Frases de Salomão

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Salomão é um personagem bíblico, foi o terceiro rei de Israel. Hábil conselheiro e grande administrador, construiu o templo de Jerusalém

O desejo não é um acidente da existência humana; é uma das expressões fundamentais da força pela qual cada indivíduo procura preservar e afirmar o próprio ser.

Toda existência carrega uma resistência contra o próprio desaparecimento; viver é também exercer continuamente uma potência de perseverança.

A mente humana não é estrangeira à natureza; pensar é uma das formas pelas quais a própria natureza se torna capaz de compreender sua existência.

A superstição cresce onde o medo encontra a ignorância e, juntos, procuram transformar a incerteza em uma certeza conveniente.

Muitos acreditam agir livremente quando apenas obedecem a desejos cuja origem jamais investigaram.

O ódio que encontra outro ódio não desaparece: frequentemente transforma o conflito em mecanismo de reprodução da própria violência.

Uma paixão começa a perder seu domínio quando a consciência deixa de apenas sofrê-la e passa a compreender as causas que a produziram.

A ignorância torna-se perigosa quando transforma uma interpretação parcial da realidade em uma verdade absoluta e passa a exigir obediência em nome dela.

A razão aproxima os seres humanos porque procura aquilo que existe de comum entre eles, enquanto o fanatismo frequentemente transforma diferenças em fronteiras.

O homem verdadeiramente livre não organiza sua existência em torno do medo da morte; procura compreender a vida com intensidade suficiente para não desperdiçá-la.

A liberdade de pensamento não é luxo intelectual; é condição para que a razão possa investigar a verdade sem transformar a autoridade em substituta do conhecimento.

O Estado encontra sua legitimidade na capacidade de organizar a potência coletiva para tornar possível a segurança, a liberdade e a convivência, e não simplesmente na capacidade de impor obediência.

Uma democracia não se fortalece quando exige que todos pensem da mesma maneira, mas quando consegue transformar a pluralidade das consciências em força política sem destruir a liberdade.

A alegria amplia nossa potência de agir; a tristeza a reduz. Entre ambas existe uma parte silenciosa da política: aquilo que uma sociedade produz na capacidade de seus indivíduos viverem, pensarem e agirem.

Quanto mais a consciência compreende a necessidade que estrutura a realidade, menos precisa de ilusões para chamar sua própria compreensão de liberdade.

Um breve lapso de razão pode durar um segundo; suas consequências, uma vida inteira.

Até onde o Estado pode transformar aquilo que não sabemos demonstrar em uma verdade juridicamente obrigatória?

O que acontece quando o conhecimento produzido pela ciência encontra os limites epistemológicos do Direito?

Quando a ciência descobre o que o Direito ainda não sabe como normatizar, onde termina o conhecimento e começa o poder?

O que acontece quando aquilo que a ciência descobre confronta aquilo que o Direito está autorizado a normatizar?