Frases do Marquês de Maricá

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A vida reluz nos olhos, a razão nas palavras e ações dos homens.

A avareza contribui muito para a longevidade, pela dieta e abstinência.

A vaidade de muita ciência é prova de pouco saber.

É judiciosa a economia de palavras, tempo e dinheiro.

Há mentiras que são enobrecidas e autorizadas pela civilidade.

É triste a condição de um velho que só se faz recomendável pela sua longevidade.

Os velhos ruminam o pretérito, os moços antecipam e devoram o futuro.

Os homens mais orgulhosos são geralmente os mais irritáveis e vingativos.

A obstinação nas disputas é quase sempre efeito do nosso amor-próprio: julgamo-nos humilhados se nos confessamos convencidos.

O louvor que mais prezamos é justamente aquele que menos merecemos.

Os vícios, como os cancros, têm a qualidade de corrosivos.

O remorso é no moral o que a dor é no físico da nossa individualidade: advertência de desordens que se devem reparar.

A opinião pública é sempre respeitável, não pelo seu racionalismo, mas pela sua omnipotência muscular.

O roubo de milhões enobrece os ladrões.

Dói tanto a injúria publicada como a ferida exposta ao ar.

Muito pouco se padece na vida, em comparação do que se goza; aliás, não sendo assim, como se viveria?

Nas revoluções dos povos a insignificância é a maior garantia de segurança pessoal.

O fraco ofendido atraiçoa, o forte e magnânimo perdoa.

Os anarquistas são como os jogadores infelizes ou inábeis, que, baralhando muito as cartas, ou mudando de baralhos, esperam melhorar de fortuna e condição.

Ambicionando o louvor e admiração dos outros homens, provocamos frequentes vezes a sua inveja e aversão.