Gente Mesquinha
O cúmulo da burrice, é endeusar uma pessoa que manteve tanta gente abaixo da linha da pobreza por tanto tempo, para serem usados como massa de manobra em época de eleição. Mesmo assim, a pessoa, é visto por tantos pobres de espírito como um herói. Salve a santa ignorância...!
A gente vê e ouve o tempo todo as pessoas falando, que após a pandemia, viveremos novos tempos que estão por vir e que as pessoas estarão mais solidárias ao próximo. Eu... não acredito. Pode até ser que algumas coisas mudem para melhor. Mas se depender do ser humano, nos quais estão inclusos muitos imbecis...(que não respeitam à própria vida e nem a de ninguém), já está declaradamente visível que isso será impossível. Os (LIXOS) humanos... continuaram contaminando o planeta com suas maldades, o que é lamentável. Precisávamos urgente de uma pandemia única e exclusiva, que exterminasse esses vários tipos de (pessoas podres) ainda existentes da face da terra... (E são muitos)...!
A revolta é química as pessoas vão se apaixonar e odiar, vai acontecer de gente que te amou o bastante acaba te esquecendo e deixando pra trás, uma solidão aparece logo de cara, você se pergunta sobre aquela pessoa que te amava e te abandonou. Tá difícil de entender, as pessoas estão rebelde dividido entre dois lados.
Eu não fui feita para ficar com você.
Você não foi feito para ficar comigo.
Um dia então a gente se desencontra.
Uma das coisas que a vida me ensinou é que tem gente que demora para amadurecer.
E quando acontece, já está podre.
Bom mesmo é a gente ter certeza de que não precisa da autorização nem da aprovação de ninguém para continuar fazendo o que se gosta.
Que a gente possa viver feliz sem precisar:
esperar a sexta;
esperar o verão;
esperar as férias;
esperar o sapo encantado.
Para que a vida não perca o gosto, acho que a gente só precisa:
Se aventurar,
Fazer coisas novas,
Conhecer pessoas,
Aprender sempre algo novo.
Descobri que gosto de gente bagunçada
Que não anda na linha
Que não se encaixa
Que fala e age de acordo
Que é o que é
Ponto.
A gente era tão igual e tão diferente
E brigava tanto
Mas era claro que a gente se amava
Mas é claro que a gente ainda se ama
Eu sempre lembro de você, pai
Se estivesse aqui, hoje teria bolo
Não é mais aniversário que se diz
Depois que alguém já não está mais
Mas ainda dá tempo e jeito
De ser lembrança
Memória
Carinho
E afeto.
Parabéns assim mesmo, pai!
O que nos falta é sangue nas veias. Aquela coisa, sabe, que faz a gente se sentir vivo e atuante. Estamos cada vez mais apáticos. Cada vez mais mornos. Lembro de como reagia se alguém se metesse com um de meus irmãos. Como ficava se alguém se atrevesse a insultar qualquer um dos meus amigos. Como era atrevida e ousada ao defender um estranho que sofresse uma injustiça.
Hoje tudo pode. As pessoas tornaram-se anestesiadas.
Pois é...Se o desaforo não bater a nossa porta, está tudo bem.
Não temos mais garras e dentes. Nos tornamos moralmente gelatinosos. A nossa honra e integridade são de uma plasticidade assustadora. Fazemos vista grossa com a injustiça sofrida pelos outros. Economizamos nas defesas. Somos seletivos ao tomar partido. A maldade alheia não incomoda. A voz alta. A falta de educação e tato ao lidar com crianças ou animais. A crueldade.
Que espécie de seres nos tornamos, por Deus?
Pergunto mil vezes. Mil vezes sem resposta.
Tanta gente bacana no mundo e você sofrendo por causa de um cocô que aprendeu a andar e saiu da privada.
