Futebol
O Odor do Caos
Era fim de tarde na rua Cecília.
Catorze homens jogavam futebol no campo de terra, rindo alto, enquanto a poeira dourada do sol cobria tudo.
De repente, um carro vermelho parou ao lado do campo.
Dele desceu uma moça de cabelos longos e olhos flamejantes.
Com voz calma, pediu ajuda para trocar o pneu furado.
Por um instante, o jogo cessou.
Os homens se entreolharam, silenciosos, mas quem se aproximou foi Jorge — um homem negro, alto, de cabelos compridos.
Quando ele a viu, algo dentro dele se rompeu.
Como se uma voz antiga, enterrada na carne, despertasse.
Um instinto primitivo, misto de medo e desejo, ascendeu nele como febre.
E então ele começou a falar — palavras duras, quase blasfemas —
profecias nascidas do fundo escuro de si mesmo.
Falava como se fosse um mensageiro de algo maior,
exigindo que ela se rendesse,
que aceitasse uma submissão absurda, quase sagrada.
A tensão cresceu no ar.
Os outros observavam, sem saber se assistiam à loucura ou à revelação.
Então, Mariana — amiga de Jorge, que estava próxima — decidiu agir.
Sem dizer uma palavra, correu até o cercado onde sete cachorros estavam presos e abriu o portão.
Os animais dispararam, excitados e famintos, e avançaram com fúria.
O caos começou.
Gritos se misturaram ao barulho do metal e ao som seco dos corpos caindo.
Os cães devoravam carne e poeira, enquanto um cheiro espesso se erguia no ar — o cheiro do sangue.
Era o odor do caos.
Algo antigo e primitivo havia despertado.
Um motim — uma fúria coletiva, selvagem — tomava conta de todos.
Ninguém compreendia o que estava acontecendo,
mas todos, de alguma forma,
queriam um pedaço.
Quem faz da política um time de futebol esquece que o adversário não é inimigo, mas apenas diferente.
Se eu vivesse no mundo do futebol, eu seria o Santos, gigante destacado, sempre desacreditado, por alguns, admirado por outros, menosprezado, mas sempre gigante.
Você consegue viver em sociede de radicais, fanáticos e extremistas. Nenhum time de futebol, nenhuma posição, nenhum parecer. Ao ser confrontado fuja deixando a frase: "Ainda não tenho ideia formada sobre o tema".(Walter Sasso)
"No campo de futebol, são 11 jogadores; no nosso dia a dia, somos apenas um, jogando com várias pessoas o jogo da sobrevivência."
"O universo é um campo de futebol para olhos da 4ª dimensão
e talvez uma bola de ping-pong para olhos da 6ª dimensão”
Absoluto ou Relativo, eis a questão.
Não existe mais camiseta pesada no futebol. o que existe e más gestões no meio do esporte mais querido do mundo, o que mudou foi que hoje em dia estamos revendo revoluções de times considerados pequenos mostrando que sim precisamos de gestões seria no futebol e isso
Não me parece sensata essa máxima de que "não se discute religião, política e futebol". Desde que haja uma boa argumentação e respeito, não há nenhum problema em discorrer sobre esses aspectos das nossas vidas.
Antes eu brigava por política e futebol. Hoje, aprendi a brigar pelo que realmente importa: eu mesmo.
Já briguei na vida real, já perdi tempo brigando na internet por política e futebol. Hoje, eu não discuto mais com ninguém. A única luta que realmente importa agora é pela minha vida.
Já lutei no mundo real e desperdicei horas em discussões vazias sobre política e futebol na internet. Agora, encerro todos os debates: minha única prioridade é a batalha pela minha própria vida.
Eu tô muito agradecido a Deus por ter me dado esse dom, porque o futebol é uma paixão que eu tenho desde pequeno e eu vou levar isso pro resto da minha vida.
Se você troca a companhia de uma mulher por futebol ou por cachorros, não reclame depois da solidão nem da indisponibilidade dela.
Iguais no amor.
Ela
gostava de Balé
e músicas Clássicas.
Ele
gostava de samba
e futebol.
Apesar da aparência
contraditória,
Entendiam se bem,
pois o que os uniam
era o
AMOR.
Quero realmente acreditar que o futebol
do Brasil,é o melhor do mundo,
mas é só assistir uma partida pra ficar
maluco.
