Frases Racionais
O Irreal e Lógico
Antes de tentar interpretar um sonho é necessário saber que, para ter tal êxito, precisa-se entender que o sonho é dividido em seu conteúdo explícito (ou manifesto), que é o acontece efetivamente no sonho, ou seja, o que vemos, ouvimos, pensamos e sentimos durante o sonho; e seu conteúdo implícito (ou latente), que são as conexões lógicas por alusões e referências que levam ao desejo censurado no sonho. Ou seja, quando se está com sede e sonha-se estar bebendo água, o conteúdo implícito e explícito do sonho são idênticos.
Mas quando o desejo é censurado pelo superego, o conteúdo explícito é o resultado das distorções que o conteúdo implícito (que está relacionado ao desejo) levou. Além disso, todo sonho está relacionado com o dia imediatamente anterior (o dia do sonho) tanto seu instigador do conteúdo explícito quanto do conteúdo implícito do sonho (ligado ao desejo).
Sabendo disso, para iniciar-se a interpretação de um sonho, deve-se buscar em seu conteúdo explícito elementos que fazem alusão ao que aconteceu ou que foi pensado no dia do sonho. A partir desse elemento identificado (o instigador do conteúdo explícito do sonho), pode-se fazer alusões através da simples lógica, de pensamentos que vierem naturalmente a mente, ou por meio de conexão desse elemento com sua vida no passado, que levem a outro elemento também explícito no sonho. A interpretação do sonho está fortemente relacionada a tentativa de conectar elementos que surgem no sonho, e no final, quando todos os elementos estiverem conectados, pode-se tentar entender o conteúdo implícito do sonho como um só todo (a partir das deduções feitas entre um elemento explícito e outro) e então interpretar qual a realização de um desejo estava contida nesse sonho analisado.
Velejadores
Romper
Limites
Não esperar
Pelo
Lógico
No comum
Dos dias
O
Extraordinário
Há coisas
Que existem
Para serem
Sentidas
Entendidas
Ou não
Um jornalismo eficaz, coerente e responsável na exposição dos fatos e da verdade é aquilo que suscita inquietação, sobretudo pela sua veracidade intransigente.
A ligação interna é tão oculta que te culpa de racionalidade em escolha crucial de algo que conectado remete ao novo presente de um futuro passado.
Nesse pensar é fácil para descrever... Se conhecer foi algo destinal, escolher é algo natural e nesse dilema de bem e mal a gente agi sem imaginar que esse começo só chega sem querer um final...
Inexplicável seria do por que e não por outro ser.
II. A lógica da mente e o descompasso da alma
A mente ordena, analisa, nomeia. Mas a alma não obedece a essa geometria. Há dias em que o corpo se move com exatidão, e ainda assim algo dentro tropeça. Em que se cumpre a rotina, mas a essência vagueia por labirintos que ninguém vê. Loucura, talvez, não seja um erro da razão, mas um grito da alma diante da razão que ignora a dor.
Há um descompasso entre o que pensamos e o que suportamos. A sanidade, nesse contexto, é um acordo social: parecer funcional, mesmo quando a alma arde. Ser coerente, mesmo quando se sangra em silêncio. Mas há quem não suporte esse pacto. E rompe. Rompe com o discurso, com a lógica, com a aparência. E no romper, revela, com crudeza, que há algo errado não com o indivíduo, mas com o mundo que não acolhe as rupturas internas.
A verdadeira loucura talvez esteja em fingir equilíbrio quando tudo clama por reconstrução. E a sanidade, paradoxalmente, pode ser encontrada no delírio que denuncia. No delírio que, mesmo desconexo, aponta para o que foi negado, rejeitado, silenciado.
O que chamamos de loucura, muitas vezes, é apenas a linguagem de um sofrimento que não encontrou tradução. E o que exaltamos como sanidade, às vezes, é só o verniz de uma desistência quieta. O desafio é olhar sem julgar. Ouvir sem enquadrar. E lembrar que, entre a razão e o delírio, há uma dor que pede escuta, não diagnóstico.
A infelicidade que nos acompanha ocasionalmente revela-se a você, indivíduo racional, para lembrar que o que o define não é seu conhecimento, mas sim sua condição de poeira cósmica. Este é o desejo do ser-vida, o qual lhe prende em dilemas e amarras que só podem ser desfeitas com o único propósito de que o ser-vida desfrute os sentimentos pelos quais o indivíduo passa. Pois quanto mais longe o indivíduo vai, mais ele aprende e contempla que o conhecimento racional infinito é impossível de ser alcançado, e então percebe que a única certeza de sua existência como poeira cósmica é que existe.
A literatura é a forma mais coerente de se dizer o que se pensa.
Se queres ganhar um inimigo diz o que pensas, dizia Luther King.
A escrita vivia num tempo de falta de liberdade, num tempo controverso.
Provavelmente era uma forma de expressar que rompeu barreiras e hoje podemos dizer o que pensamos.
“Durante três séculos, o racionalismo, que tem como núcleo o experimentalismo, a ciência em laboratório, renegou os milagres e fenômenos paranormais. Isso revelou-se um tremendo engano.”
Sobre a linha da Racionalidade,
a Emoção fica instável,
amar se torna irracional,
Pra que o equilíbrio seja alcançado,
ambas devem ficar lado a lado
focando num mesmo ideal.
Sendo o mais coerente que pode com o amor e o respeito que sente por sua própria e abençoada singularidade, ela busca sabiamente viver a vida num ritmo intenso, amoroso e sensato de muita reciprocidade ao lado de quem possa acompanhá-la verdadeiramente, nada de uma consideração fingida ou uma relação forçada.
Quer se sentir como em uma dança emotiva, muito bem acompanhada, desprovida de pressa, um passo consistente de cada vez com o máximo de sincronismo com uma certa liberdade para alguns improvisos, passos pensados, momentos descontraídos, conversas de uma fluidez rica, boas risadas, sem aquelas desavenças destrutivas.
Espera ter a bênção divina de poder partilhar as suas melhores ocasiões, repletas de felicidade, vivências enriquecedoras, troca de olhares, novas histórias de uma vida a dois, numa dança harmoniosa de belos detalhes embalada por uma uma linda sonoridade, entusiasmante, singular, portanto, será muito abençoado por Deus aquele que chamá-la para dançar.
Evento inexplicável durante uma viagem inesperada para um outro mundo, onde a racionalidade é questionada e o que parece absurdo é tratado com uma certa normalidade, lugares curiosos, muitas cores, esplêndidos, misteriosos, cenários incomparáveis de tirar o fôlego, gerando diversos questionamentos, emoções, renascimentos, inspirações, amadurecimentos, uma aventura a cada instante, sob um lapso do tempo, acontecimentos memoráveis e emocionantes, dessarte, inevitável deslumbramento por uma experiência demasiadamente significante.
A arte transcende o tempo,
desafia a racionalidade,
possui diversos pensamentos
e distintas realidades,
uma soma de talento,
sentimentos e verdades
que traz avivamento pra seus autores
e apreciadores,
então, talvez, seja uma singela exposição da eternidade.
Desafiando a racionalidade, entrando em um universo incrível bem diante dos olhos, fazendo uma viagem intergaláctica em um cosmo hipnotizante, distribuído em vários astros, de cores e formatos distintos, deixando o pulsar do coração cada vez mais rápido, vívido, tomado pela emoção, mas tudo em um perfeito equilíbrio, sentindo uma paixão acolhedora, tendo uma inspiração aprazível, focando atentamente no agora de o todos os atrativos que estão à volta, assim, inspirando e sendo correspondido, um rico momento, inconfundível, unindo o que sinto a partir do que vejo, imaginário muito expressivo que faz viajar para lá em pensamentos.
Ser humano, um ser racional com surtos de irracionalidade,
Despreza o que tem valor, depois lamenta o mal da fugacidade,
Numa insinceridade sem perceber,
quer receber amor sem por si amado ser,
Afasta o bem que precisa com os erros que pratica, podendo perecer,
E Apesar de viver uma ironia, tudo tem
sua valia, desde que venha a aprender.
Estamos no século XXI! E daí? Agora o certo e o lógico deixarão de ser certo e o errado e o ilógico serão certo? Que eu saiba “evoluir” não é regredir!
