Fria
SEM CHANCE
É uma rebeldia, uma covardia,
Não ser amado!
A rua está fria, mas tudo bem!
Dormir na rua, acordar sozinho, tudo bem!
Não quer mais me ver, tudo bem!
Ainda há motivos para tentar?
Suicídio é um caminho natural para mim.
Viver por viver, sobreviver,
Sem chance!
É, às vezes parece que
A única maneira de sobreviver à vida
É a base de drogas, muito álcool
E rock n´roll.
Meias palavras para dizer alguma coisa que, feita a análise fria, nada quer dizer.Intenções soltas e desejos desconexos. Esse mistério todo é uma violência contra a minha inteligência.
Não caio na mesma vala de quem empurra a vida porque ela me empurra. Ela faz com que eu me jogue em cima de você, nem que seja para te espantar.Melhor te ver correndo pra longe do que empacado em minha vida.
No Gueto
Enquanto a neve cai
Em uma fria e cinza manhã de Chicago
Um pobre pequeno bebê de uma criança nasce no gueto
E sua mãe chora
Porque se existe uma coisa de que ela não precisa
É de outra boca faminta para alimentar no gueto
Então pessoas, vocês não entendem que a criança precisa de uma mão solidária?
Ou ela crescerá para ser um jovem homem faminto um dia
Dê uma olhada em você e em mim, nós estamos tão cegos para enxergar?
Nós simplesmente viramos nossas caras e olhamos o outro lado?
Bem, o mundo gira
E um pobre pequeno garoto com um nariz escorrendo
Toca na rua enquanto o vento frio sopra no gueto
E sua fome aperta
Então ele começa a vagar nas ruas à noite
E ele aprende como roubar e ele aprende como lutar no gueto
Então uma noite em desespero um jovem homem desaparece
Ele compra uma arma, rouba um carro, tenta fugir mas ele não chega longe
E sua mãe chora
Enquanto uma multidão se amontoa em volta de um irritado jovem homem
Caído na rua com uma arma em suas mãos no gueto
E enquanto seu jovem homem morre
Em uma fria e cinza manhã de Chicago
Outro pobre pequeno bebê de criança nasce no Gueto
No gueto, no gueto
Nessa noite tão fria ao luar você veio ao meu encontro,
me dizia palavras doces,
me abraçava como se eu fosse a única existência naquela imensa beleza...
Nessa noite ao fechar meus olhos contigo sonhei,
Um sonho tão real onde podia sentir tua presença, teu cheiro, teu carinho, teu amor...
Amor que me faz sorrir,
Que me faz tão bem,
Sempre em teus braços quero estar,
e em teu corpo me acalentar.
Os tempos mudam e as pessoas também , alguns acham que mudei para pior
dizem que estou fria e tudo mais , pois eu acho que mudei para melhor
amadureci mas um pouco . Não quero ser a mesma durante anos quero melhorar
mais e mais , quero conhecer pessoas novas , quero viver de verdade , estou
começando agora e quero ir fundo por mais que um dia eu quebre a cara e ver
que aquilo que eu queria investir de verdade não valeu a pena , pelo menos
eu sei que tentei mais a vida continua eu posso tentar algo novo que dê certo
e que eu não me arrependa , a vida é cheia de desafios se nunca passarmos
por eles será que vivemos de verdade ?
À diferença do Sol, que é brilhante e quente, a Lua que é pálida, inconstante e fria. No entanto, pela sua iluminação podemos ver sombras até então desconhecidas.
Ao passo que à luz do Sol, tudo se destaca, sob o brilho pálido da Lua, tudo se dissolve, oferecendo-nos uma nova experiência de nós mesmos e do nosso mundo.
Cuido para que todos os meus passos sejam mantidos na linha enquanto estou aqui. Sozinha e fria, por dentro e por fora. Me olho no espelho e parece que é, cada vez mais, claro. Eu já consigo ver menos tristeza no meu olhar. Óbvio que às vezes, acordo como uma criança assustada no meio da noite, e novamente, minha visão se torna turva e perdida. Mas é somente questão de momento. Trata-se apenas de ventos inesperados, cheios de lembranças que ainda machucam. E toda vez que alguém insiste em me fazer um carinho mais demorado, eu me isolo num canto qualquer para chorar. Desaprendi a lidar com o compromisso de ser importante para alguém.
Minha inspiração
Em uma noite fria, a lua foi minha guia
Inspirou meus pensamentos,desatou meus sentimentos
Clareou o que tinha por dentro
E a partir daquele momento esqueci todo sofrimento
Passei a pensar no que a vida podia me proporcionar
Descobri minha musa inspiradora
Que é a luz do luar
E acompanhada pelas estrelas
Todas noites vem me encantar
Quando estou triste uma brisa vem me tocar
Sinto que ela esta me abraçando
Para não me ver chorar
Por trás dela a um enigma, que gostaria de desvendar
Pois mesmo ao mudar de fase, nunca deixa de brilhar
Abro a janela e deixo seu reflexo entrar
Parece que fica me sorrindo, só para me agradar
Quando estou dormindo, fica a me vigiar
E se abro os olhos a vejo imóvel, no mesmo lugar
Que os anjos me perdoem, pois é ela que de mim cuidará
Até que um dia adormeci, e não a vi chegar
Mais em meus sonhos ela apareceu, para me encantar
O dia passou, a noite chegou, nebulosa e sem luar
Em sua ausência a senti, e naquele instante percebi
Que mesmo sem ve-lâ, ela sempre estará lá
E quando fecho os olhos, seu rosto ilumina a escuridão, e quando cai a noite fria, me aqueço no sorriso que guardo no coração, se o que vivemos foi em vão, porque acreditar que existe amor então, se existe amor eu não sei, mas tenho certeza que te amei.
E se eu me tornar aquela garota fria, sinta- se o responsável, pois eu dei o meu melhor para você, e você foi um ingrato. Não se importou com meus sentimentos e nem com meus atos de amor.
Sim,eu sou grossa. Extremamente grossa. Fria,não corro atras de ninguém. Penso se estou certa ou errada. Quer saber? dane-se eles. Que aprendam a viver comigo. Se querem minha amizade,que façam valer a pena.
Noite chuvosa e fria, coração triste e tão solitário. Submergido numa teia de pensamentos e reflexões, numa busca incansável de compreender e aceitar a realidade que me circunda. Onde minhas lágrimas de desabafo é apenas uma tentativa de afugentar esse frio habitante da alma que me aponta tantas incertezas."
Roseane Rodrigues
Em uma manhã fria, com chuva bem fraca, ou até mesmo uma garoa, na janela de um onibus meus pensamentos vão longe, tão longe que é dificil de voltar, um pensamento baseado no passado, com perspectivas no futuro, um passado que me lembra angustias e a incerteza de um futuro, idignações do presente faz com que esse futuro seja obscuro ao meu ver, na janela de um onibus eu reflito sobre minha vida, o que eu passei e que ainda vou passar, a musica pareçe fazer parte de minha, da minha trajetoria, como se fosse uma trilha sonora daquela ilusão que acaba de criar em teu pensamento, e o barulho da chuva deixa o clima tenso, as pessoas ao seu redor pareçe nem se importar com nada além dela mesma, na janela de um onibus penso coisas que não pensaria mesmo em momentos de pura reflexão, na janela de um onibus...
Noite fria, na janela bate o vento
o silêncio da noite atua dentro de mim
lanço ao vento um desejo, fecho os olhos e faço
um pedido, que o meu AMOR nunca se esqueça de mim
seus olhos são como um ponto pra mim, um ponto sem fim
o teu olhar me diz tantas coisas loucas, que quando chega
perto a minha alma não me deixa mentir, pensar em você, mas faz viva, o som da tua voz é o meu vicio me destrói e arrasa comigo, pois eu não ligo por que o amor anda comigo,
e em seus olhos eu vejo o universo que me desfaz em versos somente para ti...
[…]Louca, -louquinha- assim que me definem por vezes, estranha, diferente, bruta, fria, insensível, curta e grossa, agridoce. Eu me perguntava onde caberia em mim tantos adjetivos. Tantos adjetivos do qual tentam me definir, mas lá no fundo da minha alma, sou apenas mais uma tentando ser alguém distinto dos outros. Mais uma tentando ser algo que não sejam, tentando sentir algo que sintam, tentando gostar de algo que não gostem, tentando ser o que não fossem. Apenas mais uma por aí meia perdida, meia escondida, meia confusa, meia louquinha.
Vaidosa
Cesário Verde
Dizem que tu és pura como um lírio
E mais fria e insensível que o granito,
E que eu que passo por aí por favorito
Vivo louco de dor e de martírio.
Contam que tens um modo altivo e sério,
Que és muito desdenhosa e presumida,
E que o maior prazer da tua vida,
Seria acompanhar-me ao cemitério
Chamam-te a bela imperatriz das fátuas,
A déspota, a fatal, o figurino,
E afirmam que és um molde alabastrino,
E não tens coração, como as estátuas.
E narram o cruel martirológio
Dos que são teus, ó corpo sem defeito,
E julgam que é monótono o teu peito
Como o bater cadente dum relógio.
Porém eu sei que tu, que como um ópio
Me matas, me desvairas e adormeces
És tão loira e doirada como as messes
E possuis muito amor…
Muito amor-próprio!
