Frases Deita no meu Colo Amor

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O meu ritmo é esse.
O diabo é que acabo deixando também a mente solta, a vagar pelo espaço. E minha imaginação rola com as ondas na areia de Ipanema, e se perde na distância azul do mar.

Não sei onde eu tô indo
Mas sei que eu tô no meu caminho
Enquanto você me critica, eu tô no meu caminho.

Eu confessei à Lua
Tudo aquilo que eu sentia
E ela leu em meu olhar
O que falar eu não conseguia
Pois o amor nos torna transparentes
Claros feito a luz do dia
Ficou sabendo, pois, a Lua
Que eu te amava e para sempre eu te amaria

Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada

Só tem dois dias no meu diário: Hoje e aquele Grande Dia.

Consigo suportar a ideia de que poucas horas depois que eu morrer, os vermes comerão meu corpo, mas estremeço ao imaginar professores criticando minha filosofia.

O ar e o silêncio me deram a preguiça necessária para eu deitar em outra cama e relaxar do meu amor enlouquecedor por você.

Não me mostre o que esperam de mim porque vou seguir meu coração, não me façam ser o que não sou.

Desconhecido

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Clarice Lispector, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

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Gosto da forma como você acelera meu coração, e de quando você o acalma também.

‎"Depois de tudo ele ainda vem com essa: Você ainda tão cinica ultimamente.É meu querido alguma coisa boa eu tinha que aprender com você!"

Só não fujo pra Nárnia porque a bagunça do meu guarda-roupa tampa a entrada.

Todo mundo tem um ponto fraco. Você é o meu!

Adeus, eu te amo, foi meu último pensamento...

De tanto olhar para longe,
não vejo o que passa perto,
meu peito é puro deserto.
Subo monte, desço monte.

Eu ando sozinha
ao longo da noite.
Mas a estrela é minha.

Os ideais que iluminaram meu caminho e que de tempos em tempos me dão nova coragem para enfrentar a vida com alegria são a bondade, a beleza e a verdade…

Albert Einstein
Como vejo o mundo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.

Nota: Trecho adaptado do livro "Como vejo o mundo".

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Para onde vão os trens, meu pai? Para Mahal, Tamí, para Camirí, espaços no mapa, e depois o pai ria: também para lugar algum meu filho, tu podes ir e ainda que se mova o trem, tu não te moves de ti.

- Meu senhor - respondeu-me um longo verme gordo - nós não sabemos absolutamente nada dos textos que roemos, nem escolhemos o que roemos, nem amamos ou detestamos o que roemos; nós roemos.

(Dom Casmurro, pg. 36)

Machado de Assis
Dom Casmurro

Abandone a tua infância, meu amigo, e acorde!

Não ter forças para lutar era o meu único perdão.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

O verão está instalado no meu coração.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Conversa descontraída: 1972.

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