Ao direito de dar também vale o direito de não aceitar. Assim como quem dá só pode dar o que têm, aquilo que não te cabe ou não te serve, que sirva a quem de direito é.
Quem passa a necessidade entende a necessidade nos outros. Ainda mais extraordinário é quem entende sem ter tido nenhuma delas, e podendo, se faz suprir.
Quem me dera poder tocar em cordas de violão as mais belas canções de amor, assim envolveria a sua alma em minha alma e nos tornariamos um só espírito. Traduzindo no som do violão a alegria do nosso amor!