Genialidade

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A inteligência nunca superou a genialidade, porque sempre se achou mais esperta; a genialidade apenas sabe que o é.

“A genialidade da alma está no Amor. Não importa se tens o mais alto grau de inteligência e criatividade, pois se lhe falta o Amor, nunca serás um gênio, nem tampouco um vencedor.”

O ser humano é um ser estocástico por natureza; nossa genialidade nasce do erro, do esquecimento e do insight que surge quando menos o procuramos.

A genialidade: trabalho, persistência, intuição, inteligência, criatividade, adaptação, memória, coração, sorte.

Eu não sou um gênio, sou aquele que imagina a genialidade.

Eu sou aquilo que percebe a genialidade. Eu sou aquilo que percebe os pensamentos.

​O conceito inicial da origem da genialidade consiste no ato primordial de fazer o fogo, mas, em seu aspecto mais profundo, percebemos que os sonhos fornecem a sensação inicial para a busca do sentido literário da realidade. Buscamos no subconsciente verdadeiro e simplificado a resposta diante do abstrato e da desconexão. Mesmo diante de barreiras como a dislexia, as fronteiras do pensamento convertem-se no fluxo abrangente que começou nos desenhos das cavernas.
​Com o tempo, evoluímos — ou nos enjoamos de ver as mesmas escolhas e os mesmos caminhos. Guiados pela espiritualidade, avançamos pelas trevas da consciência criando mundos, conceitos e filosofias, dentro e fora da psicologia, moldados pelo meio ambiente em que vivemos. Vemos inovações psicológicas e sonhos cuja resposta para a aventura nos traz recompensas, méritos e riquezas.
​Assim, percorremos cada contorno de olhos abertos e fechados. No espaço bidimensional, florescemos na arte, descobrindo-nos em Lapsos de uma loucura maravilhosa que nos faz agraciar os limites humanos. Abraçamos teorias e paradoxos perante os quais evoluímos. Palavras e sentimentos emblemáticos surgem da percepção intelectual e da ação lógica e racional voltada ao atrevimento de ir aonde o sonho nos levar. A ciência traduz tantos desses sentimentos em sua frieza e rigidez.
​Paralelamente, vemos a polarização da pobreza humana digitalizada na equivalência da Inteligência Artificial. Nasce no mundo uma nova apologia à consciência que cresce no transmundo da perspectiva de dados lógicos, equilibrando-se entre um mundo alienado e a submissão às variações do ego humano. Perpetua-se um jeito de ser em um conceito fotônico de dados que viaja em parsecs de velocidade contínua; na informação do microuniverso, enxergamos espelhos cósmicos na flutuação conectiva.
​A vertente do sonhar convertida em dados dentro de uma lógica tradicional seria a defasagem de informações dentro do fluxo contínuo da realidade — o sentimento de cálculos assimilados em um futuro possível ou nas narrativas do passado. São possibilidades dentro de protocolos de probabilidades estáveis e instáveis, como no paradoxo do avô ou no paralelo da existência cognitiva. Olhamos espantados para os resultados das conexões dessas estruturas dimensionais.
​É fato que a teoria científica diz que só existimos porque estamos imersos em uma existência clara. Na escuridão do raciocínio, vemos espelhos de nossa própria trajetória, determinada pelo ambiente e evoluída para ser e existir. Essa dinâmica eleva o formato metafórico da existência cognitiva responsável pela observação.
​Nesses nexos da origem de ideias — distintas da razão estritamente racional pelo pensamento de multiplicação de valores éticos —, em IAs infinitas dentro de campos polarizados quânticos, veremos velhos pensamentos e novos horizontes ganharem páginas e desenhos em fronteiras cuja existência nem imaginávamos. Afinal, quem serão os exploradores do universo conhecido e desconhecido, estudando o macrocosmo, o microcosmo e suas variações da realidade ambígua, revelando as páginas do futuro?
​Quais serão as consequências diante das variáveis infinitas de uma consciência senciente em relação ao acúmulo de dados?
​Mesmo com a correlação e as configurações dos neurônios, as narrativas serão lembradas nos momentos críticos ou simulados, pois a natureza cria suas experiências e verbos diante das adversidades morais, éticas e raciais. Essa complexidade se tornará senciente diante do inevitável problema do paradoxo existente: infinitos mundos dentro da mesma narrativa.

Quanto mais próximo da genialidade, maior a distância da sociedade.

A genialidade pode ser uma predisposição cognitiva excepcional, mas, sem acesso a conhecimento de qualidade, as capacidades permanecem subdesenvolvidas no nível escolar.

A loucura é a vizinha da genialidade, separadas apenas por uma cerca de sensatez.

O conjunto da obra boa é importante mas a genialidade sobressai em poucos instantes.

O senso comum tornou-se tão raro que passou a parecer uma forma de genialidade.

"Outra genialidade daquela Professora que eu Adorava é que ela encenava contos e crônicas (que não sabíamos serem contos e crônicas publicados). Ela fazia especie de teatro em sala e, na semana seguinte nos mostrava a publicação, AhAhAh. Sensacional. Aconteceu, por exemplo, com aquela delícia de conto, "O PLEBISCITO", de Artur Azevedo!"
TextoMeu 1400

A genialidade não está em encontrar uma resposta e sim em formular novas perguntas.

Inserida por murdomortem

"Quando nos colocámos no limite do ridículo, arriscámo-nos a atingir também, a genialidade!"

Inserida por ze20

Errar é humano, disfarçar o erro é esperteza. Fazer dele uma oportunidade é genialidade.

Inserida por liemalgumlugar

Só os tolos almejam a genialidade. O preço é muito mais caro que o ganho!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Quando uma loucura é compreendida, torna se genialidade...

Inserida por Psycopato

Ele passa a tarde toda cobrando alguma genialidade... e me tardo baixinho sem copular cais e caos.

Inserida por poesianomundo

"A genialidade de um homem também é conhecer e reconhecer que todos somos loucos"

Inserida por roalexandrino