Frases Deita no meu Colo Amor

Cerca de 269810 frases e pensamentos: Frases Deita no meu Colo Amor

Faz tempo que meu nome é Distância e meu sobrenome é Saudade...

A ninguém ofereço meu vinho branco
Não empresto minhas roupas mais caras
E são só meus os meus segredos.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Poesia Reunida. Porto Alegre: L&PM, 1999.

Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.

Paulo de Tarso
Bíblia Sagrada. II Timóteo 1:12

Nota: Tradução de João Ferreira de Almeida (Atualizada)

...Mais

Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, tudo está perdido, mas existem possibilidades.

O meu objectivo é colocar no papel aquilo que vejo e aquilo que sinto da mais simples e melhor maneira.

Eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.

Igual a mim quanto trouxa que tem
Que se apaixona e chora também
Você quer ser o meu mal
Mas sabe que podia ser meu bem

Tudo é vago e muito vário,
meu destino não tem siso,
o que eu quero não tem preço
ter um preço é necessário,
e nada disso é preciso

Estou tão só,
Meus pais não me conhecem
Meus amigos são chatos
Meu cachorro não me lambe.

Venho de tantas tempestades que perdi o meu medo da chuva...

Porque te juntastes a mim, minha vida ganhou mais cores, tem mais flores o meu jardim!

A confusão toda que acontece dentro de mim é que a minha razão me manda ir embora, e meu coração não sabe se fica ou se vai com ela.

Quando o mundo abandonar o meu olho.
Quando o meu olho furado de beleza for esquecido pelo mundo.
Que hei de fazer.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

Muito prazer, meu nome é Caio Fernando Abreu. Faço literatura, teatro, música, cinema e crítica. Mas de amor é o que eu gosto mais.

Quero voltar o tempo e parar em todos os momentos que você esteve ao meu lado.

Meu anjo da guarda acaba de me dizer que eu tenho que fazer tudo por mim mesma – e foi embora.

Clarice Lispector
Todas as cartas. Rio de Janeiro: Rocco, 2020.

Nota: Trecho de carta para Fernando Sabino, escrita em 14 de agosto de 1946.

...Mais

Ouve-me, ouve o meu silêncio.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Acenda as luzes todas. Perca a razão! Vem, me procura e encaixa no escuro do meu coração.

A História é tão antiga quanto meu avô.

Eis que alcancei o outono de meu pensamento.