Frases sobre poetas que celebram os artistas da escrita
Gosto que me enrosco
da poética que me escolheu,
é ela quem me domina
ou quem a domina sou eu?
Só de uma coisa eu sei,
me alimento de poesia,
e ao mundo já doei
tudo o que me extasia !
Há amores que se escondem
debaixo de uma camuflagem
com receio de se declararem
e perdem o tempo, que bobagem!
Querem que o outro advinhe
quais são seus sentimentos
correm risco de que tudo definhe
porque são teimosos jumentos !
Encante-me,
fazendo soar
a voz que vem do teu coração
Cante-me,
deixe que apenas eu ouça
esta tua especial canção
Eu te amo
porque te amo,
essa é a única explicação!
o meu amor sempre proclamo
sob as ordens do coração ...
Enquanto o mundo se move,
e no relógio o tempo passa,
neste espaço sem você,
apenas a saudade me abraça.
Quem consegue dizer tudo das ânsias infinitas de um sonho, sem perder-se nos caminhos onde a fria mão do destino desvia os rumos?
Um poeta !
Borboleta de asas um tanto quebradas,
sempre presa num mesmo lugar,
quando curar-se e tiver liberdade,
será que ainda saberá voar?
Quando uma lágrima solitária e teimosa,cisma em descerpelo meu rosto, ignoro-a, porque já não tenho mais a ansiedade da espera e nem o temor da ausência !
Na manhã silenciosa de estio,
onde apenas o sol resplandece,
noto os passarinhos sem um pio
e pergunto-me o que será que acontece?
Em dias assim de tanta nostalgia,
a alma pede apenas um abrigo,
se as aves não cantam, perco a poesia,
sou apenas uma poeta de castigo
O vento,
vem, e vai para aonde?
brilhando, remando
é noite incerta
é dia brilhando,
o vento é horizonte,
até quando ?
o vento vem repousando,
em tempos de mares, amores
é fim de tarte,
o vento desce ,
cantando....
As vezes escrevo, não porque sinto, apenas sei como é sentir.
Em outros momentos não escrevo, não porque não sei sentir, apenas sinto.
A paixão é empolgante
o amor é consistente
paixão representa
a primeira pessoa do substantivo
amor é a primeira pessoa do plural.
Todos que faz parte da sua vida são importantes porém você é o principal com você todos vivem e sem você todos continua a viver.
Eu sou um girassol que nasceu no asfalto,
Eu canto em noites que não tem luar,
Será que sou louco, ou apenas um tolo?
Ou serei eu um poeta que não soube amar?
Tão forte o poema, mesmo descalço…
Que te escreve, e te lê;
E tu achas que foi tu que o escrevera.
— talvez o poeta fingidor é que seja às alparcas dos poemas seus.
