Fui

Cerca de 9605 frases e pensamentos: Fui

Nunca fui de implantar medo em ninguém, mas sim respeito...trato todo mundo com igualdade e justiça, minha forma de expressar muitas vezes assusta, mas aprendi que devemos falar sempre em voz alta e bom tom, para que fique claro que minhas opiniões não são confidencias, tendem a ser claras, verdadeiras e publicas...Não temo a verdade, abomino a mentira.
nene policia

Inserida por nenepolicia

Eu já fui um homem muito bravo e durão, mas hoje moldado pela vida compreendo que ela é uma simples passagem, que ela se resume em aprendizados, os quais só poderão ser eternizados com nossos atos de perseverança, caridade, amor ao próximo e honestidade. Aprendi que não importa quanta seriedade a vida exija de você, mas cada um de nós precisa de pequenos e grandes acontecimentos diários bons ou ruins em nossas vidas, para que tornemos e façamos de nossa existência algo espetacular.
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Confesso que um dia em meu passado já fui ateu, não por minha vontade, acredito que Deus me fez assim, para que eu pudesse conhecer e diferenciar os valores da vida e da verdade, os quais não são nada sem Jesus Cristo em nosso coração. Busquei o conhecimento, me formei recentemente em Teologia, não para ser pastor ou algo que me faça melhor que os outros, mas sim para mudar a minha concepção de vida a qual desconhecia, e finalmente pude aprender que a vida é para ser vivida de forma intensa e com Deus em nossas vidas... Dinheiro, egoísmo, individualidade, soberba, corrupção, avareza, etc... isso não nos leva à nada... são freios e obstáculos em nossas vidas, que nos fazem cegos postados como vegetais ou vermes! Aquele que se deixa amolestar pela ambição, certamente a vida lhe passara pelo seu "nariz", e quando der-se ao desfrute das coisas boas dessa vida, verás que seu tempo acabou... não viveu, vegetou...

Inserida por nenepolicia

Queria dizer que nunca fui embora, porque nunca fiquei.Nunca te troquei, porque nunca te tive. Nada terminou,porque nunca houve um começo. Estou em outra história porque não havia mais espaço pra mim na nossa, que tá cheia de você, seu egoísmo e sua liberdade. Odeio lugar apertado.

Inserida por DalilaMaite

⁠E eu que fui pensar em como a pessoa teve coragem de me fazer mau assim, logo eu que só fiz bem a pessoa, descobrir que cada um dar o que é e isso não tem como esconder.

Inserida por AndersonS

A poesia é o universo.
Já fui poeira, sou carbono e serei o verso.
Não sou criação, sou evolução.
Quem usa o cérebro move o coração
é racional, evolui, controla a emoção.

A vida foi complexa, hoje é lógica; cognição.
Quando deixa de ser lógica, vira religião; involução.
Acreditar no que não existe é imaginar, inanimar; abstração.
Use os sentidos, não em vão; tenha noção.
Nessa explosão sigo em dimensão;
me vejo no começo pelo telescópio que trás a imensidão.
Minha natureza observa como olho do furacão; visão.
Enxergando em 3D, a invenção óptica da ilusão.

Detritos mitológicos causam conflitos tipo meteoritos; vórtex.
Deixando cadente a estrela córtex; moral.
contra acidez desses planetas eu uso cal.
crença sem sal no meu marmitex.
Pré-sal minha natureza, t-rex meu códex.
Quem não preserva vive em pré.
Em preconceito unissex.
segregando, pregando na cruz; sem flex.

Predestinando a vida do mané; isso não me induz.
Premeditando atrás do livro; Julgam e deduz.
Repreendem em nome de Iavé e Maomé; guerra, pose, status.
Em baixo do braço a sagrada contradição migué;
buscam pretexto na (estória)de Adão, Eva e Noé;
querem comandar tribos, igual a Pajé;
forcas; templos são ocas para cabeças ôcas.

Estão em coma no setor gospel do sus,
adoram imagens e pintam cores em Jesus; não reluz.
Da doença mental teocrática eu sou o pus; ficam jururus.
Só porque acordei e na seca me conservei como a água nos mandacarus.
enquanto eles te sufocam, eu prolifero oxigênio, efeito algas azuis;
forte como mastruz, compus; faço jus.
Em formação tenho Anos-Luz, me formei estrela; tipo Vénus.

Giro junto com o planeta em transverso, radioativo vivendo no inverso.
Bactéria, hominídeo minha origem. Sou vestígio sem vertigem.
Das cavernas, primata, humano, chimpanzé; botânico, carvão, fuligem.
Trago pra natureza as sementes, orgânico igual café;
como fruta, tomo chá, cheiro rapé e fumo narguilé;
caminho, piso no solo, onde tá seco eu molho;
fazendo milagre; planto folha, verdura e como carne.

Sem a incoerência da crença na inexistência;
ser livre pra pensar, essa é a ciência.
Existir, sempre incomodou a fé;
na água não andei, flutuei;
pois usei a mente, não o pé.

Dedos de seta irão chamar de blasfêmia e outros de Tomé; bláblábá.
porém vivo a realidade junto a natureza fluindo no igarapé; chuáaa.
Não sabemos ao menos falar o "Português" nem "Inglês"; só (Oss) Japonês.
mas a língua dos anjos é a moda da vez; tipo (Yin-Yang) Chinês,
esqueceram de falar o tupi-guarani, vou relembrar;
que sou guerreiro indígena de sangue afro, axé ;
amanajé da Bahia; Pankararé, Kiriri, Kantaruré, Pataxó, kaimbé.

Não sou ateu nem fariseu, sou apenas eu,
te lembrando quem você é; mas esqueceu no museu.
Vivo a realidade por isso sinto, respiro, suspiro e transpiro.
Escrevendo; eu me inspiro desde a pedra, couro e o papiro.

-Diego Biggy Monthi

Inserida por DiegoBiggyMonthi

⁠Depoimento do abismo

Fui lançado — não nasci.
Arrancado do seio do Olimpo e cuspido no ventre escuro do submundo.
Como Michael, caí.
Mas não houve batalha. Não houve glória.
Só a queda.

Afundei nas águas estagnadas do Aqueronte,
onde o tempo não corre, onde a existência apodrece em silêncio.
Ali, não se morre — tampouco se vive.
Ali, a única sobrevivente é a dor.
E mesmo ela, cansa.

O amor é uma lembrança malformada.
A paz, um conceito sem tradução neste idioma feito de gritos mudos.
A esperança... uma piada cruel, contada em ecos por almas vazias.

Tentei respirar.
Mas as águas negras não são feitas de matéria,
são feitas de ausência — ausência de tudo.
São a substância daquilo que não deveria ser.
E nelas, minha alma se desfaz, lentamente.

Não há carne.
Não há forma.
Não há identidade.
O "eu" é um sussurro perdido na margem da consciência.
Sou e não sou.
E, nesse estado, compreendo o que é a antítese da vida:
não a morte, mas a permanência involuntária no não-ser.

O sofrimento aqui não grita.
Ele murmura, ele sussurra, ele escava.
É uma erosão constante da alma,
um delírio sem sonho.

Sou parte do rio agora.
Sou sua densidade, sua ausência de luz.
E quanto mais fundo me torno,
mais compreendo:

O inferno não é fogo.
É o esquecimento de si mesmo.
É saber que se sente dor,
mas não lembrar por quê.

Inserida por matador777

⁠Depoimento do Abismo – Parte II

Às vezes penso se algum dia fui algo.
Um nome. Um corpo. Um gesto de humanidade.
Mas essas memórias, se existiram, apodreceram sob o peso das águas.

O tempo aqui não passa — ele apodrece.
É um tempo imóvel, estagnado, onde tudo que respira morre em silêncio.
O que resta são vestígios de pensamentos,
ecos de uma razão que tenta sobreviver ao esvaziamento de si mesma.

Pergunto-me: o que é a dor quando não há mais corpo?
E descubro que ela sobrevive mesmo assim,
porque a dor é anterior à carne —
ela é a lembrança do que fomos,
a cicatriz deixada pela ausência de sentido.

Aqui, a consciência não se extingue.
Ela se estilhaça,
se parte em fragmentos que flutuam sem direção,
como restos de naufrágio num mar sem horizonte.

Eu os observo, esses fragmentos.
E cada um carrega uma versão de mim que não reconheço.
O que sou agora é um silêncio que pensa.
Um vazio que filosofa sua própria forma.

Compreendo, enfim, que o verdadeiro castigo
não é o fogo, nem o tormento físico.
É o excesso de lucidez num lugar sem realidade.
É saber demais num espaço onde nada tem nome.

Aqui, a única certeza que tenho
é que nunca sairei.
Não por estar preso —
mas porque já não há um "eu" que possa partir.

O rio Aqueronte não aprisiona.
Ele dissolve.
Ele absorve o que resta da alma até que a alma se torne ele.
E eu… já não sei se sou aquele que caiu,
ou apenas mais uma corrente fria
a arrastar outros para o mesmo fim.

Inserida por matador777

⁠No lugar onde mais fui ferida foi o que mais floresceu, nasceu flores.

Inserida por larahleah

SENA DE UM FILME

Ela surgiu no canto da Praça
Não me viu fiquei sem graça
Mais eu fui em sua direção
Quanto mais eu caminhava
Meu coração palpitava
Será se ela me viu ou não

Com olhar sincero ela sorriu
Ela Esbarou numa pedra
E caiu
Bom pra mim que foi bem em meus braços
Foi Sena de um filme segurei
Apertado seu corpo então falei
Que o destino juntou nossos passos

Esse filme foi feito pra gente
Fique nos meus braços para sempre
Se sair Não demore pra voltar
Sena que só o destino trouxe
Porque a parti de hoje
Vou viver só pra te amar.

Antonio Luís Compositor
10/08/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

FUGITIVO

Eu virei fugitivo virei fugitivo
Eu roubei seu amor
E fui apreendido
Meu coração se prendeu a você
E o que fazer
Não me solte não
Nos seus braços é minha prisão

Não me solte nunca mais
Quero ficar preso na tua paz
Roubei seu coração
Estou preso nas grades da paixão

Poeta Antonio Luís
11:16 AM 21 de julho de 2016

Inserida por PoetaAntonioLuis

⁠A última perda me brutalizou. Parte da minha humanidade foi roubada. Sempre fui tão profundamente sentimental que me desafazia por nada. mas agora o fluxo segue seu caminho. É claro que eu me importo com os mais próximos, mas acho difícil demonstrar. Há uma parede na frente, eu sempre quis ser tão forte de modo que nada seria capaz de me abalar, o problema é que eu não consigo.

Inserida por Vicky2

⁠VOE COMIGO

Não consigo voar por mim mesmo, não fui agraciado com tal dom, mas é no mínimo curioso, o poder de voou, quando me permiti transcender minha próprio ignorância, e em silencio prestar atenção à vida.

Nisso, uma corujinha tyto se apresenta nos céus entre ás estrelas, seu voou, ninguém escuta, quem pode ver-la? seu canto é puro e poderoso como a fúria de um trovão. Branca como a neve, imagino seus olhos, castanhos avermelhados.

Logo atrás seu parceiro, juntos completam a dança nos céus, e por notar minha atenção, inclina sua cabeça e olha diretamente para mim, quase como que dizendo... "voe comigo".

Inserida por Pablo_Flores

PRESTE ATENÇÃO

⁠
Não consigo voar por mim mesmo, não fui agraciado com tal dom, mas é no mínimo curioso, o poder de voou, quando me permiti transcender minha próprio ignorância, e em silencio prestar atenção à vida.

Inserida por Pablo_Flores

Em todos os seus "eu sempre fui assim", o que você fez diferente por mim?

Inserida por RafaelZafalon

⁠⁠Fé de Encontro com o Axé

O dia em que fui à Umbanda foi um dia de encontro. Encontrei um sistema de crenças profundamente enraizado na cultura brasileira, erguido sobre pilares de caridade, humildade e amor. Ali, naquela roda que girava ao ritmo do sagrado, vi o sincretismo se manifestar de maneira harmoniosa, como flores de diferentes cores e fragrâncias em um mesmo campo. Todos os meus sentidos foram despertados. A adoração ali não era apenas uma experiência espiritual; tinha cheiro, gosto, ritmo e movimento. Uma fé com o toque de axé.

Deus ali transcende os nomes e, junto d’Ele, orixás e guias, tão próximos e benevolentes, desenham uma unidade misteriosa. Divindades se entrelaçam, criando uma tapeçaria vibrante de fé. Sob o olhar atento de santos e orixás, há um terreno comum, cada um representando facetas do divino. A Umbanda é inclusiva, uma fé que abraça a universalidade da busca espiritual.

Quando a gira começou, Iansã trouxe seus ventos, e senti a poeira subir como partículas de uma história que reverbera em nossos passos. Eu, testemunha respeitosa, tentava decifrar o significado daquele movimento que parecia maior do que os corpos que dançavam. Eles giravam — alguns em profunda conexão, outros em uma quietude contemplativa, mas todos entregues a algo que, como eles, eu ainda buscava compreender.

O ritmo se intensificou, como se a própria terra pulsasse sob os pés de quem dançava. Gritos e batuques se entrelaçaram em um ápice de energia, revelando algo que não se traduz, mas se sente. Não era um clímax de liberação, mas um convite ao entendimento profundo do que somos: seres que giram e se movem, talvez para não enfrentar o silêncio ou o vazio. Na Umbanda, compreendi que o movimento é mais do que deslocamento; é a vida que persiste, é axé, a energia sagrada que demanda renovação.

Junto deles, entendi que, na dança da vida, parar é perder a conexão. Cada movimento se torna a prova de que somos mais do que corpos; somos esperança que não descansa. E, quando o ritmo acalma, somos um com a roda, com o vento, com o mistério. Quem entende o axé sabe: é preciso continuar a girar. Só assim haverá renovação, pois é o movimento que traz a mudança, a melhora.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Asas

Me ensinaram a ser chão,
a ser reto, a ser horário.
E eu fui —
fui sem vírgulas, sem desvios, sem fé,
sem delírios.
Nem andor passava por mim.

Desaprendi de voar
quando adulteci
e virei funcionário da rotina.
Guardei minhas asas na gaveta do
esquecimento,
junto de papéis amassados e promessas
vencidas.

Me acinzentei — mas os olhos, não.
Eles cansaram de ver histórias de aluguel.
Anseio por uma história que ainda não construí.
Meu conto.
Meu próprio folclore.

Quero subir novamente,
nem que seja feito um passarinho de metal,
avião de lata.
Cair para cima.
Acredito que ainda tenho tempo.
Sonhar é verbo com hélice.

Ontem, me lembrei que nasci para o alto.
Reabri a gaveta com dedos de menino.
Achei minhas asas caladas, mas inteiras.
Borrifei esperança nas penas,
reacendi o desejo pelo voo na pele.
E fui.

Voar é desobedecer o peso.
Mesmo que o vento se esqueça.
Mesmo que as asas tremam.
Alcançar os ares é importante —
reaprender a sonhar,
mesmo que o mundo diga: não.

Inserida por Epifaniasurbanas

"Construí minha casa na areia, desde então deixei de existir. Fui ludibriado pela beleza do mar. Quis tornar o transitório permanente, ter o imponderável todo dia a minha frente. Não cogitei que o mar não aceitasse concorrentes.

Notei que o mar na areia apagou meu passo. E qualquer rabisco ou rastro que faço, num toque das águas desfaço.

O desenho só durou até ser tocado. O castelo se desfez quando foi alcançado. Meu pedido de socorro foi encoberto ao ser encharcado. E nada que não existiu pode ser contado.
No mar é onde hoje jaz o meu legado.
O mar não perdoa ninguém."

Inserida por Epifaniasurbanas

Onde a palavra fere, o beijo cura.
Ainda bem... sempre fui melhor com a boca do que com palavras!

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Dessa vez eu fui inocente

Dessa vez eu fui inocente,
Acreditei na luz do olhar,
Nas palavras doces ao vento,
No carinho a me embalar.

Dei meu peito sem defesa,
Dei meu sonho, dei meu chão,
E em troca, a dor traiçoeira
Fez morada no coração.

Mas quem vive de esperanças
Se arrisca ao jogo da ilusão,
E o preço de tanta confiança
É o eco frio da solidão.

Ainda assim, sigo em frente,
Carrego a alma resistente,
Pois sei que amar, mesmo errante,
É ser humano, é ser valente.

Inserida por Wallace78