Gente Sem Graça
Às vezes, é o caos que nos lembra das coisas boas, porque, se tudo fosse perfeito e certinho, talvez nem notaríamos a verdadeira graça das coisas.
O Juízo Final Como Chamado ao Arrependimento (Atos 17:30-31; Hebreus 9:27)
Wesley não pregava sobre o juízo para incutir medo irracional, mas para despertar a consciência moral. Em Sermão 15: The Great Assize, ele descreve o Juízo Final como um evento em que a justiça divina será plenamente manifesta, mas também como um convite à reconciliação. Crisóstomo (Homilias sobre o Evangelho de Mateus) ensinava que a lembrança do juízo é um remédio contra a negligência espiritual.
Cheio de misericórdia e amor, nosso Deus e Pai Celestial nos trouxe à vida em Cristo, mesmo quando estávamos longe d'Ele e errávamos. Não por merecimento, mas por graça, um presente imerecido que Deus nos oferece generosamente. Ele nos salva e nos dá uma nova oportunidade por meio do grandioso amor de Cristo.
Diante das tribulações angustiantes, a sabedoria nos impulsiona a clamar ao Senhor, firmando nossa esperança em Sua graça soberana e poder eficaz para nos auxiliar.
Que o gracioso favor do nosso Deus esteja sobre nós, para que não trabalhemos em vão, mas para que possamos semear e colher.
Invoquemos ao Senhor, nosso Pai Celestial, para que Seu olhar de misericórdia nos alcance e nos ampare em Sua graça.
Nosso Deus e Pai Celestial,
em Seu infinito amor e misericórdia, ouve nosso clamor e nos responde com graça.
As palavras têm o poder de gerar vida ou morte, trazer alegria ou tristeza. Por isso, devemos cultivar o hábito de falar somente aquilo que edifica e concede graça aos que nos ouvem.
Jesus nos ensinou que reservar um lugar para a oração é essencial para nutrirmos comunhão com o Pai. A oração, estabelecida por Deus, é o canal pelo qual nos achegamos a Ele, e é o próprio Deus quem nos responde, revelando Sua sabedoria e graça.
Pedro pensava ser generoso ao perdoar sete vezes, mas Cristo nos ensina a perdoar como Deus nos perdoou - de forma ilimitada e graciosa. Ao perdoar, devemos sempre lembrar do sacrifício de Jesus na cruz.
Tudo o que precisamos para enfrentar cada dia vem de Cristo. Devemos aprender a descansar n'Ele, confiando que nos fortalecerá em nossa caminhada de fé.
Deus cuida de cada um de Seus filhos com amor pessoal e atento, protegendo-os e guiando-os em cada detalhe da vida, como expressão de Sua fidelidade e graça constantes.
O amor e a misericórdia do Senhor são tesouros mais valiosos que a própria vida, pois neles encontramos verdadeira plenitude e segurança eterna, firmados em Sua graça inabalável.
A murmuração nos desvia da fé, alimenta a incredulidade e nos afasta da vida plena que Deus deseja nos conceder por Sua graça e cuidado.
Coragem não é a ausência de medo, mas a escolha firme de confiar em Deus. É na entrega confiante que encontramos forças para seguir em frente, sustentados por Sua graça e fortalecidos por Seu poder.
Liberdade cristã: quem é guiado pelo Espírito Santo não fica debaixo da lei
Voltemos a lembrar dos ensinamentos de Jesus sobre dízimos e legalismos afins com exortações em meio aos acontecimentos seculares. Que eu faça isso sem deixar aquilo.
Lembra-me Mateus 23:23 — davam importância ao dízimo das sementes que não eram obrigatórias, mas o que era obrigatório e necessário eles não faziam. Ou seja, obedeciam com rigor a palavra de Deus, porém iam além do limite da obrigação, i.e., até no que não era estabelecido, como dar o dízimo da hortelã, da erva doce e do cominho, pequenas plantas cultivadas em seus jardins que não faziam parte da Lei do dizimo, mas não se preocupavam em fazer a vontade de Deus que era cuidar dos necessitados.
Portanto, há uma contradição na aplicação da lei por essas pessoas que fazem e não fazem, i.e., fazem o que não é exigido e deixam de fazer o que é exigido e necessário.
Naquela época, o dízimo ainda existia por força da Lei porque Jesus ainda não havia morrido e ressuscitado e tampouco assunto ao céu, de modo que a graça ainda não havia chegado. Por isso, a Lei ainda era e deveria ser cumprida com relação àqueles que eram designados para o cuidado do templo. Entretanto, o amor de Cristo sempre foi exigido desde o início quando Deus diz que toda a Lei se cumpre numa só palavra: amarás ao teu próximo como a ti mesmo (Gl 5:14); contudo, eles não estavam amando o próximo, mas os inquietando com a ideia de os fazer se sentirem obrigados a cumprir a Lei em detrimento do amor que ficava relegado a segundo plano quando, na verdade, deveria estar em primeiro lugar — buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6:33).
Paulo foca aqui na questão do amor ao próximo por causa da importunação dos praticantes da Lei em detrimento do amor pela Graça. Por isso ele fala do amor ao próximo, sabendo que, nesse sentido, ele pegou apenas a parte que corresponde ao versículo 31:
“Jesus respondeu: O mandamento mais importante é o primeiro: “Ouça, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Ame o Senhor seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de toda a sua força”. O segundo mandamento é este:
31: “Ame o seu próximo como você ama a você mesmo”.
Não há nenhum outro mandamento que seja maior do que estes. O mestre da lei lhe disse: — O senhor tem razão, Mestre! Está certo quando diz que Deus é único e que não existe outro a não ser ele. O senhor também está certo quando diz que devemos amá-lo de todo o nosso coração, com todo o nosso entendimento e com toda a nossa força, e que também devemos amar o nosso próximo assim como amamos a nós mesmos, pois tudo isso é superior a quaisquer ofertas de animais queimados ou sacrifícios” (Mc 12:29-33).
Gálatas 5:2 nos leva ao entendimento de que o que tem virtude em Jesus Cristo é a fé que opera por amor. Qualquer obra legalista, farisaica, que obriga a guardar a Lei faz cair da Graça e causa a separação de Cristo que de nada mais servirá para quem dele se afasta, e, consequentemente, não poderá ser salvo.
Quem impede e persuade você para que não obedeça à verdade? Esse empecilho e persuasão não vem de Deus. Se alguém coloca uma pequena dose de veneno em um copo d’água, toda a água fica contaminada, analogamente a um ensinamento falso que se espalha e contamina todo aquele que o recebe, inadvertidamente, sem a preocupação de investigar sua veracidade, como faziam os bereanos que ouviam atentamente a mensagem e examinavam as Escrituras para se certificarem se, de fato, ela correspondia à verdade bíblica. No entanto, sofrerá a condenação aquele que tenta desencaminhar os filhos de Deus (Gl 5:7-12; At 17:11).
Obrigada, Senhor, pelo retorno às raizes do meu ministério.
Olhar além das aparências.
Dos julgamentos precipitados.
Com o olhar humano vejo inúmeros defeitos, mas em todos.. me abstenho dos julgamentos...
porque penso.. como Deus vê?
No melhor sentido da palavra
Quero olhar para o meu próximo e exergar àquilo que que Deus consegue ver
Com os mesmos olhos que enxergamos a palavra de Deus podemos ver também aquilo que pode nos fazer cair.
No mundo é primordial e honroso gabar-se de suas habilidades, conquistas e forças. Em Cristo é primordial e honroso gabar-se de suas fraquezas e necessidades.
O AMOR DE DEUS: É INCONDICIONAL OU GRACIOSO?
O amor de Deus por nós é incondicional ou gracioso? Ele nos ama sem exigência alguma ou nos ama porque decidiu nos amar, mesmo sem merecermos? Ao nos amar graciosamente, Deus proveu, na morte vicária de Jesus na cruz, o pagamento do nosso pecado e, ao fazê-lo, já havia estabelecido que só receberíamos o seu perdão e a salvação, se nos rendêssemos a Ele em sincero arrependimento e fé. Logo, o amor de Deus não é incondicional, pois exige arrependimento e fé dos pecadores como condição indispensável para o recebimento da salvação.
