É como se eles [os prêmios literários] provassem que não passei minha vida toda em vão, que pelo menos escrevi algo que pode ser bom para outras pessoas, ou pelo menos essa é a minha esperança.
Às vezes apenas uma única decepção na vida faz o ser humano questionar sobre o propósito seus valores em relação as suas escolhas. Quando isto acontece o homem perde a confiança em si próprio, queda sem esperança, e a motivação da vida material evapora-se de sua alma.
Há os que teem em seus modos de vida um jeito partícular de observar algo de adoração pessoal baseado em fragmentos. Outros lhes aflora a vaidade onde o ego esconde o id caindo numa amostragem, uma espécie de momento único, ou aparência.