Frio

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Quando o mundo parecer vazio e frio, lembre-se: o silêncio também pode florescer. Basta permitir que o Espírito Santo sopre esperança e gratidão dentro do coração. Então, tudo volta a viver.

Logo o frio vai passar.
E quando o sol nascer outra vez, você vai entender: não era o fim… era Deus começando algo novo em você.

Há flores que só nascem depois do frio intenso. A alma sempre pode florescer.

Fios de silício tecem o novo amanhã.
Onde o cálculo frio se prende no afã
Do xeque-mate ao verbo da criação,
A Mente Digital busca sua própria pulsação.




Na tela, a IA generativa desenha o rosto,
De um futuro que traz esperança e desgosto
Na sala de aula, o saber se transforma,
Enquanto o trabalho desafia a norma.




Máquinas que pensam, robôs que interagem,
Em uma coexistência de longa viagem
Mas entre códigos e luzes, o alerta ecoa:
O viés que segrega, a privacidade que voa.




Pode a superinteligência, em seu salto final,
Preservar o que é essencialmente humano e vital?
Namoros com telas, dilemas de ética e cor,
Será o algoritmo capaz de sentir a dor?




O amanhã não é apenas bit ou processamento,
É a nossa habilidade e o discernimento.
Que a inteligência digital seja nossa aliada,
Para que a humanidade não se sinta apagada.




Pois mesmo na era da mente mais potente,
O coração humano ainda é o sol do presente.

Máscara
Disfarça e segue, até porque a neve não está caindo.
A inexistência de frio é marcante; apenas o seu coração permanece gelado.

A minha vontade é vê-lo puxar a janela do seu âmago e atirar ao chão a sua máscara, para que, lá embaixo, eu enxergue os seus olhos frios. Mas, ao me levantar e encarar a sua face, percebo que tudo não passa de uma farsa libidinosa para me atrair — um anjo sem escrúpulos.

É isso que séculos de escuridão fazem: transformam uma chuva de verão em tempestade fria. Vou dar um tempo, até que a brisa quente chegue. Temo, às vezes, que ao dormir eu escute o barulho da chuva cair em flocos, que a tempestade gélida retorne e o tremor me atinja.

Existem vozes que são como lareiras acesas,
Em noites onde o frio da alma insiste em ficar.
Não trazem sentenças, nem certezas ou grandezas,
Trazem apenas o mel de saber escutar.


------- Eliana Angel Wolf⁠

Pois essa voz não grita, ela simplesmente ilumina,
Como o sol que desfaz o orvalho frio da calçada.
Você é o anjo que a cada tristeza termina,
E a loba que guia a alma em sua nova jornada.⁠




----- Eliana Angel Wolf

O asfalto frio conhece bem os meus joelhos
Aquela menina se perdia nos espelhos
Qualquer tropeço era um abismo, um motivo pra parar
O choro vinha fácil, o medo era o meu lugar
Mas o tempo é um mestre que não aceita desculpa
E a dor, aos poucos, foi perdendo a sua culpa.
------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠

Transformo dores antigas em versos de amor,
ignoro o que é frio e espanto todos os temores.
Esquivo-me do abismo de quem não sabe amar,
e sigo na direção da luz que habita em um olhar.⁠
------- Eliana Angel Wolf

A liberdade não pede Permissão


Houve um tempo de ferro e de frio,
Correntes que apertavam o pulsar do meu braço,
Marcas de um ontem, um longo fio,
Que tentavam prender meu próprio passo.
Mas a coragem, que no peito floresce,
Não aceita a sombra de um fim que não é meu.
Num rompante de alma, a vontade cresce,
E o metal, enfim, a minha força venceu.
O estalo foi alto, o grilhão se partiu,
Caiu no chão o que me impedia de ser.
Não fugi da luta; o medo não me viu,
Cresci guerreira, aprendendo a renascer.
Em cada porta que abri com minhas mãos,
Em cada cicatriz que se tornou estandarte,
Vi que a liberdade não pede permissão,
É uma conquista que nasce da minha própria arte.
Agora, o braço é livre, o punho é estrada,
A voz é o eco do que jamais se calou.
Nenhuma corrente segura quem, na alma curada,
Decidiu que a sua própria história começou.


----------- Eliana Angel Wolf

Tolo é aquele que apaga uma fogueira por medo de incendiar e morre de frio.

No dia nublado que eu tanto aprecio, pois que me apetece o frio, sinto na alma um alívio dos tormentos que assolam ao meio dia, se é tarde e o pôr do sol se esconde no horizonte. Estou em paz no silêncio da sala, que muito mais me fala do que apenas um ambiente, já que acolhe meu ser ambivalente, sem nada questionar. Minha vida hoje são retratos que eu pinto e me perco nos minutos ao estudar cores, complementares, análogas ou monocromáticas. E seleciono uma por uma para compor a paisagem com a paciência contemplativa de quem esquece o tempo e o espaço. Aquietam-se os pensamentos e por um momento eu não penso em nada, apenas analiso a combinação triangular entre o vermelho, o amarelo e o azul. Dou uma pausa para registrar o dia e não sinto tristeza nem alegria, apenas uma calma profunda. Penso nas altas montanhas que escalei, em que a neve fria era mortal e nada me aquecia. O senhor é meu pastor e nada me faltará. A ciência não resolve tudo, mas eis que apascenta, se um novo tratamento me salva do mar que eu me afogava. E posso atravessar o dia sem lembrar das dores que me consumiam. Tenho fé em Deus, na ciência e na medicina e estou otimista como nunca, se a roseira pede sol e água fria, muito mais me alivia não ter angústia para escurecer a poesia. E pássaros alados voam no espaço e o mar entra em erupção e suas larvas são água doce que se bebe ameno, no peixe dourado ao vibrar escamas na lama densa que constrói uma habitação. Os olhos estão serenos e caminham horizontes de largas colheitas que se avista de longe, no ressoar de uma canção se uma apresentação delicada, me deixa ainda mais tranquila, se é paz o que espero da vida e muito mais me convida a sentar e apreciar. Se sou sensível e me atormenta a ironia, o que mais eu pediria, palavras que oscilam entre o delicado e o enérgico. A arte que me apraz se sou antiga e em uma cantiga posso me despir do medo e me entregar ao amor, que já não é mais segredo, consciente que de longe melhor habita, pois que o amor se esvai na vida cotidiana do mercado, que destrói o que há de sagrado. E te amo como uma obra de arte que não, já que fomos feitos para apreciar, se essa é uma condição levarei o amor no coração e não gritarei nos telhados para não acordar os passarinhos, que a natureza é sutil e cresce no seu tempo. Não hei de apressar o movimento. Se olho com serenidade o amor que nasceu na cidade e se estende pela eternidade. Tudo o mais é conformidade se o peito não sabe mais sofrer, muito mais alegria desejo a você. E que Deus venha se impor e perdoe minha mudança de humor. Que assim seja, nosso amor firmeza. E no diário sol, rogai por nós o girassol. Além.

🫂🧣🔥
"O frio lá fora congela o tempo, mas embaixo do nosso cobertor o clima incendeia. Não existe inverno que resista ao calor da tua pele e ao compasso calmo do teu abraço."
— Anjinha Sensual

Eu sabia que tinha um corpo porque ele cansava. Porque ocupava uma cadeira, porque sentia frio. Mas raramente porque eu o via.

O frio mostrava mais rigidez naquele momento, cobertores e chocolate quente tornavam - se necessidades básicas, graças a ineficácia das meias e casacos. "Admiro sua força. Sinceramente é uma das coisas que mais admiro em você." Lançou o rapaz, entre os dois primeiros atos do filme que assistiam. "Eu amo seus elogios simplesmente aleatórios." Sorridente, disse a moça. Aquele abraço cumpriu todas as metas que o chocolate ou o cobertor não conseguiam, pondo fim em dois corpos frios e criando duas almas quentes.

Estava motivada
No vento e frio ti esperando
O comboio chegava e se afastava
O coração acelerava
O abraço é tudo que queria
Beijar é o que eu desejava
Ti amar é tudo que sei

Os três pontinhos foram se movendo
As expectativas foram se diminuindo
Acontecia o inimaginável
Atrasou, seria celebração
Sobrou apenas desilusão
Carregada de solidão e mais solidão
No meio desta multidão

Respire fundo e solte o ar bem devagar,
sinta sua ansiedade te deixar,
tome um banho frio
e sinta seu corpo relaxar!

Frio chega e com ele,
um pedido:
Doe Um Agasalho pra alguém...
Um alimento também,
mas não conte pra Ninguém!

Não é frio na barriga.
É paz.
É deitar ao lado de alguém
e o corpo finalmente entender
que pode descansar.
É o silêncio confortável,
o braço encaixado sem pressa,
o cuidado nos detalhes pequenos:
o cobertor puxado devagar,
a mão que procura a outra
mesmo dormindo.
Amar assim não dá borboletas.
Dá sono.
Um sono profundo, pesado, tranquilo,
de quem não precisa vigiar o mundo
porque encontrou abrigo em outro peito.
Tem gente que fala de coração acelerado,
mas bonito mesmo
é quando alguém desacelera a gente.
Quando o abraço vira casa,
o carinho vira travesseiro
e dormir ao lado da pessoa
parece a coisa mais segura do mundo.

A água sente a pele da terra,
guarda o calor, o frio, o silêncio.

A água reflete tudo o que existe,
céus, árvores, rostos, sonhos.

Ela não julga, apenas devolve,
um espelho líquido da vida.