Fugir

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Sobre a dor e o prazer. Tendemos a fugir ou enfrentar dor[sofrimento], tristeza, mal-estar, descontentamento e/ou insatisfação (a curto/a médio/a longo prazo) x Buscar ou evitar prazer[deleite], alegria, bem-estar, contentamento e/ou satisfação (a curto/a médio/a longo prazo) de acordo com o pensar, o sentir, o agir e a omissão de ação de cada um(a).

Fugir de grandes batalhas onde a morte é certa não é solução onde se pode viver, se a vida for pior que a morte

Após ser humilhado e fugir da Turquia, por medo das ameaças do Irã, Trump vomita coragem dizendo que os EUA dominam a América!

Não adianta querer morrer para fugir dos problemas, pelo contrário, tens que seguir em frente de cabeça erguida, lutando mano a mano com cada novo dia com a certeza de que Deus está cuidando de tudo e que vencerá cada batalha com força, foco e Fé.💓🙏🌻

Me escondi embaixo da cama para fugir das minhas desilusões, deparei-me com o bicho do pântano e subi na cama, pulando as etapas do meu medo e forte o suficiente para enfrentar qualquer desafio!
O que me motiva não é o medo do fracasso, e sim a determinação de conseguir!
Cada medo vencido é uma vitória 💪 Foco e Fé 🙏

Às vezes fugir pros dreams é só uma forma gentil de sobreviver sem estresse.

Não adianta fugir da verdade,
Ela um dia chega,
E senta á mesa.

Há algo em ti que puxa-me
mesmo quando tento fugir.
A tua presença cerca toda a minha alma, prende-me, incendeia-me.


E quando penso em ti — é o corpo quem responde. O resto dissolve-se,
até o ar tem o teu sabor.


Não há distância que baste.
O teu nome vibra na minha pele, como se o som trouxesse a tua pele para perto da minha boca.


Fecho os olhos
e o mundo curva-se em mim.
Tudo pulsa — lento, quente —
como se o tempo respirasse ao teu ritmo.


Existe um magnetismo em ti que chama o meu caos, um gesto, um quase sorriso,
uma promessa escondida na respiração.
Fico à beira — de ti, de mim, do abismo — e é ali que o desejo cresce, lento, inevitável.


Cada palavra tua é um fio de fogo que me atravessa em silêncio. E quando te calas,
tudo em mim escuta. E nesse inédito silêncio: deixo queimar, não o corpo — mas a alma, essa parte que insiste em te reconhecer.

esquiva e subterfúgio.

Eu me escondo pra fugir. Talvez essa seja a coisa mais honesta que alguém possa admitir quando já passou tempo demais fingindo que está tudo bem.

Não é covardia. Pelo menos não do jeito que as pessoas entendem. É só que chega uma hora em que ficar sozinho parece menos doloroso do que ser visto de verdade. Então você fecha a porta, apaga a luz, deixa o telefone virado para baixo e começa a desaparecer aos poucos, como quem acredita que se ninguém conseguir encontrar você, ninguém também vai conseguir tocar naquilo que ainda dói.

Eu me escondo porque fugir é mais fácil quando ninguém sabe onde você está.

E por um tempo funciona.

Você se convence de que está em paz. Diz que gosta da própria companhia. Que não precisa de ninguém. Que está focado em outras coisas. Que certas pessoas ficaram para trás e que determinadas histórias já não significam nada. Só que existe uma diferença entre estar sozinho e estar escondido. Quem está sozinho escolheu o silêncio. Quem está escondido está esperando alguma coisa não encontrá-lo.

E eu sempre estive esperando.

Esperando a lembrança passar. Esperando a saudade cansar. Esperando aquela versão de mim que queria tanto alguma coisa simplesmente morrer de fome. Esperando que, depois de algum tempo, eu pudesse sair do esconderijo sem precisar explicar por que desapareci.

Mas algumas coisas não desaparecem quando você corre delas.

Elas aprendem o caminho.

Entram no quarto quando ninguém está olhando. Sentam do seu lado quando a madrugada fica grande demais. Aparecem naquela música que você jurou que nunca mais ouviria, naquela conversa que você evita lembrar, naquele nome que você finge que não procura. E aí você percebe a verdade mais incômoda de todas: talvez eu não estivesse me escondendo do mundo.

Talvez eu estivesse me escondendo de mim.

Porque o mundo eu consigo enganar. Posso vestir qualquer cara, responder qualquer "tá tudo bem" com um sorriso, sair de casa como se nada tivesse acontecido. Posso parecer indiferente, ocupado, distante, até feliz. Mas existe um lugar dentro de mim onde não existe personagem, não existe postura, não existe fuga. E é justamente esse lugar que eu passo a vida tentando evitar.

Eu me escondo pra fugir, mas sempre acabo encontrando o mesmo homem no escuro.

O homem que queria ter ido mais longe. Que queria ter dito mais. Que queria ter amado sem medo. Que queria ter sido visto sem precisar se explicar. Que olhou para tantas possibilidades da própria vida e, em algum momento, começou a acreditar que talvez elas fossem grandes demais para ele.

E talvez seja por isso que fugir nunca resolveu nada.

Porque fugir pode afastar pessoas, lugares, memórias e até destruir pontes. Mas não consegue apagar aquilo que você sabe sobre si mesmo.

Uma hora a porta precisa abrir.

Não porque o mundo ficou mais seguro.

Mas porque continuar escondido começa a custar mais caro do que aquilo de que você estava fugindo.

E quando eu sair, talvez ninguém reconheça quem está vindo.

Ainda bem.

⁠Viaje, mas não para fugir
Sente-se sozinho, mas não para se esconder
Olhe, mas não para preencher
Veja, mas não para encontrar
reconheça, mas não para nomear
possua, mas não para reivindicar
Ame, mas não possua
maravilhe-se, mas não fique obcecado
Aspire, mas não alcance
ensina, mas não pregue
confie, mas não espere
desista, mas não desista
Pergunte, mas não para dar significado
observe, mas não julgue
conecte-se, mas não divida
pertença, mas não se encaixe
Deseje, mas não se satisfaça
individualize, mas não identifique

Paulo H Salah Din

As gerações jovens atuais vivem tipo tubarões, no momento que nascem têm de aprender fugir de seus primeiros predadores

Sentir-se perdida é um inferno.
Quando a única coisa que te faz fugir da realidade, por mais curto que seja o tempo, é também o que você não pode ter.
Tão perto dos olhos,
tão longe das mãos.

"Quando o burro quer fugir, não espera a porteira abrir."

A consciência plena é fácil de se alcançar, basta não fugir dela. A consciência plena é aqui, agora.

Não adianta fugir porque a felicidade não está aqui, nem adiante. Ela é o reconhecimento de si mesma.

Não adianta fugir, porque vamos junto.

Nos teus braços
eu fui um esturrar
mas parte de mim
foi um querer fugir
e desflaldar...
Desculpe... mas a minha sina ,
sempre foi querer
seguir o Mar.
✍©️@MiriamDaCosta

⁠A legitimidade da nossa Falibilidade não nos desobriga da Correção, fugir disso é desperdiçar a Grandiosa Oportunidade de tornarmos Mais Humanos.


Há um conforto bastante perigoso em admitir que somos falhos e, a partir daí, transformar essa constatação em salvo-conduto para permanecer no erro.


Como se reconhecer a imperfeição fosse suficiente, como se a consciência, por si só, já nos redimisse.


Mas definitivamente, não.


Há uma distância essencial entre admitir a falha e se comprometer com a mudança — e é nessa travessia que a humanidade se reconstrói de fato.


Errar é inevitável, quase estrutural à nossa condição humana.


Mas corrigir-se é escolha, é esforço, é enfrentamento do próprio ego.


Exige encarar o desconforto de rever certezas, de admitir que aquilo que defendíamos talvez nunca tenha sido tão sólido quanto imaginávamos.


E esse movimento, embora incômodo, é profundamente transformador.


Quando utilizamos a falibilidade como justificativa para a inércia, deixamos de evoluir.


Tornamo-nos versões repetidas de nós mesmos, presos a ciclos de erro que já não nos ensinam mais nada.


A falha, então, perde seu caráter pedagógico e passa a ser apenas um hábito mal resolvido.


Ser mais humano não é errar menos — é corrigir melhor.


É assumir responsabilidade sem se esconder atrás de desculpas romantizadas e sofisticadas.


É entender que a imperfeição não é um ponto final, mas um ponto de partida.


No fim, talvez a verdadeira desumanização não esteja no erro em si, mas na recusa em aprender e reaprender com ele.

⁠Às vezes é preciso aprender a abraçar a Solitude bem apertado para fugir do abraço apertado da Solidão.


Existe uma diferença muito silenciosa entre estar Só e sentir-se Sozinho.


A Solidão, muitas vezes, chega metendo o pé na porta, sem ao menos pedir licença.


Ela pesa, esvazia, faz companhia aos medos e ainda alimenta a sensação de abandono.


Já a Solitude é uma escolha consciente: é o encontro consigo mesmo, o espaço onde o silêncio deixa de ser inimigo e se torna um mestre.


Aprender a abraçar a Solitude é entender que nem toda ausência representa perda.


Há momentos em que precisamos nos afastar do barulho do mundo para ouvir a voz da nossa própria essência.


É nesse recolhimento que redescobrimos quem somos, quais são nossos valores e o que realmente merece permanecer em nossa vida.


Quem teme estar sozinho acaba, muitas vezes, aceitando companhias que ferem, ambientes que sufocam e relações que ofuscam ou apagam sua luz.


Mas quem aprende a apreciar a própria presença não busca pessoas para preencher vazios; busca para compartilhar a plenitude que construiu dentro de si.


A Solitude não elimina a necessidade de amar ou de ser amado.


Muito pelo contrário, ela ensina que o amor mais importante é aquele que nos permite permanecer inteiros, mesmo quando ninguém está por perto.


É desse amor-próprio que nascem relações mais saudáveis, livres da dependência e do medo.


Talvez o maior desafio da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas tornar-nos completos o suficiente para que a presença do outro seja uma escolha, e não uma necessidade.


Porque, no fim das contas, é preciso aprender a abraçar a Solitude para fugir do abraço da Solidão — e descobrir que a melhor companhia que podemos cultivar é a nossa.

Você bebe para se divertir ou fugir;
quer comemorar ou se anestesiar?
O copo é o mesmo; a dor mal curada
é quem decide o resultado.