Frases de Salomão

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Salomão é um personagem bíblico, foi o terceiro rei de Israel. Hábil conselheiro e grande administrador, construiu o templo de Jerusalém

“Uma sociedade mede a grandeza de seu Direito pelo que permite ao indivíduo contestar sem ser destruído por contestá-lo.”

“A injustiça mais sofisticada é aquela que consegue apresentar-se diante da razão usando a própria linguagem do Direito.”

“A lei é a memória escrita do poder; a razão jurídica é a memória crítica de seus limites.”

“Quando a interpretação perde a razão, a linguagem da lei permanece, mas o Direito desaparece.”

“O verdadeiro jurista não pergunta apenas ‘o que diz a lei?’, mas ‘que ideia de ser humano essa lei protege?’.”

“A razão é o lugar onde o Direito aprende que ter poder para decidir não significa ter razão para decidir.”

“Nenhuma Constituição é suficientemente grande para proteger uma sociedade que deixou de pensar.”

“O Direito começa como norma, amadurece como interpretação e somente alcança grandeza quando se submete à razão.”

“A arbitrariedade é a razão derrotada pelo poder antes mesmo de chegar ao tribunal.”

“Uma lei injusta pode exigir obediência; jamais conseguirá exigir, ao mesmo tempo, respeito à razão.”

“O Direito não existe para tornar o poder absoluto; existe para impedir que o poder seja a última palavra.”

“No fim de toda grande questão jurídica permanece uma pergunta que nenhuma lei consegue eliminar: temos razão para fazer isso?”

O Direito que tolera a censura assina sua própria certidão de óbito, transformando a justiça em um monólogo do poder.

A censura é a confissão tácita de que a verdade jurídica tem medo do sol.

Nenhum código penal é tão cruel quanto o silêncio imposto por decreto ao pensamento.

A palavra censurada é o grito mudo da liberdade que o legislador covarde finge não ouvir.

Onde a censura dita o verbo, o Direito deixa de ser a arte do justo para se tornar a coreografia da tirania.

A justiça cega não pode ser surda; e a censura é a cera derretida nos ouvidos da lei.

Tirar a voz de um homem sob o pretexto de defendê-lo é o supremo sofisma da opressão institucionalizada.

O verdadeiro jurista vê na censura o sintoma de que a lei faliu na sua promessa de dignidade humana.