Frases do Marquês de Maricá
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Muitas pessoas se prezam de firmes e constantes que não são mais que teimosas e impertinentes.
A imaginação é o paraíso dos afortunados, e o inferno dos desgraçados.
Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.
A atividade sem juízo é mais ruinosa que a preguiça.
A autoridade de poucos é e será sempre a razão e argumento de muitos.
Não é dado ao saber humano conhecer toda a extensão da sua ignorância.
Sem as ilusões da nossa imaginação, o capital da felicidade humana seria muito diminuto e limitado.
O interesse explica os fenômenos mais difíceis e complicados da vida social.
Há males na vida humana que são preservados de outros maiores, e muitas vezes ocasionam bens incalculáveis.
O que ganhamos em autoridade, perdemos em liberdade.
Todos reclamam reformas, mas ninguém se quer reformar.
Os acontecimentos políticos humilham e desabonam mais a sabedoria humana que quaisquer outros eventos deste mundo.
O homem que despreza a opinião pública é muito tolo ou muito sábio.
Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.
A ignorância dócil é desculpável, a presumida e refratária é desprezível e intolerável.
A razão, sem a memória, não teria materiais com que exercer a sua atividade.
O amor-próprio do tolo, quando se exalta, é sempre o mais escandaloso.
O luxo, como o fogo, devora tudo e perece de faminto.
A imaginação exagera, a razão desconta, o juízo regula.
Na mocidade buscamos as companhias, na velhice evitamo-las: nesta idade conhecemos melhor os homens e as coisas.