Folha de jornal vem no vento ao meu pescoço; cachecol de letras.
A troça é muitas vezes pobreza de espírito.
Onde a força oprime, a lei quebra-se.
Uma acumulação de fatos não faz uma ciência, tal como um conjunto de pedras não faz uma casa.
Raio de sol nos louros cabelos - verão chegando.
No cimento quente, A ilusão de um oásis: Vaso de samambaias
pescador no rio minhoca no anzol peixe na terra
Crepúsculo. O sol no horizonte Vai descendo Os degraus do monte.
No azul do mar golfinhos saltam - parecem brincar
o vôo dos pombos interrompe o jogo das crianças
Imóvel, o gato, olha a flor de laranjeira. Eu olho o gato.
Árvores da infância - E depois a monotonia verde Dos canaviais...
A morte é fim e princípio da vida.
Festa chega ao fim. Beijos sobram na bandeja. Todos de amendoim!...
Como seriam venturosos os agricultores, se conhecessem / os seus bens!
Um rico nunca se pode divertir com tanta alegria como um homem pobre.
Uma grande desgraça confere certo decoro mesmo às pessoas mais insignificantes.
Dar nome a uma doença é apressar-lhe os avanços.
Ai como grita ao pisar o gato a velha aflita
A lua nova. Ela também a olha de outra porta.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.