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Ontem depois que você foi embora confesso que fiquei triste como sempre. Mas, pela primeira vez, triste por você.

Aprender, aprender sempre.

Se você obtém sucesso, é sempre pelas razões erradas. Se você se torna popular, é sempre pelos piores aspectos de seu trabalho.

Procure e encontrará, pois o que não é procurado permanece para sempre perdido.

Sempre que me perguntavam como eu gostaria de ser lembrado, respondia: com um sorriso.

E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas.

A vida me ensinou a sorrir dos descaminhos. Afinal, são sempre eles que nos levam aos lugares mais desejados...

Quero que você saiba que sempre será parte de mim.

Como seria simples encontrar a paz num mundo imaginário! Mas sempre tentei viver nos dois mundos ao mesmo tempo.

Milan Kundera
A brincadeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Basta amar para escolher bem. Ao diabo que fosse era sempre boa escolha.

Machado de Assis
Memorial de Aires

Vale mais a pena ver uma cousa sempre pela primeira vez que conhecê-la,
Porque conhecer é como nunca ter visto pela primeira vez,
E nunca ter visto pela primeira vez é só ter ouvido contar.

Um Guerreiro da Luz sabe que ninguém ganha sempre, mas os corajosos sempre ganham no final.

Acho que sempre lhe amarei
Só que não lhe quero mais.
Não é desejo, nem é saudade
Sinceramente, nem é verdade

Sempre que duvidas que algo não dará certo, este algo começa a dar errado dentro de você.

Vale tudo menos chorar tempo demais. Pois sempre há coisas boas para pensar. Algumas se realizam. Criança sabe disso.

Acredita sempre que cada dia que amanhece é teu último.

Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, sempre não acaba nunca.

Clarice Lispector
Doze lendas brasileiras: como nasceram as estrelas. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.

Aprendi que minhas delicadezas nem sempre são suficientes para despertar a suavidade alheia, e mesmo assim insisto.

É preciso estar sempre embriagado. Para não sentirem o fardo incrível do tempo, que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem sem descanso. Com quê? Com vinho, poesia, ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se.

Sempre pensei que tais histórias vêm em parte das nuvens; não sendo assim, por que nos comovem elas mais do que qualquer coisa que podemos ver por nós mesmos? O certo é que não há livro escrito que se compare.