeira felicidade esteja justamente aí: em perceber que, quando contribuímos para o sorriso de alguém, o nosso também se torna mais verdadeiro.
Considerando o que estamos vivenciando
alguma coisa faz sentido?Ou estamos
em realidades paralelas.
Observando hospícios
num metaverso de telas.
Prenchendo eternos vazios.
Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!
Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!
Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!
E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!
E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!
E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!
E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!
Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!
E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.
E deixo aqui meu alerta!
SEJA LIVRE, SEJA LEVE
Pra que viver chorando neste mundo cruel e vil?
Cristo conquistou, na cruz, nossa vitória,
e Sua graça nos cobriu.
Seja livre, seja leve, tome sua cruz e a carregue,
pois, ao lado de Jesus,
ela se torna mais leve.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Ele provou o cálice amargo como o fel,
pagou um alto preço sobre a cruz
para nos abrir os céus.
Ao lado de Jesus, o peso se desfaz,
o fardo se transforma,
e a alma encontra paz.
Caminhando com Cristo,
há força pra seguir,
pois quem anda com Ele
aprende a sorrir.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Cícero Marcos
Estado Poesia
Quero estar anestesiada de Manoel de Barros. Quero viver imersa na poesia, quero habitar esse mundo onde a palavra ressignifica tudo: o passado, o presente e até submete o futuro a uma linguagem.
Quero poesia correndo pelas veias, quero sangue transformado em palavra e desabafo em verso. Quero que isso seja aquilo, e que de lá pra cá eu chegue onde nunca fui.
Quero resgatar essa forma de vida onde a palavra me permite atingir o belo, enxergando flor onde há apenas asfalto.
Quero ignorar a lógica utilitária do mundo, para encontrar infância onde roubam minhas horas.
Jaqueline Bastos / Jaque Poesia
