Gente Doida
Somos todos insanos!
Loucos na política,
Loucos nas leis,
Loucos na arte,
Loucos em toda parte...
Loucos nas terapias,
Loucos na medicina,
Loucos na família,
Loucos em tudo no dia-a-dia.
Louco eu que vos escreve e fala,
Loucos todos somos, até tú que vais negar, este texto que nos narra...
Louco é a vida, que nos coloca neste mundão, esta enorme sala.
Loucos conscientes, e loucos em devaneios, até nossas últimas falas...
loucos não sabem amar
Loucos não sabem sentir
Loucos não querem viver
Loucos estão loucos
Loucos como eu são loucos por você.
E se diante do caos só nos restar dançar?
Bailemos pois,alegres,loucos...destoantes
Que essa distopia sem nexo nos mostre sua lógica
Suplicante, eloquente... urgente de se fazer entender
Para o bem ou para o mal
Para além do certo e do errado...
Bailarinos da loucura...quem nunca?
Que tome forma a luz...que reinará...
Ofuscante e plena após o caos.
Chegará um tempo em que os homens ficarão loucos e, quando virem alguém que não é louco, atacá-lo-ão, dizendo: “Tu és louco; não és como nós”.
Os loucos tendem a ser mais céticos pois os religiosos ficam mais atordoados pela própria religião.
Os loucos, apesar da insanidade, são passíveis de um relação de troca de pensamentos. Com os sórdidos não. Não há diálogo com desequilibrados de alma. Não há troca, quando a essência é perversa
Somos todos loucos.
Cada um só tem de perceber para que lado está inclinada a sua loucura e usa-la à favor do bem comum.
O Brasil é um Estado Laico?
Que Gerenciado Por Loucos, Com Base Bíblica Prega Seus Convenientes Sofismas Para Sustentar Seus Erros e Seus Piores Crimes.
Conversa de loucos:
- Você é feliz?
- Dois dias atrás eu contei quantas pétalas da roseira do vizinho havia caído no meu quintal. Percebi que até a beleza do que não é meu tem um fim, adubar o meu jardim.
- (Risos). Vamos tomar um café no meu quintal?
Um grito perfurantemente transpassante desaparece em ecos
Ocos de rostos loucos de esperança transfigurada em choros.
Berros de solidão em vastas florestas inabitadas
Abaladas por um fardo pesado de agonia silenciada.
