Fui
Não nasci pronto,
nunca estive certo,
mas sempre fui inteiro.
E é no imperfeito que floresce o real
Meu coração por vibra por você
Anos que eu penso em você
eu fui fraco, não tive coragem de dizer oque sentia
talvez seja isso a sua total desconfiança
mas como pode alguém que ama ?
ser tão corajoso ? o amor nos deixa bobo
tão fraco, pensando que somos o pior de todos
todos os dias me arrependo de ter adormecido você
todos os dias eu queria ter você
todos os dias eu sou para você !
eu não sou a melhor pessoa do mundo
nem a pessoa mais perfeita
eu sou o cara que não lhe deseja pela beleza
eu sou o cara que lhe deseja pelo fogo da paixão
que arde em mim desde que possuía 15 anos
o cara que sempre te zuou na escola era porque não tinha
coragem de dizer o quanto lhe amava
eu sou o cara que está digitando esse mero poema para você !
o cara que tem um lado que você não conhece que está disposto
a lhe mostrar !!
você é meu poço de confusão, então eu quero ser a luz da sua escuridão
eu sou disposto a mudar por você, eu sou disposto a mudar o mundo por você
é estranho ler palavras de alguém que sempre esteve na sua vida como o vento
alguém que sempre como vento passa em sua vida e depois some
mas dessa vez eu estou aqui !!!
eu cresci, mudei, apanhei, vivi, sobrevivi, tudo para ser preparado para você
eu anseio pelo seu amor !!
Bom hoje você saberá oque 1.500 pessoas que curte uma pagina não sabe
escrevi isso para você
PERSONAGEM.
Não em todas as ocasiões em que fui eu queria ir, nem em todas as vezes que eu fiquei eu queria ficar.
Chorei quando deveria sorrir, sorri quando deveria chorar.
Tive muita vontade de ser forte quando estava fraquejando, senti vontade de fraquejar quando estava sendo forte.
Nos dias exaustivos, eu queria estar calmo mas fui me moldando, fui me lapidando. Com o tempo, fui aprendendo.
Hoje, nada mais me apavora, é que no final da história, ninguém se importa com os autores, só querem saber como terminou o personagem.
Tenho aprendido muito com Deus e com a sua misericordia. Ja fui muito moralista, onde julguei a muitos, mas Deus em sua infinita misericordia tem me mostrado que a compaixão e o amor é o melhor caminho a ser seguido. As vezes pode ser que conheçamos ao senhor por muitos anos, mas ele sempre vem e nos revela que precisamos aprender mais. Em Deus tudo se faz novo, tudo passa, menos os seus ensinamentos.
"Se ninguem te condenou, nem eu o condeno, por isso vá e não peques mais", assim disse Jesus.
Na mesma medida que julgarmos, seremos julgados. Hoje aprendi que se formos moralista e dono da verdade, isso prova que ainda não experiementamos o Grande amor de Deus. Paz e bem a todos !!!
Na prisão da liberdade, fui condenado à pena perpétua. Esse é o mínimo a pagar, pra quem escolhe a vida certa!
Devo estar com uma aparência péssima mesmo. Fui dar uma volta na rua de chinelo, e meu pé ficou igual do menino carvoeiro. Mas é porque transpiro muito no pé e ele começa a sambar na borracha do chinelo e fica todo cagado...Fui entrar na agência do Itaú pra sacar dinheiro, e uma senhorinha correu da porta com medo de entrar sozinha comigo, achando que eu fosse assaltá-la. Tudo bem, não estava com meus melhores trajes... Mas, quando fui ao seu encontro para dizer que ela poderia ir no banco, que eu não era bandido, sem me dar qualquer chance, ela gritou o rapaz da Cet-Rio que estava em frente a capela do colégio Zaccarias, no Catete, dizendo que estava sendo assaltada O cara me abordou enquanto chamou um carro da guarda municipal, que, estava exatamente parado em frente ao restaurante de frutos do mar Berbigão, certamente esperando o arrego do dia embrulhado numa quentinha, enquanto tinha gente na rua gritando que ia me bater... Só fui liberado porque, graças a Deus, com a chegada da Guarda, por sorte, eu estava com o crachá do globo no bolso... Me pediram desculpas, e eu respondi que eles poderiam ficar com o carro parado na porta do banco, em vez de vegetarem esperando comida em frente ao restaurante. Antes que eles me dessem um fora, Dona Lurdes concordou e perguntou porque o carro estava em cima da calçada em frente ao restaurante, e não em frente a agência bancária, do outro lado da rua... eles ficaram sem graça de contrapor a velha e calaram a boca...Ali, estava estabelecido uma primeira relação de afeto e reciprocidade entre eu e minha nova "vovó". Inclusive, a dona Maria de Lurdes, muito sem graça, não sabia o que fazer para se desculpar... Eu, claro, perdoei...Talvez ela tenha razão em julgar e achar que, a qualquer momento, possa ser esfaqueada na rua... Que triste, vivemos um momento horrível na cidade onde todos se sentem ameaçados até mesmo por pessoas de bem....Consegui, pelo menos, dar um beijo carinhoso na bochecha da dona Lurdes antes de ir embora, pois ela começou a chorar por ter sido injusta comigo, e reconheci que era de coração. Descobri também que a Dona Lurdes mora aqui no Catete desde quando Getúlio presidia o Brasil aqui do palácio. Já aceitei o convite e amanhã vou comer uma broa de milho na casa da dona Lurdes, que mora hoje aqui na Bento Lisboa. Segundo ela, está acesa como se fosse ontem as passagens de Getúlio pelo bairro. e ela quer me contar tudo o que lembra... Quero escutar suas histórias e ver as fotos que ela diz ter pra me mostrar dessa época, "ao jornalista desleixado"..., já tomei esporro da Dona Lurdes por ser jornalista e estar andando com os pés sujos na rua... então, acho que, no meio dessa violência toda, nasceu uma nova e bonita amizade, onde a diferença de idade de dezenas de anos é um mero detalhe superficial...Já lavei os pés... Agora, depois do primeiro plano executado com sucesso, preciso colocar a cabeça no lugar e pensar direitinho como roubarei a casa inteira dela, nessa oportunidade única, e de que maneira vou assassiná-la, em seguida, para que tudo pareça um acidente, depois de três dias, pois já descobri que ela não tem parentes aqui no Rio ...
Não importa quem sou ou quem fui. Muito menos quem vou ser. Vivo meu eu. Somente eu insistindo no meu próprio eu. Vivo correndo os meus risco. Me entendo com os meus fracasso. Sei das minhas decepções. E quem me decepciona. Vivo eu fugindo das minhas desilusões. Maís nunca. Nunca irás me ver deixando de buscar o amor a quem eu possa neste meu eu poder amar.
Jose A Nascimento
Fui o que quis que eu fosse. Fui seu como me pediu. Muito tempo não conheci seu amor. Mais agora o que sobrou de mim. Vou trocar todos esses anos de decepções. Por minutos bem vivido e por um minuto de amor verdadeiro. Seja lá com quem for.
Jose A Nascimento
Fui sempre adolescente no amor, mas calejado pelo desamor. Não vi e não tive compaixão em meio a tantas paixões. Recomeço cada dia com a tortura dos amores que me fizeram de amantes. Amei só e só me vejo, entre tantos e tantos amores, apenas saudades me deixaram, saudades de amor, escrito Armando Nascimento.
Não importa a Pedra bruta que fui um, nem o animal feroz que um dia rosnou pra se proteger do destino, porque até as pedras viram pó, e o animal feroz se cala diante do seu cruel destino, escrito por Armando Nascimento
Muito me surpreende pessoas de forma pejorativa dizerem: "Já fui evangélico e posso afirmar..." Não! Essa pessoa esteve inserida no grupo e adotou essa identidade, porém nunca experimentou, de fato, o poder do evangelho!
Fui o olhar para céu a noite e vi o teu lindo sorriso nas constelações , e lembrei do seu jeito cativante e do seu olhar que parece um diamante .
Poesia do vini
Ruiva
Ontem eu comemorava 33 anos a 5 dias antes da minha data oficial. Quando fui pegar um drink e la estava ela, de costas ruiva da pele branca, com as mãos finas e delicadas. Short jeans (fiquei surpreso pelo tamanho que nao era do seu feitio) e um sapato preto brilhoso que ela costumava usar, blusinha regata cavada. Formosa como ela sempre foi, um corpo de esculturas gregas, espetacularmente desenhado, com curvas exuberantes exatamente como me lembrava. Senti o coração forte, falta de ar e uma vontade repentina de ir embora daquela festa. Mas tive que me aproximar pra ter certeza. Certamente meus convidados iriam se chatear se eu me retirasse. Sem falar nada a ngm pior ainda! Me aproximei ao lado. E a vi de frente. E nao era ela. O alivio me tomou o corpo, junto de uma erupção de borboletas no estomago e o pensamento de Deus me livre mas quem me dera. Sentei, acendi um cigarro pra refletir sobre "e se fosse", "e se me ignorasse", "e se viesse comemorar comigo".
Quis deitar e olhar as estrelas, mas era tarde de verão ensolarada.
Já fui em um milhão de lugares
Já fiz um milhão coisas
Já conheci um milhão de pessoas
Mas em nada nem ninguém
senti o mesmo que senti com você
BEM OU MAL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Já briguei contra o mundo e não deu certo;
fui pregar no deserto e foi a esmo;
provoquei multidões mas deu em nada,
minha voz foi partida em mil silêncios...
Descobri que os vilões não são os outros,
afinal me reprimo além do justo,
pois me veto, me susto, e podo as asas
de voar para fora do meu limbo...
Só depois de me amar tal qual mereço
cobrarei o meu preço ao vasto espelho
da magia do cosmo; do infinito...
Ser feliz é o reflexo do interno;
todo céu, todo inferno que se tem
são do bem ou do mal que nos fazemos...
PEDRA E RIM
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Fui apenas refrão do seu enredo,
frequentei o seu lábio, seu momento,
mas o vento que a tem por passageira
veio logo varrer minha ilusão...
Também fui o seu palco, sua luz,
camarim, figurino, bastidor,
ou a dor que alegrou a sua história
de sucesso afetivo no meu ser...
Você foi a razão de quem estive;
minha frágil certeza do infinito
que meu grito sem som jamais achou...
Foi meu eu de festim enquanto foi
uma força maior dentro de mim;
pedra e rim do meu cálculo iludido...
MENINO POETA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Fui moleque de lua...
passava noites na rua,
me declarando pro céu.
SINCERAMENTE ADEUS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sempre fui um perito em saltar das relações que apresentem o mais leve declínio. Se tem que haver o infarto, que seja fulminante. Morrer a prazo está fora de cogitação para os meus afetos... os meus.
Toda conquista é gradativa, e vale a pena subir degrau por degrau, porque o prazer é assim. É como beber socialmente; gole a gole. Fazer a língua estalar com sutileza no céu da boca, e sentir bem mais do que o sabor... a essência do que se bebe.
Desconquista, não. Ela não pode ser gradativa, porque neste caso, é agonizar. Se há de reduzir a cumplicidade, frear a entrega ou estabelecer parâmetros, é o começo do fim. Contagem regressiva. Quando percebo essa contagem, prefiro ignorar os degraus e ir direto ao fim, pois é melhor me quebrar do que me consumir.
Não quero mais sua tática de me fazer notar que os tempos mudaram. Que já não somos os mesmos daqueles anos. Rejeito a contabilidade ou administração fria de uma nova forma de afeto, por ser uma novidade somente sua.
No que tange a nossa relação, ainda sou aquele menino e os tempos não mudaram. Não me tornei prudente ou probo. Meu afeto não despertou para os novos rumos da realidade que nos rodeia. Posso dizer que não cresci.
Por esse olhar adverso, essa contramão de conceitos que divergem na forma de revivermos nossa história, resolvi dar adeus. As adaptações racionais, as aparas e a contemporização criam sucos gástricos que me consomem nas entranhas do sentimento.
Pulo da escada que você sugere. Vou direto ao chão, para não chegar lentamente à mornura de uma relação básica. Uma espécie de limbo afetivo que não combina com o que já fomos... ou fui por nós.
