Gosto da sua Voz
Rsrsrsrs, você tem rosto mais incrível que já vi, um olhar fulminante, um sorriso maroto, e uma voz marcante, que não dá para esquecer. Tem um jeito único se preucupa com que é importante, é forte mas é domavel. Super responsável, pensa no seu redor, é uma Leoa da diretrizes para os próximos e enxerga o futuro como uma águia, o sol é seu refúgio adora ele, bebê água que pássaros bebem. Mas quando tende se soltar, se solta igual a chuva cai do céu, vive sua vida como ninguém... Está crescendo igual a uma baobá, terá raízes e frutos doces e salgados, frutos para o futuro que semearam essa terra... E terá sua história para contar, não te conheço mais já te admiro pelo seu feito... Deixar enxergar o que meus olhos vêm em você... Essa é nossa Terra...
JPS.
A dor da sensatez nos aniquila a todo momento, ainda que queiramos silenciar a voz da dor, ela nos acompanha em tempos menos esperados.
Voz do clama ao seu Criador escutai as minhas Palavras: Eis que em breve virá o que endireitará o teu caminho e isso não demora muito não tá fio, então trate de se endireitar depressa porque árvore Ele corta, Hein!
Pegô?
SONETO
Prosa d’alma! Compasso e essência!
A voz duma sensação não esquecida
Despertar da recordação adormecida
Versos rimados em sua boa cadência
Literário, ilusório, atroz ou clemente
Feliz na presença, triste na ausência
A emoção palpita a cada existência
Canção que recita o evento da gente
Tu fazes da saudade a rima singular
E da felicidade, agrado, um doce lar
Traduz a menúcia da vida a seduzir
Em ti, cada um pedaço, cada instante
Em um todo, encantador e sussurante
Tu soneto, poética que se faz sentir!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
21 de novembro, 2021 – Araguari, MG
Acho que fiquei louca
com tua falta, menino!
minha voz está bem rouca,
te chamei tanto, mais de quilos!
Não ouviste, que maldade
fizeste ao meu coração !
que ao teu vive em lealdade
entre poema e canção
PORTA-VOZ
Cada naco do fado de que eu vivi
Resumido, desvairado e disperso
Suspirei, chorei, contentei e senti
E tudo o mais sussurado no verso
Amei, dos não amores sobrevivi
Em um trovar poético e diverso
Alguns com exatidão os escrevi
Amoroso, na imaginação imerso
Tudo passa, fugaz e tão fecundo
Poesia é vida e vive eternamente
E não é minúscula e ou teoremas
Tende. Intui. No inspirado segundo
Em cada sensação ali está presente
Deixo de porta-voz, os meus poemas
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
24, novembro, 2021, 20’07” – Araguari, MG
Só aqueles que tem olhos e ouvidos espirituais, poderão ouvir a voz de Deus. E que se manifesta, através de uma percepção mansa e suave dentro de nós, e que nos traz uma paz e uma consolação que o mundo e as pessoas jamais poderão nos dar.
O cumulo da incoerência e escutar calvinistas dizendo: “minhas ovelhas ouvem minha voz”; mas eles não dão ouvidos aos textos que refutam as heresias que eles aceitam como verdade. Isso prova que eles é que não são as ovelhas que ouvem a voz de Jesus.
“A pessoa que falava quando viva, depois de morta não tem voz nem laringe. A roupa que usava, depois de morta não tem roupa nem roupeiro. O corpo, depois de morto, é glorioso, claro e passivo. Não tem nada a ver com o que se via em vida. Jamais os mortos comunicaram alguma coisa que os vivos no nosso mundo não conhecessem.”
Todos os dias são diferentes,
há ilhas plantadas no peito
silêncios de um tempo perfeito.
E há vozes que se ouvem tão perto,
vozes que elevam os silêncios e as vontades.
Todos os dias sou sol e a Luz não se põe num poente qualquer...
A verdade esta na força e na capacidade que ela faz das pessoas acreditarem nelas.
A voz transmite credibilidade
A palavra autoridade
A presença contém firmeza , brilho retribuição da divindade .
Simone Vercosa
Oiço o vento que sopra lentamente ao meu ouvido….oiço o vento….
Oiço a voz do chamamento…
Algo ou alguém que me sufoca com o seu odor a sofrimento…
Oiço o que ninguém consegue ouvir, é a voz do meu pensamento que quer partir…
Não importa a situação que você esteja, seja sincero e honesto com Deus... Pois ele ouve a voz do seu coração falar...
CANTO LIBERDADE
Letra: João Batista do Lago
Do quilombo dos Palmares
a voz de Zumbi ecoou
lutando por liberdade
a todos nós encantou
Não é fácil, não,
calar nossa voz,
somos uma só nação
temos um só coração
peito pulsando emoção
um só grito de libertação.
Saibam todos vocês,
senhores donos do mundo,
temos orgulho de nossa grês.
Somos madeira nobre (e)
reluzimos como ébano
nascidos do barro e do cobre.
Somos filhos da paz (e)
de liberdade contumaz,
nossa tez é nosso ouro.
Nenhuma insensatez
há de calar nossa voz
somos liberdade, não o algoz.
Do quilombo dos Palmares
a voz de Zumbi ecoou
lutando por liberdade
a todos nós encantou
A dias meu coração dói, minha alma chora!
Minha voz embargada não permite deixar o som sair para meu coração aliviar eu preciso, preciso de um curativo.
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